Projeto funcionava em uma casa cedida por um condomínio, mas foi descontinuado em 2015

Um dia após resgatar o material abandonado que era usado pelo serviço no Alto Independência, Guarda foi ao local que abrigava outro braço do trabalho

O projeto de Guarda Comunitária, que foi encerrado sem motivo no Alto Independência em 2014, também foi descontinuado em outro local: há dois anos, ele foi interrompido no Vale do Carangola. Na segunda-feira (13.03), a Guarda esteve no Alto Independência e recolheu computadores e equipamentos abandonados, cobertos de poeira, com sinal de degradação. Eles foram levados para a sede da corporação onde serão recuperados e colocados em uso. No Vale do Carangola, onde o serviço também foi desativado, a Guarda esteve nesta terça-feira (14.03) e se colocou à disposição para encontrar uma solução para retomar o projeto por lá.

A Guarda Comunitária funcionava em uma casa cedida por um condomínio, que ainda colocou um carro à disposição da corporação para rondas no Vale do Carangola. A parceria iniciou em 2010 e tinha prazo de três anos. Porém, mesmo depois disso, ele foi mantido nos mesmos moldes pelo condomínio até 2015.

“Era um projeto deu certo, funcionava e a comunidade gostava. Mas por questões políticas, ele foi encerrado e deixou essa localidade carente dos serviços que eram oferecidos”, conta o comandante da Guarda, Jeferson Calomeni. Ele esteve no Vale do Carangola nesta terça-feira. Atualmente, o espaço é utilizado por uma ONG. A ideia da Guarda era que o espaço fosse ampliado e abrigasse ambos os trabalhos.

“A gente oferecia cursos de informática, de idiomas, de música, aulas de ginástica laboral e mantinha uma equipe fixa de cinco homens para fazer o patrulhamento da região. Era um trabalho que atendia a comunidade, que ajudava os moradores, por exemplo, a conquistar melhor qualificação profissional. E os cursos eram dados pelos próprios guardas e tudo era oferecido gratuitamente”, lembra Calomeni.

Todo o material que utilizado pelo serviço foi recolhido pela Guarda logo após o encerramento da Guarda Comunitária. Oito computadores, oito monitores, 16 carteiras escolares, 16 cadeiras, dois armários e uma mesa de professor foi levado de volta para a sede e colocado em uso para a corporação.

O coordenador de Segurança, Maurício Borges, também acompanhou a ida até o Vale do Carangola. Ele informou ao condomínio que está aberto a buscar alternativas para retomar o serviço. 

“Nós encontramos uma bagunça deixada pelo antigo governo e estamos ajeitando tudo. No Alto Independência, encontramos todo material abandonado, num verdadeiro descaso com o equipamento público. Nós nos colocamos à disposição para retomar as conversas com o condomínio e tentar trazer de voltar a Guarda Comunitária para cá”, comentou Borges.

Serviço foi retomado no governo Bernardo Rossi e já mostra resultados ao dar mais segurança a alunos e professores

Menos de dois meses depois de ter sido reativada, a Ronda Escolar já apresenta resultados no governo Bernardo Rossi. Até agora, 18 ocorrências já foram atendidas pelas equipes que realizam o serviço nos colégios e arredores e também dentro da operação “Lugar de criança e adolescente é na escola”, que atua em locais distantes das unidades de ensino. Um dos casos que mais chamou a atenção foi registrado na segunda-feira (13.03): sete adolescentes, acompanhados de dois maiores de idade, foram levados para a delegacia após serem flagrados com garrafas de bebidas alcoólicas na Praça Visconde de Mauá (Praça da Águia).

O serviço de acompanhamento de estudantes foi retomado ainda em meados de fevereiro, quando as viaturas que servem a Ronda Escolar voltaram da oficina mecânica. Com o período sem aula por causa do Carnaval, o número de escolas visitadas é menor: foram 27 idas a colégios, com 10 ocorrências atendidas. Já em março, até aqui, foram 49 visitações de unidade de ensino, com oito ocorrências atendidas.

“Nosso trabalho é dar segurança e proteção às crianças e aos adolescentes, por isso atuamos com muito cuidado e sempre em conjunto com o Conselho Tutelar”, diz a coordenadora da ronda escolar, Cláudia da Conceição, que comanda o trabalho de 10 guardas deslocados para o serviço.

De acordo com ela, as principais ocorrências são de uso de drogas e agressão física entre alunos e a funcionários da escola. Porém, esse ano já houve atendimento de casos de furto, briga de estudantes, dano ao patrimônio, arrombamento, indisciplina, menores em situação de risco, lesão corporal, desvio de condutas e mau comportamento e até surtos psicológicos.

 “Nós fazemos rondas de patrulhamento preventivo e também atuamos quando somos chamados pelas escolas. Nós só fazemos qualquer tipo de abordagem quando recebemos alguma denúncia, como nesse caso, em que fomos chamados pelo pessoal do ônibus de videomonitoramento”, explica coordenadora.

 

Seis estabelecimentos foram notificados em uma operação conjunta realizada pela Guarda Civil Municipal e pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente. A operação aconteceu nesta quinta-feira (09.03) com base em denúncias de crimes ambientais. Nos seis estabelecimentos, fiscais verificaram que os responsáveis não possuem alvará de funcionamento, nem o licenciamento ambiental obrigatório. Em campo, as equipes apuraram 20 ocorrências. As ações aconteceram nos bairros Cascatinha, Nogueira, Itaipava, Corrêas e Valparaíso. 

“Vamos começar a atuar de maneira conjunta com a Guarda Civil montando operações para atender as denuncias que chegam ao Meio Ambiente”, afirmou o coordenador e futuro secretário de Meio Ambiente, Fred Procópio, acrescentando que o objetivo é agilizar a resposta da Secretaria às denúncias. “Dessa forma, vamos conseguir atender as demandas atrasadas e as que chegam de forma urgente. Estamos preparados para atender da melhor maneira possível a população petropolitana”, disse. 

Na quinta-feira (09.03), os agentes notificaram o responsável por uma obra na Rua Visconde do Uruguai, no bairro Valparaíso. As intervenções realizadas não estavam autorizadas pela Secretaria. O dono do terreno tem agora um prazo de cinco dias para solicitar os documentos, se não o fizer neste prazo, será multado.

Em Corrêas, os fiscais flagraram uma oficina mecânica que funciona como lava-jato sem autorização. O proprietário foi autuado e precisa apresentar a licença ambiental em um prazo de 90 dias. 

O fiscal da secretaria de Meio Ambiente, Miguel Fausto, considerou positivo o resultado da primeira operação conjunta. “Neste primeiro dia o saldo é bastante positivo. A ideia é atender 30 denúncias. Seguimos coibindo os casos de desmatamento, queimadas e movimentações irregulares de terra”, disse, lembrando que as prioridades são estabelecidas de acordo com a urgência de cada caso. “a secretaria recebe um grande número de denuncias. Vamos atender a todas no menor tempo possível”, afirmou. 

Um novo cronograma de atendimento será montado de acordo com as demandas que chegam ao Meio Ambiente. “As operações em conjunto continuarão sendo realizadas. Durante muito tempo, não houve fiscalização, estamos mudando esta realidade. O nosso trabalho é coibir os crimes ambientais que vem acontecendo na cidade e isso será feito com rigor”, assegura Fred Procópio.

Em menos de uma semana foram dois casos no Centro que terminaram com a prisão em flagrante dos acusados 

A Guarda Civil fez duas apreensões de drogas em menos de uma semana no Centro. No caso mais recente, um adolescente de 16 anos foi apreendido por guardas que ficam no posto fixo da Praça da Liberdade no final da tarde dessa quinta-feira (09.03). Antes, no sábado (04.03), um homem de aproximadamente 35 anos foi detido em flagrante próximo ao Obelisco. Após agredir a esposa enquanto tentava vender drogas escondidas embaixo de pacotes de doces. Em ambos os casos, os acusados foram encontrados portando maconha e levados para a 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro. 

“Nossos homens estão preparados para atender todos os tipos de demandas. Estamos atuando em várias frentes e coibindo diversos tipos de delitos, como tráfico de drogas. A presença na rua nos permite responder os chamados da população com bastante rapidez”, afirma o comandante da Guarda, Jeferson Calomeni. 

No primeiro caso, a esposa do rapaz preso pediu ajuda de guardas após ser agredida pelo homem. Quando foi encontrado, havia seis trouxinhas de maconha em uma caixa embaixo de pacotes de paçoca. Ele foi encaminhado para a delegacia e enquadrado na Lei Maria da Penha, além de tráfico de drogas. 

Já o adolescente foi encontrado com 28 trouxinhas do entorpecente. O jovem estava acompanhado de outro rapaz, que fugiu ao perceber a aproximação dos guardas. A abordagem ocorreu após os agentes desconfiarem da atitude suspeita dos dois. Ele disse que é morador do Siméria e adquiriu as drogas no Independência. Porém, negou que iria comercializar a substância. Os pais foram chamados pelo Conselho Tutelar para comparecer à delegacia. Ele será apresentado em juízo e pode ser penalizado com medidas socioeducativas.

Uma operação conjunta entre a Guarda Civil e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente notificou sete estabelecimentos e atendeu 28 ocorrências. As operações, que começaram na quinta (09.03), tiveram a segunda etapa realizada nesta sexta-feira (10). A ação foi planejada com base em denúncias de crimes ambientais. Nos sete estabelecimentos fiscais verificaram que os responsáveis não possuem alvará de funcionamento, nem o licenciamento ambiental obrigatório. A equipe atendeu chamados nos bairros Cascatinha, Nogueira, Itaipava, Corrêas, Valparaíso e Quitandinha. 

“O objetivo dessas operações é coibir os crimes ambientais que acontecem em Petrópolis. O saldo é bastante positivo. Nossa equipe conseguiu atender a um número grande de demandas em dois dias. Na semana que vem vamos organizar uma nova operação ao lado da Guarda Civil, sempre atendendo as demandas mais urgentes”, afirmou o coordenador e futuro secretário de Meio Ambiente, Fred Procópio. 

Na quinta-feira, os agentes notificaram o responsável por uma obra na Rua Visconde do Uruguai, no bairro Valparaíso. As intervenções realizadas não estavam autorizadas pela Secretaria. O dono do terreno tem prazo de cinco dias para solicitar os documentos, caso não faça neste prazo, será multado. No mesmo dia, em Corrêas, os fiscais flagraram uma oficina mecânica, que funciona como lava-jato, sem autorização. O proprietário foi autuado e precisa apresentar a licença ambiental em um prazo de 90 dias. 

Já na sexta-feira, os fiscais notificaram uma obra na Rua Venezuela, no Quitandinha. Os responsáveis não possuem alvará de funcionamento, nem o licenciamento ambiental obrigatório. Eles têm um prazo de 90 dias para entregar a documentação na secretaria. 

O fiscal da Secretaria de Meio Ambiente, Miguel Fausto, explicou como foi organizada a ação. 

“Nas últimas semanas recebemos uma série de denuncias. Com a Guarda Civil ao nosso lado, pudemos atender a maioria das solicitações. Temos nossos critérios técnicos para dar prioridade a cada chamado. Seguimos coibindo os casos de desmatamento, queimadas e movimentações irregulares de terra”, disse. 

Um novo cronograma de atendimento será montado de acordo com as demandas que chegarem ao Meio Ambiente. “As operações em conjunto continuarão sendo realizadas. Durante muito tempo não houve fiscalização e estamos mudando esta realidade. O nosso trabalho é coibir os crimes ambientais que vêm acontecendo na cidade e isso será feito com rigor”, assegura Fred Procópio.

Rondas de patrulhamento passam a coibir o exercício irregular da profissão de guardador de carros 

Foco será no entorno do Hotel Quitandinha e nos arredores dos atrativos turísticos ao longo do Circuito à Pé no Centro 

A Guarda Civil está atuando para coibir a ação de flanelinhas. Esta é mais uma das atribuições dos homens que participam das rondas de patrulhamento em toda cidade. O planejamento é o mesmo feito no caso dos ambulantes irregulares que ficavam na Rua do Imperador e na Paulo Barbosa: depois de um período de identificação das pessoas que faziam o serviço sem permissão, a Guarda passou a abordar e fazer orientação. A terceira parte será coibir a presença deles, que ficam principalmente no entorno do Hotel Quitandinha e nos arredores dos atrativos turísticos que formam o Circuito à Pé, no Centro. 

Em campo, a Guarda constatou que pelo menos 30 pessoas atuavam como flanelinhas. Alguns são de fora da cidade e ficam principalmente no Quitandinha, em dos pontos turísticos que mais atraem visitantes em Petrópolis. A partir de agora, está feito um contato com todos eles. No último final de semana, em rondas pelo local, alguns deles foram informados de que não podem atuar sem registro profissional que é emitido para lavadores de carro.  Já na terça-feira (07.03), houve abordagem de flanelinhas no Centro, próximo ao Museu Imperial. 

“A Lei de Contravenção Penal determina que é preciso registro em Delegacia do Trabalho para ser lavador de carro. Além disso, também tem outro fator que impede a atuação deles, que é o estacionamento rotativo, que normatiza essa questão no município”, diz o comandante da Guarda, Jeferson Calomeni. 

Fora o exercício irregular da profissão, os flanelinhas podem ser levados para a delegacia e tipificados por extorsão ou ameaça. “Em geral, as pessoas acabam pagando o flanelinha por medo de ter o carro danificado, não porque ele vai ser melhor cuidado. Isso pode caracterizar extorsão por causa da ameaça que a pessoa sente em relação ao patrimônio”, explica Calomeni. 

O comandante da Guarda destaca que muitos desses flanelinhas são menores de 18 anos e que, por isso, a terceira fase da operação será realizada em conjunto com Vara da Infância e da Juventude e Conselho Tutelar. 

Mais uma atribuição da Guarda 

A atuação para coibir o exercício dos flanelinhas se soma a outras atribuições que serão fiscalizadas durante as rondas de patrulhamento na cidade. Com a maior presença dos Guardas nas ruas, determinada pelo prefeito Bernardo Rossi, há maior segurança dos cidadãos e do comércio local. Delitos de menor potencial ofensivo têm sido evitados por causa da maior cobertura dada pelo efetivo da instituição, como furtos e tráfico de drogas. Pontos turísticos e de vendas, além das escolas do município, também estão com maior proteção. 

“Desde o início do governo Bernardo Rossi, nos deparamos com diversas situações que exigiam maior atuação da Guarda. Aos poucos, fomos retomando os espaços e dando maior segurança aos cidadãos e à cidade. Primeiro, atuamos na Praça da Águia (Visconde de Mauá). Depois, fomos para a Praça da Liberdade e temos postos fixos nesses dois locais. Em seguida, coibimos a presença de ambulantes ilegais no Centro. Também retomamos a ordem na 13 de Maio, que estava virando terra de ninguém. A cada ponto resolvido, encontramos um novo desafio à frente, como agora com os flanelinhas. Mas, estamos preparados para trabalhar no que for necessário”, garante o comandante da Guarda. 

Tribuna de Minas, principal publicação de Juiz de Fora (MG), falou do treinamento de guardas para usar cães de patrulhamento

A Guarda Civil de Petrópolis ganhou destaque no jornal Tribuna de Minas, principal publicação de Juiz de Fora, na última quinta-feira (02.03). O colunista Cesar Romero comentou sobre o treinamento de homens da instituição para utilizar cães no patrulhamento da cidade. No final do mês passado, 10 integrantes da corporação tiveram um curso de “Condução e Manejo de Cães de Trabalho Policial”. A partir disso, eles foram habilitados para o serviço com a matilha da Guarda, que é composta por oito animais.

Na nota intitulada “Uma boa dica”, ele ressalta a informação sobre a qualificação dos integrantes da instituição petropolitana. O curso foi orientado pelo cinotécnico (especialista em adestramento de cães) e dog training K-9, Leandro Lopes, que certificação internacional no ramo. Além dos integrantes da guarda local, sete GCs de Miguel Pereira também participaram das aulas.

“Os cães não eram utilizados por falta de adestramento e de condições do canil. Tudo isso está sendo revisto para que esses animais possam ser utilizados na segurança dos cidadãos. Estamos melhorado o canil e também preparando os guardas para poder trabalhar com eles. O reconhecimento desse trabalho dado pelo jornal nos dá ainda mais ânimo para desenvolver esse serviço”, comentou o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

O uso de cães no patrulhamento da cidade é mais uma novidade que a Guarda Civil vem preparando para apresentar à cidade. Ao longo dos primeiros meses desse ano, a instituição intensificou as ações e garantiu mais segurança aos petropolitanos, aos turistas, à economia local, aos estudantes e ao trânsito da cidade. A frequência de rondas cresceu e agora a presença de guardas é constante no Centro e arredores, em Itaipava e nos distritos. Pontos turísticos, lugares de grande movimentação de pessoas, grande centros de comércio da cidade também passaram a contar com presença de homens da GC constantemente.

“Todo apoio que podemos estamos oferecendo para a Guarda Civil. O brilho nos olhos de cada homem nesta nova fase de uma das instituições mais antigas da nossa cidade nos dá a certeza de que o trabalho está no caminho certo. E isso está sendo reconhecido dentro e fora do nosso município”, destaca o prefeito Bernardo Rossi.

Intenção é coibir delitos como tráfico de drogas, furtos e pequenos delitos.

A Guarda Civil vem intensificando a realização de rondas de patrulhamento no município. Ao todo, 30 homens e nove veículos estão se revezando para cobrir locais que recebem grande quantidade de pessoas e nos pontos turísticos da cidade. A intenção é coibir prática de delitos de menor potencial ofensivo.

Na quarta-feira (01.03) um adolescente de 17 anos foi apreendido com posse de maconha. O rapaz era o único de um grupo de cinco jovens que possuía drogas. Durante a abordagem, o adolescente informou que é morador da Barra de Tijuca, no Rio, e que estava em Petrópolis na casa de um amigo – porém, não sabia dizer qual era o endereço. A Guarda Civil encaminhou o rapaz para a 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro. Ele estava sem documentos de identidade, mas o Conselho Tutelar conseguiu fazer contato com a mãe dele.

A abordagem foi possível porque a Guarda Civil passou a fazer rondas de rotina nos pontos turísticos mais visitados da cidade, além de locais bastante frequentados pela população. Na lista de locais onde o patrulhamento tem acontecido continuamente estão os arredores do Terminal do Centro, a Rua Teresa, o conjunto arquitetônico do Bosque do Imperador, praças da cidade (Liberdade, Visconde de Mauá, Inconfidência, Duque de Caxias), o Parque Municipal em Itaipava, o Parque Cremerie, Quitandinha, entre outros.

“O objetivo é que delitos de menor potencial ofensivo, como tráfico de drogas, furtos, pichações, entre outros, não ocorram em locais como o Parque Cremerie, que recebe tantos visitantes. Nossa presença tem o objetivo de garantir que as pessoas possam ter tranquilidade e segurança”, comentou o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

Outro efeito é a maior proteção ao comércio da cidade: já foram promovidas três prisões em flagrante de homens realizando furtos no Centro. Todos esses crimes foram impedidos por guardas que realizavam rondas nos locais onde os delitos aconteceram.

Desde a noite de sexta-feira (24.02) equipes da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), Guarda Civil  e Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) -  num total de 125 homens - atuaram para garantir limpeza, segurança e mobilidade para petropolitanos e turistas que buscaram a cidade para curtir os dias de folia.
Distribuídos em operações no Centro e nos distritos, agentes da CPTrans garantiram a fluidez dos veículos e a segurança dos pedestres. Durante todo Carnaval a CPTrans realizou 95 atendimentos, incluindo os blocos, cobertura de eventos, fiscalização e apoio em locais de acidentes.
No período foram registrados seis acidentes, incluindo dois com vítimas fatais. Agentes que atuaram na fiscalização de trânsito aplicaram ainda 48 advertências e 26 multas.  
A Guarda Civil trabalhou com um efetivo de 30 homens distribuídos entre a fiscalização e o patrulhamento preventivo. As equipes auxiliaram ainda a orientação de trânsito, em apoio à CPTrans, no atendimento de acidentes, com isolamento da área, o que melhorou à movimentação de veículos.
Parte da corporação também esteve presente em locais de maior concentração de foliões, como a Praça da Liberdade, onde durante os quatro dias de folia centenas de pessoas acompanharam a programação do “Carnaval da Liberdade”.
A limpeza de ruas e praças que receberam foliões foi feita por 80 funcionários da Comdep. Nos quatro dias de folia foram utilizados um caminhão da companhia e outros dois caminhões da Força Ambiental para a retirada do lixo. No período foram gastos 2.860 sacos de lixos de 200 litros, e outros 266 sacos de lixo de 300 litros, além de 96 vassouras de gari.
 
Atendimentos na Saúde caíram durante o Carnaval
Durante o feriado de Carnaval os atendimentos de Saúde foram menores nas Unidade de Pronto Atendimento 24h - (UPAs) Centro e Cascatinha. A média registrada entre sábado e terça-feira foi de 280 atendimentos – número abaixo do movimento diário normal, de 290 pessoas. A maior demanda aconteceu na segunda-feira (27.02), quando foram registrados 324 atendimentos.
Na UPA Cascatinha, o caso mais grave ocorreu na madrugada de quarta-feira (01.03), quando dois jovens deram entrada com lesões por arma branca. Um deles foi medicado e liberado após sutura, o outro foi encaminhado ao Hospital Alcides Carneiro (HAC) para uma cirurgia de emergência, onde segue internado em estado estável.
Na UPA Centro, a maior procura (80%) foi para  atendimentos ambulatoriais. “Apesar do número se manter dentro da normalidade, nós tivemos, em sua maioria, atendimento ambulatoriais, com grande volume de exames e medicação dispensada”, explicou o diretor da unidade Cláudio Morgado.
No Hospital Municipal Nelson de Sá Earp (HMNSE) a média de atendimentos diários foi normal.Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) recebeu uma média de 20 chamados por dia. Em dois dias foi necessário o envio de ambulâncias que prestaram sete atendimentos. Nos demais dias as equipes efetuaram remoções.  

 

Em uma semana foram registrados três flagrantes.

A presença ostensiva da Guarda Civil no centro da cidade resultou somente esta semana em três flagrantes de furto. O último deles foi registrado em uma loja de utensílios domésticos na Rua Marechal Floriano Peixoto, no Centro. Na quarta-feira (22.02). As rondas periódicas promovidas pela instituição, além de aumentar a proteção da população em geral, também têm ajudado a deixar os comerciantes da cidade mais seguros.

“A presença da Guarda dá mais sensação de segurança e cuidado. Temos visto que eles estão de vigilância o tempo todo e essa intervenção é muito necessária para a cidade. Nossa impressão sobre o trabalho deles é a melhor possível”, destaca o empresário Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, dono de uma ótica.

Em um primeiro caso, ocorrido no dia 16, um homem que furtou produtos de quatro estabelecimentos foi preso em flagrante na Rua Dr. Porciúncula. Na manhã da última quarta, um rapaz e um adolescente acabaram detidos ao tentar levar pacotes de leite em pó e desodorantes de um supermercado da Rua Paulo Barbosa. Nesses dois casos, todos eles tentaram fugir, mas foram pegos por guardas.

Ainda na última quarta, por volta de 16h, mais um homem foi preso. Dessa vez, ele tentou furtar oito jogos de chave de fenda. A Guarda fazia uma ronda e conseguiu impedir que ele fosse embora com os produtos. Levado para 105ª Delegacia de Polícia, ele ficou preso e não teve direito a pagamento de fiança devido ao histórico criminal – ele tem passagens por ameaça e agressão (ambas no âmbito da Lei Maria da Penha). Na delegacia, alegou que estava desempregado e ia tentar vender as mercadorias.

Ação para coibir ambulantes e homens em áreas de comércio

Essas prisões fazem parte de uma ação mais ampla que visa proteger o comércio da atuação de criminosos. O primeiro passo para isso foi coibir a presença de vendedores ambulantes irregulares pelo Centro.

A Guarda identificou 30 pessoas que comercializavam diversos tipos de produtos: aparelhos eletrônicos, utensílios de cozinha, bolsas femininas, CD e DVD piratas, óculos de grau, bijuterias artesanais, alimentos, entre outros. No entanto, o município permite apenas atuação em áreas determinadas, como a Rua Epitácio Pessoa (ao lado do Cenip), a Praça Clementina de Jesus (atrás de um grande supermercado do Centro), a Rua Teresa, a Praça da Liberdade, entre outros.

Já os ambulantes irregulares se baseavam ao longo da Rua do Imperador e da Paulo Barbosa. Todos eles foram orientados a buscar legalização junto ao departamento de Trabalho e Renda da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e se candidatar a uma vaga nos locais cadastrados pela prefeitura. Na sequência, houve apreensão de produtos de quem insistiu em permanecer – isso aconteceu duas vezes.

Num segundo momento, a Guarda destacou homens para fazer o patrulhamento da Rua Teresa e da 16 de Março, dois pontos tradicionais do comércio petropolitano. Simultaneamente, a quantidade de rondas cresceu bastante, o que permite esses flagrantes que ocorreram nos últimos dias.

"A simples presença da Guarda já inibe diversos tipos de delitos. Com as nossas rondas, estamos conseguindo proteger nosso comércio. Continuamos expandindo a atuação. Vamos chegar a outros locais e dar cada vez mais segurança para os comerciantes", garantiu o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

 

 

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