Sábado, 21 Fevereiro 2015 - 09:17

Técnicos da Defesa Civil participam de curso japonês sobre mapeamento de risco

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil participou, na última semana, em Nova Friburgo, de curso sobre mapeamento de risco da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica). A proposta do curso foi trazer para a realidade brasileira a metodologia japonesa sobre como calcular as áreas onde há risco ou alto risco de deslizamentos. Em março haverá novo curso sobre o tema.

O curso faz parte da parceria de quatro anos, iniciada no fim de 2013, entre o governo brasileiro e o Japão para a prevenção de desastres das chuvas em Petrópolis, Nova Friburgo e Blumenau (SC). Participaram cerca de 20 pessoas, entre técnicos dos três municípios, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e do Serviço Geológico do Estado do Rio (DRM-RJ).

“Essa parceria vem avançando muito e já está claro que é promissora. Depois de pouco mais de um ano de convênio, com visitas técnicas entre os dois países, já vemos os nossos técnicos aumentarem o nosso conhecimento acumulado sobre mapeamento de risco, alerta antecipado e planejamento urbano, o que possibilitará novas medidas para a redução de riscos de desastres das chuvas em Petrópolis”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

De Petrópolis, fizeram o curso o diretor técnico da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, engenheiro Ricardo Branco, e o geólogo Yuri Garin. Os dois estiveram no Japão em 2014, onde aprenderam essa metodologia japonesa, em viagem custeada pela Jica.

“Iniciamos nesta semana esse processo de adaptação de metodologia para a nossa realidade. É uma metodologia que já tínhamos aprendido no Japão. No curso em Friburgo, fizemos um trabalho de escritório, analisando o mapeamento já existente no município, e depois fomos a campo, analisando alguns pontos da cidade onde houve quedas de blocos rochosos e corrida de massa para aplicarmos a metodologia japonesa”, disse Ricardo Branco.

Essa metodologia consiste em uma fórmula matemática que, a partir das características do solo e das construções da região, calcula a quantidade de terra que pode se deslocar por causa das chuvas e o alcance desse deslizamento. No Japão, os técnicos da Defesa Civil viram que, nas áreas apontadas como sendo de alto risco, é permitida a existência de casas, desde que os proprietários realizem intervenções estruturais para proteger as moradias de deslizamentos.

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