Objetivo é tratar desses temas com estudantes do 6º ao 9º ano de escolas de Corrêas, Carangola, Estrada da Saudade e Itamarati

A Guarda Civil e a Polícia Militar estarão juntas em mais um trabalho preventivo junto a jovens da cidade. As duas forças de segurança vão promover ciclos de palestras com estudantes da rede municipal de ensino para tratar de bullying e drogas. Para isso, serão usados os agentes que realizam os serviços da Ronda Escolar e Proerd (Programa de Erradicação e Resistência às Drogas), respectivamente.

O projeto vai começar na Escola Municipal Hercília Moret, em Corrêas. Os instrutores do Proerd vão apresentar o conteúdo que já foi ensinado para cerca de 45 mil crianças em quase 25 anos de existência. As primeiras palestras vão acontecer nos dias 14 e 15 de março e serão voltadas para alunos de 6º ao 9º ano. Na semana seguinte, será a vez dos agentes que atendem a Ronda Escolar falar sobre bullying. Depois do Hercília Moret, o ciclo de palestras será levado para escolas do Carangola, Estrada da Saudade e Itamarati no primeiro semestre.

A ideia dos ciclos de palestras surgiu durante a última reunião do Conselho Comunitário de Segurança Escolar (CCSE), encontros mensais em que as escolas apresentam demandas para a proteção de alunos e funcionários. A sugestão partiu justamente da direção da Escola Hercília Moret, que pediu um trabalho preventivo também a partir do 6º. O Proerd é voltado para anos iniciais e 5º ano, enquanto o Proppaz, desenvolvido pela Guarda, atinge alunos de 8º e 9º anos.

“Foi um pedido para que o trabalho preventivo que começa com o Proerd, tivesse continuidade no início do segundo segmento. Existia esse vácuo até atuação do Proppaz, que chega nos dois últimos anos do segundo segmento. Essa faixa de idade precisa de alguém que esteja ali para reforçar esses ensinamentos, porque senão muita coisa se perde. É preciso dar eco ao que eles aprenderam e investir em prevenção, formação, orientação, cidadania”, acredita a diretora do Hercília Moret, Roseane Muralha. Na escola, as palestras serão ministradas para todos os 310 alunos do período da manhã e 345 da tarde.

Trabalho conjunto entre Guarda e PM

Este é o segundo ponto que avança dentro do CCSE. Também na última reunião, ficou definido a volta da operação “Lugar de criança e adolescente é na escola”, que tem o objetivo de atuar também nas áreas longe do perímetro dos colégios do município. O trabalho também será feito em conjunto entre Guarda e PM e os detalhes operacionais já estão sendo acertados entre as duas corporações. Esse serviço conta com o apoio do Conselho Tutelar, que também será convidado para participar dos ciclos de palestras.

“Quanto mais parcerias a gente conseguir fazer, melhor é para as escolas. A participação do Conselho Tutelar nas palestras vai ser bom para troca de informações, mas também porque ele vai poder apontar para os estudantes que o assunto das drogas e do bullying já foi tratado nas escolas, que ele sabe o que é, e vai dar mais um respaldo para o trabalho deles”, acredita a sargento do 26º Batalhão da Polícia Militar e instrutora do Proerd, Miriam Leite.

A rotina de palestras sobre bullying foi implantada pela Ronda Escolar no ano passado. A preocupação dos agentes não é atender apenas as ocorrências relatadas pelas escolas, mas também conversar com os alunos de forma preventiva.

“Nessas palestras, a gente explica o que é o bullying, os diferentes tipos, que em alguns casos isso pode ser crime, que também há bullying pela internet. A intenção é dar o máximo de informações para que eles saibam como devem agir para não cometer o bullying e quais as consequências isso pode gerar para ele”, explica a coordenadora da Ronda Escolar, Cláudia da Conceição.

A Ronda Escolar atende 186 escolas do município. São 17 agentes acompanhando entrada e saída dos alunos pela manhã e também nas aulas noturnas da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Aumento da autoestima e da qualidade de vida são fatores que influenciam no tratamento

A terapia holística como auxílio ao tratamento dos pacientes oncológicos na busca de fortalecimento do sistema imunológico, equilíbrio emocional e qualidade de vida. É com foco nesses benefícios que os pacientes acompanhados pelo Ambulatório do Hospital Alcides Carneiro (HAC) passaram a contar com o reiki como tratamento complementar. A partir da parceria com a Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos (APPO) é oferecido acompanhamento com psicólogo, assistente social, terapeuta holístico, entre outras alternativas.

Através do trabalho com os chakras as sessões de reiki buscam combater os efeitos colaterais causados pelo tratamento do câncer. A indisposição física e a depressão são as queixas de maior incidência entre os pacientes atendidos. E é trabalhando a energia que o reiki combate esses sintomas e proporciona equilíbrio e consequentemente mais qualidade de vida, contribuindo para um melhor desempenho do tratamento.

A parceria com a APPO para o acompanhamento dos pacientes diagnosticados com câncer começou há seis anos e há sete meses o heik foi inserido no atendimento. Os benefícios da terapia holística já haviam sido comprovados entre os pacientes da instituição e a partir da constatação dos resultados, surgiu a opção de incluir o tratamento na agenda do ambulatório do HAC. Atualmente, cerca de 80 pacientes por mês, têm agenda para as sessões de reiki, realizadas duas vezes por semana no ambulatório.

Essa parceria é um ganho para a rede, pois oferece todo o suporte de profissionais especializados no tratamento do paciente oncológico. Essa foi uma necessidade que foi identificada pois muitos pacientes ficam com a autoestima baixa quando o diagnóstico é confirmado. O objetivo é contribuir para que esse paciente esteja confiante dos resultados do tratamento. O cuidado com o bem-estar emocional desses pacientes é um fator que pode ser um grande diferencial para o melhor desempenho do tratamento.

A terapia holística atua para alinhamento dos sete pontos dos chakras e a partir dos relatos de cada paciente, age na busca do equilíbrio para minimizar ou até sanar os sintomas que impactam na saúde e bem-estar. A partir do tratamento das emoções, o reiki trabalha os chakras, básico (base da coluna), sexual (abaixo do umbigo), plexo solar (estômago), cardíaco (coração), laríngeo (garganta), frontal (testa) e coronário (topo da cabeça) para tratar as emoções que desencadeiam em doenças.

“O tratamento do câncer deixa o paciente fragilizado, com o emocional abalado, o reiki faz com que ele ganhe equilíbrio e no momento que o paciente atinge o equilíbrio ele ganha qualidade de vida. O reiki não trata a doença, como o câncer, mas diminui os sintomas provocados pelo tratamento. A ideia é deixar o paciente mais preparado e assim, obter resultados mais rápidos. O objetivo é oferecer mais qualidade de vida”, destaca a terapeuta holística Sandra Siqueira, que reforça que avalia a prioridade de cada paciente e faz um tratamento direcionado.

Durante as sessões, que duram entre 40 minutos a uma hora, o paciente consegue se desligar dos problemas e buscar forças para continuar o tratamento. “O nosso corpo é energia e é isso que o reiki trata, da nossa energia. No momento que o paciente inicia a terapia e passa a não ter medo de enfrentar a doença, mantém firme a vontade de viver e vencer o tratamento. O reiki é um complemento”, salienta a terapeuta.

A paciente Nadia Valente, 64 anos, passou por tratamento para vencer o câncer e encontrou no reiki uma alternativa para superar os sintomas provocados pelos efeitos colaterais. “Essa terapia foi uma surpresa para mim, há 20 anos faço acompanhamento para tratar o câncer e outros problemas desencadeados. Quando comecei a fazer o reiki estava muito deprimida, sofria com ansiedade, agora estou muito melhor, consigo administrar melhor a minha vida, consegui alcançar a tranquilidade”, destaca a paciente.

Pacientes recebem acompanhamento especializado

O acompanhamento das profissionais da APPO começa desde o momento em que o paciente é informado sobre o diagnóstico positivo de câncer. A partir do consentimento, é oferecido o suporte por assistente social, psicólogo e o paciente é inserido nas ações desenvolvidas pela instituição. Os profissionais dão orientações sobre o tratamento e apoiam o paciente para que ele não abandone os cuidados. Nos casos em que precisam passar por cirurgia, os voluntários da APPO realizam visitas no leito hospitalar até que seja concedida a alta.

Os profissionais da associação vão semanalmente para o ambulatório, onde há local específico para receber os pacientes que. “A necessidade desse acompanhamento foi identificada pelos profissionais do ambulatório e hoje temos agenda fixa para realizar esse trabalho voluntário. Quando é necessário, fazemos o resgate do paciente para que ele não abandone o tratamento”, destaca a presidente voluntária da APPO, Ana Cristina Mattos.   

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