Lei de formalização do Programa Promotores da Paz foi aprovado pela Câmara de Vereadores

O Programa Promotores da Paz (Proppaz) agora é uma política pública permanente em Petrópolis. O projeto, realizado pela Guarda Civil e pela Secretaria de Educação com apoio de outros órgãos da prefeitura (como a Superintendência de Esporte e Lazer e a CPTrans, por exemplo), foi formalizado em lei aprovada pela Câmara de Vereadores na noite dessa terça-feira (06.02). Com isso, ele passa a uma ação que deverá ser feita sempre no município – um grande presente no ano em que completa 10 anos de existência. 

Ele foi criado em 2008 com o objetivo de passar noções de cidadania, valorização da família, cultura da paz, educação para o trânsito, prevenção ao uso de drogas e motivação para estudantes de 8º e 9º anos do ensino fundamental.

“O prefeito deu o apoio necessário para o Proppaz, fortalecendo o programa. Nesses 10 anos de existência, o programa acabou não sendo realizado entre 2010 e 2014. A criação da lei que institui o Proppaz como política pública garante que essas interrupções não vão mais acontecer”, destaca o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

Nesse período, mais de 2,9 mil alunos já se tornaram promotores da paz, sendo 842 em 2017. Para este ano, a prefeitura está ampliando a estrutura do programa, o que vai permitir alcançar 778 alunos só no primeiro semestre. O prefeito doou um carro para o deslocamento dos instrutores, o que vai permitir, pela primeira vez, que o Proppaz aconteça em escolas dos distritos.

Após o carnaval, 25 turmas dos colégios Hercília Moretti (Correas), Dr. Barros Franco (Secretário), Moyses Furtado Bravo (Posse) e Monsenhor João de Deus (Pedro do Rio) terão o curso, que é dividido em três etapas. A primeira acontece em sala. Depois acontecem os “Jogos Proppaz”, com a realização de atividades esportivas e lúdicas entre os jovens e os instrutores. Por fim, eles conhecem os trabalhos realizados no dia a dia pelos agentes na ação “Guarda por um dia”.

"O Proppaz é uma ferramenta muito importante para o futuro dos alunos que passam pelo curso. O programa faz muita diferença na vida de cada um deles e esses jovens, com a cultura de paz trazida pelos guardas, serão multiplicadores dessa mensagem pela nossa cidade", afirma a secretária interina de Educação, Samea Azara.

Além da maior estrutura, o número de instrutores também está crescendo. No primeiro semestre do ano passado, eram dois instrutores – Leandro Melo e Augusto Carvalho. Na segunda metade de 2017, os agentes Paulo Renato de Oliveira e Evandro Marcolino passaram a ministrar as aulas também. O número vai aumentar novamente em 2018.

“O processo seletivo continua. Dos 10 guardas que fizeram o curso interno de formação de novos instrutores, quatro estão estagiando e dois serão aproveitados já no segundo semestre, chegando a seis instrutores esse ano”, explica Leandro Melo.

O projeto de lei foi criado pelo presidente da Câmara, Paulo Igor, e aprovado por unanimidade. Agora, ele segue para sanção do prefeito Bernardo Rossi para entrar em vigor.

Quarta, 12 Abril 2017 - 16:10

Proppaz será realizado em três escolas

Programa Promotores da Paz, realizado pela Guarda Civil e Secretaria de Educação, ocorrerá em Duques, Cel. Veiga e São Sebastião.

Inauguração do curso no semestre será na Escola Odette Fonseca, onde a metodologia de trabalho foi apresentada para direção e professores.

O Programa Promotores da Paz (Proppaz) será realizado em três escolas do município neste semestre: Odette Fonseca (Duques), Papa João Paulo II (São Sebastião) e Jamil Sabrá (Cel. Veiga). As aulas começam na próxima terça (18.04) no primeiro colégio, onde o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni, e os instrutores do curso, os guardas Leandro Melo e Augusto Carvalho, apresentaram nesta quarta (12.04) a metodologia de trabalho para a direção e os professores. 

As aulas vão acontecer sempre às terças, quintas e sextas, respectivamente, com duração de 50 minutos cada. Durante o curso, os alunos de 8º e 9º anos aprendem noções de cidadania, valorização da família, cultura da paz, educação para o trânsito, prevenção ao uso de drogas e motivação. Além disso, é realizado os Jogos Proppaz (parte esportiva do curso) e o “Guarda por um dia”, quando os adolescentes são levados para vivenciar o trabalho da corporação. Tudo isso foi explicado durante a reunião com os funcionários da escola do Duques. 

“Quero agradecer à escola por nos permitir vir aqui apresentar o nosso trabalho. Não adianta ter o curso e a escola não abrir as portas. Estamos aqui para tentar ajudar o trabalho de vocês, pois sabemos dos problemas que são relacionados aos jovens em função das drogas”, disse o comandante da Guarda.

A escolha dessas escolas levou em consideração a vulnerabilidade social desses locais. A diretora da Odette Fonseca, Bianca Micheli, conta que já houve casos de ex-aluno de lá que foi preso. Por isso, ela comemora a vinda do curso para o colégio. 

“A gente aqui luta bastante para que os nossos alunos não caiam nesse mundo. Mas sozinhos, é um trabalho muito difícil. Essa ajuda que a Guarda vai nos dar nisso só vai engrandecer o que fazemos aqui na escola”, afirmou a diretora. Por lá, cerca de 40 alunos vão participar do Proppaz.

O programa é realizado pela Guarda Civil e pela Secretaria de Educação, com apoio direto ou indireto das pastas de Saúde, Cultura, Esportes, Gestão Estratégica, Meio Ambiente e Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans). Criado há nove anos, já formou mais de 2,1 mil jovens de 18 unidades de ensino de Petrópolis. 

“É muito importante a continuidade desse projeto nas escolas porque através do programa os jovens se aproximam da Guarda Civil. Com a confiança, se tornam amigos e os agentes os aconselham, mostrando as desvantagens da violência e do uso de entorpecentes. Esse trabalho nos enche de orgulho e a Guarda está de parabéns. Podem contar com o apoio da rede municipal de Educação sempre”, falou o secretário de Educação, Anderson Juliano. 

Sexta, 16 Fevereiro 2018 - 19:03

Proppaz terá início segunda-feira na Comac

Grupo de patrulheiros e jovens em condição de vulnerabilidade social vão participar do Programa Promotores da Paz

As aulas Programa Promotores da Paz (Proppaz) em 2018 vão começar na próxima segunda-feira (19.02). O início do curso será na Comac, onde cerca de 100 alunos do grupo de patrulheiros e jovens em condição de vulnerabilidade social vão participar. Dessa forma, a Guarda Civil e a Secretaria de Educação, responsáveis pelo programa, mantém ação feita no segundo semestre do ano passado.

O Proppaz foi o passo inicial do projeto “Eu construo meu amanhã”, criado pela Comac na segunda metade de 2017. Ele é voltado para jovens de 12 a 16 anos encaminhados pela justiça para atividades extracurriculares após apresentarem atitudes como evasão escolar, baixa frequência nas aulas, mau comportamento em casa ou na comunidade. A intenção é evitar que isso evolua para atos infracionais e acabe fazendo com que esses jovens tenham que cumprir medidas mais duras.

“Nós do Proppaz ficamos muito felizes em poder fazer a diferença para esses jovens que vão participar do curso. Cada um deles sai transformado e leva a mensagem para os familiares, vizinhos e amigos, ganhando nova perspectiva de vida”, diz um dos instrutores do Proppaz, o guarda Leandro Melo. Além dele, o curso também é ministrado pelos agentes Augusto Carvalho, Paulo Renato de Oliveira e Evandro Marcolino.

O programa completa 10 anos de existência em 2018 e já transformou mais de 2,9 mil estudantes em jovens promotores da paz. Agora, ação virou política pública do município, o que significa que será realizada de forma permanente para levar a jovens de 8º e 9º anos da rede municipal de educação noções de cidadania, valorização da família, cultura da paz, educação para o trânsito, prevenção ao uso de drogas e motivação.

Além da Comac, o Proppaz será realizado neste semestre em 25 turmas dos colégios Hercília Moretti (Correas), Dr. Barros Franco (Secretário), Moyses Furtado Bravo (Posse) e Monsenhor João de Deus (Pedro do Rio). São mais de 900 alunos só nessas escolas, que participarão das três etapas do programa: a primeira acontece em sala. Depois acontecem os “Jogos Proppaz”, com a realização de atividades esportivas e lúdicas entre os jovens e os instrutores. Por fim, eles conhecem os trabalhos realizados no dia a dia pelos agentes na ação “Guarda por um dia”.

“Pela primeira vez, o Proppaz será levado para escolas dos distritos. Isso será possível por causa da doação de um veículo para o programa feita pelo prefeito Bernardo Rossi, que vai permitir o deslocamento para escolas mais distantes do Centro, onde fica a sede da Guarda”, explica o comandante da Guarda, Jeferson Calomeni.

"O Proppaz é uma ferramenta muito importante para o futuro dos alunos que passam pelo curso. O programa faz muita diferença na vida de cada um deles e esses jovens, com a cultura de paz trazida pelos guardas, serão multiplicadores dessa mensagem pela nossa cidade", afirma a secretária interina de Educação, Samea Azara.

Escola Jamil Sabrá foi à última a participar da ação “Guarda por um dia” nesta quarta (28.06)


O Programa Promotores da Paz (Proppaz) encerrou nesta quarta-feira (28.06) o curso dado neste semestre pela Guarda Civil. A Escola Municipal Jamil Sabrá, que fica na Cel. Veiga, foi o último colégio a participar da ação “Guarda por um dia” com 12 alunos. Eles conheceram o trabalho do Grupamento de Proteção Ambiental (GPA), visitaram pontos turísticos e fizeram a orientação de trânsito.


O dia começou no Parque Natural Ipiranga, com uma conversa com integrantes do GPA em que foi mostrado a atuação deles para proteger a biodiversidade do local.


“Achei uma aventura que não imaginava. Fomos a lugares que sabia que existia, mas nunca tinha ido. Achei o Parque Natural maneiro e vi que os guardas cuidam de lá como se fosse a casa deles. É um lugar em que eles se identificam bastante”, disse o aluno do 8º ano, Pedro Justino, de 16 anos.


Depois, eles foram ao Núcleo de Integração Social, entender a realidade de quem precisa de ajuda para se abrigar. Em seguida, foram para a sede da Guarda para conversar com o comandante da corporação e conhecer a estrutura do canil.


“Achei muito bom poder ser “Guarda por um dia”. Gostei mais de conhecer o canil, gosto muito de cachorro e achei legal ver como eles podem ajudar os guardas”, afirmou o estudante do 8º ano, Fabiano Gomes, de 15 anos.


Eles também estiverem em pontos turísticos como o Museu de Cera, o Palácio Amarelo (sede da Câmara de Vereadores), o Espaço Cultural InterTV, quando conheceram a exposição de telas de Rodrigo Andriàn, e o Palácio de Cristal, indo até o ônibus de videomonitoramento. Por fim, fizeram orientação e panfletagem sobre trânsito seguro no Obelisco.


O Proppaz existe a nove anos e já formou mais de 2,1 mil jovens de 18 escolas. Durante o curso, os estudantes aprendem sobre os perigos das drogas, a se transformarem em cidadãos promotores da paz e são motivados a valorizar a família e os amigos. Neste semestre, 262 adolescentes das escolas Papa João Paulo II, Odette Fonseca e Jamil Sabrá participaram das aulas e vão fazer a formatura em julho, no mês de aniversário da Guarda Civil. Além da fase teórica, eles tiveram atividades esportivas nos Jogos Proppaz e foram “Guardas por um dia”.


“Nós sabemos que o Proppaz vai fazer muita diferença para todos eles. Encontramos antigos alunos do curso que falam da importância das aulas para vida deles e sabemos que isso vai acontecer com os novos formados também”, declarou o guarda Augusto Carvalho, um dos coordenadores do Proppaz.


“A gente percebe que eles ficam felizes em poder conhecer lugares que nunca foram e ver a quantidade de coisas que a Guarda faz no dia a dia. É gratificante também para nós poder fazer parte desse momento”, destacou o guarda Leandro, outro coordenador do curso. A guarda Valéria Guimarães também foi instrutora do Proppaz neste semestre.

 

O Programa Promotores da Paz (Proppaz) realizou mais uma ação com cães, agora na Comac. Um cachorro de detecção e mais dois que estão sendo treinados para a cinoterapia foram levados para uma atividade com cerca de 150 alunos na quadra da escola. O trabalho foi feito não só com os participantes do Proppaz, com outros estudantes.

Durante a ação, os alunos puderam brincar, acariciar e tirar fotos com os dois cães em treinamento para a cinoterapia e foram apresentados ao trabalho de detecção de drogas e armas. Eles também foram orientados sobre os cuidados com os animais e como é feita a preparação para utilização deles no serviço de segurança.

“Sempre que levamos os cães para as escolas onde realizamos o Proppaz, temos a preocupação de mostrar não só o trabalho que os animais fazem na detecção, mas a importância deles se manterem afastados das drogas. Esse é um dos objetivos de todo programa e conseguimos reforçar a mensagem com a presenças dos cachorros”, disse um dos instrutores do Proppaz, Leandro Melo. Além dele, o curso também é ministrado pelos agentes Augusto Carvalho, Paulo Renato de Oliveira e Evandro Marcolino.

Aluno do curso de Patrulheiros da Comac, Wellerson Souza Xavier da Silva, de 15 anos, gostou muito de conhecer outro trabalho desenvolvido pela Guarda Civil.

“Participar do Proppaz já é uma experiência ótima porque nós participamos de debates, levantamos assuntos na sala e fora dela sobre diversos temas, o que me faz expandir as minhas ideias. E nessa ação eu vi que um cachorro bem treinado pode ajudar as pessoas de bem com os seus extintos, sentidos e habilidades desenvolvidas. Outra coisa que eu vi foi o ótimo tratamento que eles recebem, como carinho, brinquedos e isso ajuda no desenvolvimento deles e os mesmos fazem os seus trabalhos com mais empenho e amor. Isso me encantou muito. Adorei muito ter conhecido mais um trabalho realizado pela Guarda Civil e espero que não apenas eu, mas muitas outras pessoas possam reconhecer o maravilhoso trabalho”, afirmou ele.

O Proppaz existe há 10 anos e está promovendo o curso pela primeira vez em escolas dos distritos: Moyses Furtado Bravo (Posse), Monsenhor João de Deus Rodrigues (Pedro do Rio), Augusto Pugnaloni (Itaipava) e na Hercílio Moretti (Corrêas), todas nos distritos, além da Comac (Centro).

Após o curso em sala de aula e a ação com os cães, o próximo passo do curso será a realização da ação “Guarda por um dia”, quando os alunos vão conhecer alguns dos feitos pelos agentes. Também será feita a Olimpíada Proppaz, quando os estudantes serão reunidos para um dia de atividades esportivas e de lazer.

Quase 800 alunos de 21 colégios participaram do curso no primeiro semestre

 

O 26º Batalhão da Polícia Militar realizou na manhã desta quinta-feira (06.07) o primeiro de cinco eventos de formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd). A solenidade ocorreu no Palácio Quitandinha e contou com a presença do prefeito. Cerca de 260 alunos de seis escolas participaram da formatura.

 

Nascido há 23 anos, o Proerd já formou mais de 40 mil crianças em Petrópolis. Nesse primeiro semestre ele foi realizado em 21 colégios de 18 bairros diferentes e atingiu quase 800 estudantes do 5º ano do ensino fundamental e da educação infantil. O curso oferece atividades para prevenir os alunos em relação ao consumo de drogas e a violência entre os jovens.


Neste ano, a Secretaria de Educação de Educação promoveu a reforma do carro que servia ao Proerd e a prefeitura repassou para o programa mais um veículo para ser usado nos deslocamentos dos instrutores do curso entre as unidades que participaram.


“É um trabalho preventivo dos mais importantes que a Polícia Militar desenvolve, porque tem como público-alvo o que nós temos de mais valioso na sociedade, as nossas crianças”, falou o comandante do 26º BPM, Oderlei de Souza.

 

O subtenente Hermann Goering, um dos coordenadores do Proerd em Petrópolis, ressaltou a parceria com a prefeitura.

 

“Essa proximidade foi maior agora com o prefeito, que engrandeceu o curso. Tanto que voltamos a fazer a formatura num grande espaço, como o Palácio Quitandinha”, afirmou.

 

As escolas que participaram do primeiro evento da formatura foram o Terra Santa (Valparaíso), Joaquim Deister (Floresta), Nossa Senhora do Amparo (Centro), Santa Maria Goretti (Bingen), Robert Kennedy (Castelânea) e Moyses Furtado Bravo (Posse). As outras formaturas vão acontecer nesta sexta (07.07), terça (11.07) e quarta (12.07). Cada solenidade abrange escolas de uma área da cidade.

 

Ainda assim, a Escola Municipal Moyses Bravo fez questão de se deslocar para o Palácio Quitandinha para ser uma das primeiras a receber os certificados. Quem gostou foi o aluno do 5º ano, Willian Lima do Amaral, de 10 anos.

 

“O Proerd é muito legal porque ensina a não fumar, não beber e várias outras coisas. Gostei muito do curso. E achei legal a formatura ser aqui porque não conhecia o Palácio Quitandinha”, falou. O pai dele, o taxista Renato Gonçalves, fez questão de acompanhar o menino na formatura.

 

“O curso é muito importante porque os professores falam do que conhecem na prática, de como as drogas são ruins. Se todos pudessem ter a chance de participar do Proerd, seria difícil que eles se envolvessem com isso”, argumentou.

 

A diretora da Escola Municipal Robert Kennedy, Carla Haubrich, já está à frente do colégio há 11 anos e mais uma vez levou os estudantes para a formatura – dessa vez, foram 70 alunos de três turmas de 5º ano.

 

“É um projeto de prevenção que mostra o que as crianças precisam dizer para evitar e como reagir se elas forem abordadas por gente que oferece drogas”, declarou.

 

 

 

Imagens de câmeras de segurança ajudou no reconhecimento

Ele foi conduzido para a 105ª DP, no Retiro, e vai responder por dano ao patrimônio público

O responsável por incendiar lixeiras no Humberto Rovigatti na madrugada do último domingo (10.09) foi identificado nessa terça-feira (13.09). Ele foi conduzido pela Guarda Civil à 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro, para prestar depoimento. Ele vai responder por dano ao patrimônio público e pode pegar até três anos e meio de prisão, além de multa. A identificação foi possível a partir de câmeras de segurança de residências do local que flagraram a ação criminosa.

O ato de vandalismo aconteceu por volta de 5h. Em uma das imagens, que foram entregues por moradores ao secretário de Serviços, Segurança e Ordem Pública, Djalma Januzzi, e repassadas à polícia civil, o acusado coloca fogo em uma lixeira e, alguns segundos depois, retorna para incendiar a lixeira que estava ao lado. No total, sete coletoras foram queimadas no domingo.

O responsável por esse incêndio poderia ter causado um dano muito maior. Uma das coletoras queimadas estava perto de um carro, que foi atingido. Se esse veículo tem gás ou está com tanque cheio, ele poderia ter explodido e causado uma situação ainda pior. Isso é extremamente grave e por isso a SSOP está trabalhando para identificar rapidamente.

Nesse local, o fogo poderia ter se alastrado pela vegetação e atingido ainda outros veículos que ficam em uma espécie de “estacionamento coletivo” do bairro. Ali ficam oito automóveis, entre eles, o do aposentado Carlos Roberto Alves. Depois do susto de domingo, o morador já está conversando com vizinhos sobre a possibilidade de instalar câmeras no local.

“Isso é um absurdo. Nós escutamos o barulho do alarme soando de madrugada e viemos ver o que estava acontecendo. A sorte é que deu tempo e dois vizinhos conseguiram apagar o fogo com extintor. Poderia ter destruído todos os carros que estavam aqui”, afirma o aposentado, com indignação.

O homem apontado como responsável tem 30 anos e foi encontrado no próprio Humberto Rovigatti, onde mora, por volta de 19h de terça. Ele foi levado por dois guardas para a delegacia e, em depoimento, reconheceu que era ele na imagem, mas afirmou que não se recorda de ter colocado fogo nas lixeiras. O homem alegou que consumiu bebida alcoólica horas antes do incêndio. Ele foi acusado com base no artigo 163 do Código Penal, que tem pena de até seis meses, aumentada em até três por se dano qualificado (contra patrimônio público), e vai responder em liberdade, já que a prisão não foi feita em flagrante.

Esse foi o terceiro caso de incêndio de lixeiras na cidade. O primeiro aconteceu entre maio e junho, quando outras cinco coletoras foram danificadas e duas furtadas em diversos bairros (Itaipava, Morin, Araras, Quarteirão Brasileiro, Castelânea e Bonfim). No mês passado, a empresa registrou problemas em mais sete lixeiras no Alto da Serra, Quissamã, Siméria e Bingen, que foram registradas na delegacia junto com essa terceira leva de queimadas.

Lixeiras já estão sendo repostas

As lixeiras que foram danificadas já começaram a ser repostas. A que foi queimada próximo ao carro, por exemplo, foi substituída ainda na terça. Outra já colocada nesta quarta (13.09). A Força Ambiental, empresa que faz o recolhimento de lixo na cidade e também é responsável por instalar as coletoras, já está providenciando a reposição das demais. Ao longo do ano, já foram instaladas cerca de 250 lixeiras em todo município. Esses equipamentos são feitos de plástico rígido tem capacidade de até uma tonelada de lixo. Cada peça custa R$ 1,2 mil. A empresa também utiliza uma coletora feita de metal, que comporta até cinco toneladas e custa R$ 2,2 mil. Entre as queimadas, seis são plástico e uma de metal – ou seja, o prejuízo causado só naquela região é de R$ 9,4 mil.

A empresa também tomou outras medidas para reforçar neste período de reposição das coletoras. Os caminhões que passarem perto dos locais onde as lixeiras foram queimadas estão orientados a fazerem o recolhimento do lixo, mesmo que a área não esteja na rota original da equipe.

Os incêndios não podem ser explicados por excesso de lixo. Em 2017, a coleta diária foi ampliada em 47% em média – até o ano passado, eram recolhidas 272 toneladas/dia, enquanto agora são 400 toneladas/dia. Em oito meses, quase 100 mil toneladas de lixo já foram retiradas das ruas da cidade. A coleta segue um cronograma que prevê a passagem de caminhões todos os dias em locais movimentados e com grande quantidade de moradores e com intervalos máximo de 48 horas nos demais (como é o caso do Humberto Rovigatti). Isso significa que os atos não foram uma tentativa de acabar com o lixo acumulado, como aconteceu nos últimos dias do ano passado, quando a coleta ficou irregular.

As ações de segurança em prol da tranquilidade e ordenação da Rua Nelson de Sá Earp teve destaque na reunião do Conselho Municipal de Segurança Pública (Comsep), realizado na noite desta segunda-feira (11.02). O encontro ordinário destacou a parcerias dos órgãos de segurança e seus efeitos nos choques de ordens realizados pelo município. Desde o início do ano, foram quatro edições do choque de ordem, resultando em quase 20 jovens apreendidos com bebidas alcóolicas e drogas, notificações de estacionamento irregular, além de apreensões realizadas com o auxílio dos cães da Guarda.

No encontro, que contou com representantes da Rua Nelson de Sá Earp, foi elogiada as ações pelos representantes da sociedade civil. A reunião também abordou medidas de combate ao uso de drogas e bebidas alcoólicas, principalmente entre os jovens.

Outro destaque da reunião foram as ações realizadas pela Guarda Civil no Quarteirão Suíço. A presidente da Associação dos Moradores, Edna Queiroga destacou a ação. “A qualidade na segurança aumentou bastante. Os moradores estão bem mais tranquilos e satisfeitos. Sempre tem uma viatura pelas ruas e isso é muito bom”, elogiou. 

O encontro contou com a presença do Comandante do 26ª BPM, o tenente-coronel Marcelo Bernardo.

Um dos pontos comentados foi o choque de ordem no Centro, fruto de parceria de Guarda Civil, PM e outros órgãos da prefeitura

A primeira reunião em 2017 do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), realizada na noite da última segunda-feira (13.02), fez um balanço das ações de segurança já realizadas neste início de ano. Entre os pontos comentados foi destacada a parceria entre Guarda Civil, Polícia Militar e outros órgãos da prefeitura para o choque de ordem em ruas do Centro nas duas últimas semanas.

Na primeira ação, realizada na 13 de Maio, na Dr. Nelson de Sá Earp e na Praça da Liberdade, o choque de ordem identificou 55 ocorrências de delitos e infrações, como consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos, tráfico de drogas, estacionamento irregular e som alto. Já na sexta passada, o número caiu para 13 ocorrências.

“Em relação ao primeiro choque de ordem, o último teve uma receptividade maior da população e um número de ocorrências bem menor. Isso mostra que o trabalho deu certo. E esse resultado só é positivo graças ao trabalho integrado entre os órgãos participantes”, analisou o chefe da Guarda Civil, Jeferson Calomeni, que comandou a reunião. O choque de ordem contou com participação também de Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), Fiscalização de Posturas, Ministério Público, Vara da Infância e Juventude e Conselho Tutelar.

Calomeni ainda relatou o trabalho de Bernardo Rossi para recuperar uma verba de quase R$ 500 mil para a aquisição de câmeras de monitoramento para o município. O recurso é fruto de emenda da deputada federal Cristiane Brasil (PTB) ao orçamento da União, mas não foi aplicada pelo governo anterior. Graças à articulação do prefeito, o montante voltará para Petrópolis, que vai aumentar o número de câmeras das atuais 28 para 100.

Outro ponto alvo de atenção nesse ano, o aumento de segurança nas praças da cidade, também foi comentado na reunião de segunda.

“Nós colocamos o ônibus de videomonitoramento em operação na Praça da Águia (Praça Visconde de Mauá) e, desde então, zeramos a ocorrência de delitos como furtos, consumo de drogas, pichações. Esse é mais um equipamento que já está dando resultados para a população e que foi colocado em operação no governo Bernardo Rossi”, comentou Calomeni. Além disso, já foi inaugurado o posto fixo 24 horas na Praça da Liberdade e realizadas rondas periódicas na Praça Duque de Caxias (Praça do Skate) e Praça da Inconfidência.

O vice-prefeito Baninho acompanhou a reunião representando o prefeito Bernardo Rossi. Participaram da reunião representantes das secretarias de Educação, Defesa Civil, Esportes, Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania, da Fundação de Cultura e Turismo, da CPTrans, da 105ª Delegacia de Polícia, do 15º Grupamento dos Bombeiros Militares, dos coordenadores do Programa Promotores da Paz (Proppaz) da Guarda Civil e da Associação de Taxistas de Petrópolis.

 

Serviço foi retomado no governo Bernardo Rossi e já mostra resultados ao dar mais segurança a alunos e professores

Menos de dois meses depois de ter sido reativada, a Ronda Escolar já apresenta resultados no governo Bernardo Rossi. Até agora, 18 ocorrências já foram atendidas pelas equipes que realizam o serviço nos colégios e arredores e também dentro da operação “Lugar de criança e adolescente é na escola”, que atua em locais distantes das unidades de ensino. Um dos casos que mais chamou a atenção foi registrado na segunda-feira (13.03): sete adolescentes, acompanhados de dois maiores de idade, foram levados para a delegacia após serem flagrados com garrafas de bebidas alcoólicas na Praça Visconde de Mauá (Praça da Águia).

O serviço de acompanhamento de estudantes foi retomado ainda em meados de fevereiro, quando as viaturas que servem a Ronda Escolar voltaram da oficina mecânica. Com o período sem aula por causa do Carnaval, o número de escolas visitadas é menor: foram 27 idas a colégios, com 10 ocorrências atendidas. Já em março, até aqui, foram 49 visitações de unidade de ensino, com oito ocorrências atendidas.

“Nosso trabalho é dar segurança e proteção às crianças e aos adolescentes, por isso atuamos com muito cuidado e sempre em conjunto com o Conselho Tutelar”, diz a coordenadora da ronda escolar, Cláudia da Conceição, que comanda o trabalho de 10 guardas deslocados para o serviço.

De acordo com ela, as principais ocorrências são de uso de drogas e agressão física entre alunos e a funcionários da escola. Porém, esse ano já houve atendimento de casos de furto, briga de estudantes, dano ao patrimônio, arrombamento, indisciplina, menores em situação de risco, lesão corporal, desvio de condutas e mau comportamento e até surtos psicológicos.

 “Nós fazemos rondas de patrulhamento preventivo e também atuamos quando somos chamados pelas escolas. Nós só fazemos qualquer tipo de abordagem quando recebemos alguma denúncia, como nesse caso, em que fomos chamados pelo pessoal do ônibus de videomonitoramento”, explica coordenadora.

 

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