Ciop reúne trabalho de Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia Civil, CPTrans, Defesa Civil e Bombeiros

48 câmeras já estão instaladas

Projeto vai chegar a 96 equipamentos

Petrópolis ganhou nesta segunda-feira (25.06) um moderno Centro Integrado de Operações, que reúne o trabalho conjunto de forças de segurança, de organização de trânsito e de atendimento de emergências. Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia, CPTrans, Defesa Civil e Bombeiros vão acompanhar imagens de 56 câmeras em todo município. A inauguração aconteceu no Centro de Cultura Raul de Leoni, que é base da central de monitoramento.

Desse total, 48 câmeras já estão instaladas e funcionando. Outras oito serão posicionadas e ativadas até o fim da semana. Elas ficam em 46 locais do município. Esta é a primeira etapa do sistema de monitoramento de Petrópolis – depois, serão colocadas mais 40 câmeras, alcançando o total de 96 em toda cidade.

Quando a prefeitura começou a projetar com as forças de segurança, tinha uma outra ideia do que era o monitoramento. E os delegados Alexandre Ziehe e Andre Lourenço mostraram qual era o melhor caminho para fazer esse projeto. A prefeitura foi conhecer o que se fazia em outros lugares e o potencial dessa ferramenta. O monitoramento acontece em entradas da cidade e fecha todo município, com câmeras do Quitandinha à Posse e equipamentos de ponta, que permitem leitura de placa e facilita a investigação. É um sonho que se tona realidade.

"O Ciop é uma grande ferramenta para o aumento da eficiência da atuação da PM. Temos um policial aqui monitorando as imagens e isso ajuda a orientar a nossa atuação na rua, tanto de forma preventiva quanto diante de uma ocorrência", considera o comandante do 26º BPM, Oderlei Souza.

"As imagens vão viabilizar que a gente tenha acesso imediato a acidentes, cheias de rios e deslizamentos, facilitando que a gente busque vias alternativas para poder prestar o socorro mais rápido", fala o comandante do 15º GBM, Ramon Camilo.

O titular do Departamento Geral de Polícia do Interior (DGPI), Alexandre Ziehe, ressaltou que o Ciop também vai contribuir para coibir tentativas de fraudes e comunicações falsas de crimes.

"O sistema de monitoramento não serve apenas para dizer que o crime aconteceu e servir como prova técnica para o judiciário, mas também para mostrar que o crime não ocorreu. É muito comum alguém aparecer na delegacia e dizer que teve o celular roubado, um carro roubado para fraudar o seguro, ou que foi violentado. Isso é muito comum. As câmeras vão mostrar, se houver uma falsa comunicação de crime, que esse fato não ocorreu”, explica.

O juiz da Vara da Infância e Juventude, Alexandre Teixeira, classificou a inauguração do Ciop um “marco” na segurança de Petrópolis.

"Hoje o momento é de agradecimento. Essa realização é uma cobrança que a gente já faz há algum tempo de outros governantes e que agora se concretiza. É um marco, daqui para frente a gente vai colher muitos frutos. Petrópolis não será lugar para quem quer fazer algo de errado. E é isso que nós queremos”, afirmou.

"Antes dessa ferramenta, se a gente não tinha o horário certinho da ocorrência, a análise das imagens se tornava algo muito longo, demandava vários policiais e ainda corria o risco de, por detalhe, se perder a cena que a gente precisava. E com esse equipamento, a possibilidade de filtros para a investigação ser mais rápida e precisa é enorme", destaca o ex-delegado da 106ª DP, André Lourenço.

Ciop trará benefícios para cada órgão integrado

Todos os 46 locais serão monitorados com equipamentos que filmam em 360º e alcançam até um quilômetro de distância. Desses pontos, em cinco deles (Bingen, Quitandinha, Alto da Serra, Bonsucesso e Posse) também serão usadas câmeras com leitura de placas – totalizando 56 câmeras em todo município. Outra vantagem que o sistema traz é a possibilidade de fazer investigações mais rápidas, com filtros para encontrar imagens a partir de informações como cores, direção, velocidade, ociosidade ou tamanho objeto.

A central de monitoramento vem sendo planejada desde o primeiro semestre de 2017 pela coordenação de Segurança da prefeitura, Guarda Civil e forças policiais, que orientaram sobre o formato do projeto e os pontos que deveriam receber as câmeras. Essa integração foi destacada pelo secretário de Serviços, Segurança e Ordem Pública (SSOP), Djalma Januzzi.

A diferença da cidade é a integração, unindo as forças policiais. A cidade vai colher os frutos dessa central no futuro.

"É um sonho muito antigo para a cidade. Eu trabalho na área de segurança há mais de 20 anos como policial militar de carreira, e esse Centro Integrado de Operações é uma demonstração da preocupação do prefeito com a segurança do município, para os petropolitanos e para os turistas. Essa ferramenta é importantíssima”, falou o coordenador de Segurança, Maurício Borges.

Para o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni, o trabalho conjunto entre as forças é o que torna a cidade mais segurança.

"Hoje nós temos esse mecanismo em que, quem ganha, é a cidade. Chegar ao posto de mais segura do estado só é possível graças a algo que não se vê em outras cidades, que é a integração. Aqui no Ciop, Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e CPTrans falam a mesma língua. Como cidadão petropolitano, eu me sinto honrado de fazer parte disso”,declarou.

Estiveram presentes à inauguração do Centro Integrado de Operações de Petrópolis o vice-prefeito Baninho; a delegada da 106ª DP, Juliana Ziehe; o diretor-presidente da CPTrans, Jairo Cunha; o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, Paulo Renato Vaz e mais  secretários municipais, assim como vereadores, representantes da Emive (empresa responsável pela instalação do Ciop), o diretor do Conselho Comunitário de Segurança Pública (CCS), Guilherme Lacombe, da empresária e integrante do grupo “Todos por Petrópolis” (que auxilia forças de segurança no município), Alvanei Ab Daud, e do ex-prefeito de Queimados, Max Lemos.

Petrópolis terá 46 pontos monitorados por câmeras 360º e com equipamentos de leitura de placas, nas entradas da cidade

Com câmeras em 46 pontos espalhados pelos cinco distritos do município, sendo que em cinco deles os equipamentos farão leitura de placas de veículos, o Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) será inaugurado na próxima terça-feira (19.06). O sistema moderno de monitoramento da cidade segue sendo instalado, mas já está sendo utilizado desde maio. Esta é a primeira parte do sistema, que ainda terá uma segunda etapa que irá ampliar para 86 o total de pontos monitorados.

A central de monitoramento é fruto de um esforço da atual administração. Logo nos primeiros dias, a prefeitura recuperou uma verba de R$ 500 mil de uma emenda do governo federal para a área, que será usada para aumentar o número de câmeras na cidade. Além disso, ele liderou o projeto que será inaugurado nesta semana, reunindo os órgãos que estarão integrados no Ciop para mapear a cidade e formatar o trabalho.

Esse é um marco extremamente importante para a cidade. São 46 locais em Petrópolis que serão monitorados 24 horas por dia e essas vão ajudar a ampliar a capacidade de trabalho das forças de segurança. O investimento na área da segurança tem valor incalculável e não apenas a Guarda Civil, a PM e as delegacias vão ganhar com o Ciop, mas também a CPTrans, a Defesa Civil e os Bombeiros. A população vai perceber o benefício em diversas frente.

Até o momento, já foram instaladas em 37 locais. Os equipamentos estão em locais como pórtico do Quitandinha, Ponte Fones, Valparaiso, Duas Pontes, Praça Pasteur, esquina da Rua do Imperador com a Nelson de Sá Earp, Rua Teresa (cinco pontos), Alto da Serra, esquina da Paulo Barbosa com a Caldas Viana, Praça da Inconfidência, esquina da Rua do Imperador com Paulo Barbosa, em frente ao Obelisco, Praça Visconde de Mauá (Praça da Águia), em frente à Catedral São Pedro de Alcântara, Praça da Liberdade, Palácio de Cristal, 13 de Maio, em frente ao Gheren, na entrada da Mosela, no Bingen – entre o Hospital Santa Teresa e a Estácio de Sá –, na esquina da Montecaseros com a Roberto Silveira, em frente à 105ª DP (Retiro), próximo ao Parque Municipal de Itaipava, no trevo de Teresópolis, Quissamã, Itamarati, na Av. Ipiranga, pórtico do Bingen, trevo de Bonsucesso, Cel. Veiga (em frente a Patrone), na Ponte Branca, em Cascatinha (próximo ao Terê Frutas) e na entrada do Carangola (em frente ao Palhoça).

Câmeras 360º e de leitura de placas

Em todos esses pontos, foram instaladas câmeras que filmam em 360º com alta definição e conseguem captar imagens com nitidez até 1 km de distância. Além delas, no Alto da Serra, no pórtico do Quitandinha, no pórtico do Bingen e no trevo de Bonsucesso também foram colocados equipamentos com leitura de placas – o aparelho fixo para acompanhar a movimentação de veículos também estará em outra entrada da cidade, na Posse.

Em frente Terminal Corrêas, na Praça de Corrêas, na Praça de Nogueira, próximo ao Castelo de Itaipava, no DPO de Pedro do Rio, próximo a Cervejaria Itaipava (também em Pedro do Rio), no retorno do pedágio e no centro da Posse, no acesso a Araras e no Itamarati também serão instaladas câmeras de 360º, com previsão de instalação completa até o próximo dia 30.

O monitoramento já está ocorrendo na prática desde meados de maio, após a fase de treinamento, quando a Guarda Civil passou a manter efetivo 24 horas para acompanhar as imagens. Em seguida, PM, CPTrans e Defesa Civil passaram a manter agentes para atuar de forma integrada na sala da central de monitoramento, que fica num espaço de 90 m² do Centro de Cultura Raul de Leoni. Os bombeiros também já estão aproveitando os benefícios do Ciop para, por exemplo, identificar se uma chamada feita é verdadeira ou trote – e evitar deslocamentos desnecessários.

Para a Polícia Civil, o sistema implantado em Petrópolis permite uma análise de cenas muito mais rápida e eficiente. A partir de filtros, é possível pesquisar imagens de acordo com cores, direção, velocidade, ociosidade ou tamanho objeto, facilitando a busca por pistas de um crime.

“As imagens vão ajudar a atuar no ato criminoso, quando um agente pode ser acionado para ir imediatamente ao local, e também para comprovação de um crime. E nesse caso, não só se a câmera flagrar o momento do crime, mas pode filmar uma movimentação, a presença do criminoso próximo ao local da ocorrência, enfim, uma série de possibilidades que servirão como prova dentro da investigação da Polícia Civil”, explica o coordenador de Segurança, Maurício Borges.

Além dos 46 pontos, o município já recebeu autorização do Ministério da Justiça para dar sequência ao outro projeto de instalação de câmeras. Com uma emenda federal, serão colocados mais 40 equipamentos de filmagem – o dobro do inicialmente previsto. A região de Itaipava também ganhou um sistema próprio, com 20 câmeras instaladas no Parque Municipal, na divisa com Teresópolis, uma na União e Indústria na altura da concessionária da Land Rover e a última em frente à 106ª Delegacia de Polícia. E a cidade conta ainda com o ônibus de videomonitoramento, que possui sete câmeras (duas internas, duas em cada lateral e uma que pode ser levantada a 11 metros e é capaz de monitorar em um raio de 300 metros de distância).

“A cidade vive um novo momento na segurança, com investimento em tecnologia para auxiliar as forças de segurança e trabalho integrado. Este é o caminho para dar mais proteção para os petropolitanos e todos que vem para cá e para ampliar a capacidade de trabalho de cada órgão que trabalha nessa integração”, destaca o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

 

Pela primeira vez, uma ação para impedir delitos e irregularidades de trânsito acontece em total tranquilidade
 
Pela primeira vez desde que começou a ser realizado, o choque de ordem aconteceu sem ocorrências. Na edição da noite dessa sexta (07.07), a Guarda Civil atuou na Praça da Inconfidência, Praça da Liberdade e 13 de Maio, no Centro, e não houve registro de delitos como oferta de bebida a menores de 18 anos ou irregularidades de trânsito.

Para o comandante da Guarda Civil o resultado desse choque de ordem mostra que o trabalho da corporação está no caminho certo.

“Que bom que não ocorrências, isso mostra que a população percebeu que o poder público não está mais ausente como antes e compreendeu que é possível se divertir e usar os espaços públicos sem cometer irregularidades ou delitos”, disse.

Na ação dessa sexta, 15 guardas foram mobilizados para o trabalho, juntos com quatro viaturas, um moto e dois cães de detecção de entorpecentes.

A escolha da Praça da Inconfidência completa trabalho da GC feito no local.  Desde quinta (06.07), a Guarda passou a marcar presença no local com o ônibus de videomonitoramento. Esse foi apenas o primeiro passo para melhorar o espaço, que vai ganhar intervenções da Comdep em jardinagem, pintura e pequenas obras a partir da próxima semana. Um grupo de empresários do entorno da praça também já se comprometeu a montar uma estrutura para a corporação ter um posto fixo por lá.

Desde o início do ano, já foram realizados outros cinco choques de ordem, que teve início pela Rua 13 de Maio, onde a presença de frequentadores em bares do local causou prejuízo ao trânsito e aos vizinhos por causa de carros estacionados de maneira irregular e som alto. A ação também já foi realizada em bairros como Mosela, Bingen, Cascatinha e Valparaíso. No primeiro semestre, foram registradas 164 ocorrências.
 

Ação foi realizada em conjunto por Guarda Civil, Polícia Militar, Fiscalização de Posturas e Vara da Infância e Juventude

Guarda Civil, Polícia Militar, Fiscalização de Posturas e Vara da Infância e Juventude realizaram mais uma edição do choque de ordem entre a noite desta sexta-feira (09.11) e madrugada de sábado (10.11). A ação registrou 26 ocorrências de trânsito e a estabelecimentos comerciais que estavam descumprindo o Código de Posturas do município. A atuação ocorreu tanto no Centro quanto nos distritos e reuniu 22 agentes entre 21h e 02h.

O choque de ordem passou por Centro, Alto da Serra, Quissamã, Cascatinha, Nogueira, Itaipava e Cel. Veiga. Foram 19 notificações de veículos por estacionamento proibido e uma moto recolhida pela PM porque o condutor não tinha habilitação.

Na Rua Teresa, um bar foi multado por falta de alvará. Em Cascatinha, outro bar foi notificado pelo mesmo motivo e ainda foi orientado a não promover apresentações com música ao vivo sem prévia autorização. Em Nogueira, outro estabelecimento foi punido por causa de som acima do limite permitido para o período noturno. Em Itaipava, uma boate sofreu a mesma sanção por causa de som em alto volume e uma casa de shows foi intimada a providenciar uma adequada proteção acústica. Na Cel. Veiga, mais um bar multado por uso de som sem autorização.

A Guarda Civil mobilizou sete agentes e três viaturas para o choque de ordem. A Polícia Militar trabalhou com sete homens e dois veículos. A Fiscalização de Posturas teve quatro fiscais e um carro disponível, mesmo efetivo da Vara da Infância e Juventude.

“Desde que o choque de ordem foi implantado no ano passado, a intenção é sempre proporcionar um ambiente que seja melhor para aqueles que estão querendo se divertir e ter o seu momento de lazer, sem que isso atrapalhe o direito daqueles que não estão naquele contexto, ou seja, que um morador seja incomodado com som alto ou que o trânsito fique prejudicado por causa de estacionamento irregular, por exemplo”, ressaltou o comandante da Guarda, Jeferson Calomeni.

Essa foi a quarta edição do choque de ordem em 2018, que alcança 125 ocorrências no total. A ação foi implementada no ano passado, que registrou 150 ocorrências em seis oportunidades, a maior parte por estacionamento irregular, som alto, venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos e tráfico de drogas.



Ação ocorreu na Nelson de Sá Earp, Praça da Liberdade, 13 de Maio e entorno do Palácio de Cristal

Guarda Civil e CPTrans realizaram nova edição do choque de ordem no Centro Histórico na noite de sexta-feira (20.04). A ação terminou 29 notificações de trânsito realizadas nas ruas Nelson de Sá Earp, Praça da Liberdade, 13 de Maio e no entorno do Palácio de Cristal.

Ainda no fim da tarde, foram instaladas grades no lado par da Rua Nelson de Sá Earp. O objetivo foi impedir o estacionamento sobre calçadas. A medida surtiu efeito: sem veículos parados de forma irregular, o fluxo de pessoas foi facilitado e o trânsito também pode fluir sem retenções.

“Essa medida mostra exatamente o que é a nossa intenção: é possível se divertir e ter o seu momento de lazer com ordem e sem prejudicar moradores próximos ou quem está passando pelos locais por outros motivos”, ressalta o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

Nos outros locais de atuação, houve notificações por estacionamento irregular em porta de garagem e ponto de ônibus. No entanto, a maior parte das notificações foi por uso de celular ao volante e direção perigosa. Durante o choque de ordem, a Guarda ainda interveio em dois casos de brigas, sem maior gravidade ou vítimas.

O choque de ordem da Guarda Civil foi iniciado em 2017 e, em seis oportunidades, registrou 150 ocorrências, a maior parte por estacionamento irregular, som alto, venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos e tráfico de drogas. No mês passado, outra ação teve 36 notificações de trânsito.

Guarda Civil, PM e Fiscalização de Posturas ainda fizeram apreensão de drogas e bebidas vendidas irregularmente

Guarda Civil, Polícia Militar e Fiscalização de Posturas realizam um choque de ordem na noite de sexta-feira (23.03). A ação aconteceu em Praça da Liberdade, Rua Nelson de Sá Earp, Av. Koeler e 13 de Maio e teve 36 veículos notificados. Também foi feita apreensão de dois cigarros de maconha e de bebidas vendidas de forma irregular por ambulantes.

“O choque de ordem é uma ação que deu grande resultado no início do ano passado e, por isso, os moradores desses locais pediram que voltasse. Novamente tivemos grande êxito em fazer as notificações de veículos que atrapalham os moradores e as próprias pessoas que querem ter o seu momento de lazer e de diversão em bares da região”, diz o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

Carros e motos estacionados em locais proibidos e sobre calçadas e condutores sem capacetes foram os principais motivos de notificações. Na Rua Nelson de Sá Earp, uma embalagem térmica foi apreendida com cervejas e garrafas de diversos tipos de bebidas alcoólicas que estavam sendo comercializadas sem autorização. Um cão de detecção de drogas ainda foi utilizado e ajudou a encontrar dois cigarros de maconha, que foram levados para a 105ª DP.

Em 2017, a Guarda Civil realizou seis operações de choque de ordem e registrou 150 ocorrências, a maior parte por estacionamento irregular, som alto, venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos e tráfico de drogas.

A taxa de homicídios em Petrópolis entre as cidades com mais 100 mil habitantes é a menor em todo estado do Rio de Janeiro. Os dados foram divulgados pelo Atlas da Violência 2018, um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 309 cidades de médio e grande porte em todo país. A Cidade Imperial tem 10,7 homicídios ou mortes violentas por causa indeterminada por 100 mil habitantes, a menor em todo território fluminense. Para reduzir ainda mais os índices e consolidar o município como o mais seguro do estado, Petrópolis investe em monitoramento por câmeras, que será inaugurado na semana que vem.

O Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) vai reunir as forças de segurança que atuam no município – Guarda Civil, 26º Batalhão da Polícia Militar e as duas delegacias (105ª e 106ª) –, que vão acompanhar imagens de 46 locais em todos os cinco distritos do município. Além delas, os órgãos responsáveis pela organização de trânsito – Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) – e os que fazem atendimentos de emergência – Defesa Civil e Bombeiros também vão aproveitar a central de monitoramento.

Petrópolis tem um histórico de tranquilidade e segurança, mas é necessário fazer investimento constante na área para que isso se mantenha. É por isso que município está criando uma moderna central de monitoramento, que vai ficar a disposição das forças de segurança para que esses índices possam cair cada vez mais. A cidade terá monitoramento em 46 pontos, quantidade que nunca foi alcançada antes, e com o que há de mais moderno em tecnologia, tudo isso a serviço da proteção da população.

O município ficou à frente de cidades vizinhas, como Teresópolis (13,2 homicídios a 100 mil habitantes) e Nova Friburgo (19,4),e de outras que já possuem monitoramento há mais tempo e com mais câmeras que Petrópolis, como Volta Redonda (26,2), Rio de Janeiro (34,9) e Niterói (38).

O projeto que será inaugurado na semana tem monitoramento de 46 locais em toda cidade, mas já há previsão de expansão. A prefeitura recuperou uma verba de R$ 500 mil de uma emenda federal que será usada para aquisição de mais 40 câmeras – Petrópolis terá 86 pontos monitorados.

Mais de um ano de planejamento

A central de monitoramento vem sendo planejada pela prefeitura, os comandos da Guarda Civil, PM e os delegados desde o ano passado e a instalação das câmeras começou no último mês de abril. Em todos os locais com monitoramento, são instaladas câmeras que filmam em 360º. Além disso, dos 46 pontos, cinco deles – em entradas da cidade – vão receber também câmeras fixas que fazem leitura de placas de veículos. No total, são 56 câmeras na cidade.

Nesses cinco pontos, serão uma câmera de 360º e mais duas câmeras de leitura de placas, uma em cada direção da pista. Dessa forma, será possível monitorar se um veículo roubado ou furtado está entrando ou saindo do município, permitindo atuação de imediato das forças policiais.

A cidade vai contar com equipamentos nos locais mais movimentados, como áreas de comércio – só na Rua Teresa, maior shopping a céu aberto da América Latina, são cinco câmeras – e pontos turísticos – todos locais que vão receber atrações da Bauernfest, que começa nesta sexta (22.06), como Palácio de Cristal, Praça da Liberdade e Praça da Águia, são monitorados. Mas além desses locais, vários bairros do município vão contar com câmeras: Nogueira, Corrêas, Araras, Valparaíso, Itamarati, Cascatinha, Quissamã, Retiro, Itaipava, Pedro do Rio, entre outros.

As câmeras serão utilizadas também para ajudar o turismo na cidade, ao coibir o uso irregular de vagas de estacionamento destinada a ônibus que trazem visitantes para o município. Bombeiros e Samu, por exemplo, terão a possibilidade de verificar se uma chamada por socorro é verdadeira ou trote, evitando um eventual deslocamento desnecessário. A PRF poderá ser informada se um veículo roubado está deixando a cidade, podendo atuar para interceptar o criminoso. A CPTrans poderá organizar rotas alternativas em caso de retenções no trânsito, como em acidentes. A Defesa Civil terá a oportunidade de acompanhar os níveis dos rios, o que será fundamental em épocas de chuvas.

O sistema de monitoramento é moderno e permite, por exemplo, que investigações da Polícia Civil aconteçam de forma mais rápida e eficiente. A partir de filtros, é possível pesquisar imagens de acordo com cores, direção, velocidade, ociosidade ou tamanho objeto, facilitando a busca por pistas de um crime. As câmeras conseguem filmar com nitidez em uma distância de até um quilômetro.

“As imagens vão permitir atuação imediata diante de um crime, com um agente sendo acionado para ir até o local do flagrante, ou ajudar na elucidação, mesmo que o crime não ocorra diante das câmeras – ainda assim, será possível verificar, por exemplo, se um criminoso passou próximo do local da ocorrência, que também pode ajudar a reconstituir a cena do crime”, explica o coordenador de Segurança do município, Maurício Borges.

Sexta, 03 Agosto 2018 - 19:11

Cidade teve 44 lixeiras queimadas em 2018

Situação representa um prejuízo de R$ 48,4 mil para a Força Ambiental, que precisou repor as que foram danificadas

Petrópolis teve 44 lixeiras de plástico rígido queimadas em atos de vandalismo nesse ano. Essas lixeiras, com capacidade de armazenar até uma tonelada de lixo, estavam espalhadas em 30 locais diferentes. A Força Ambiental, responsável pela coleta na cidade, também faz a colocação dessas coletoras. Os equipamentos incendiados representam custo de R$ 48,4 mil para a empresa e significam prejuízo para a população.

De acordo com a Força Ambiental, cada coletora dessa custa R$ 1.100. No entanto, não é só a empresa que sofre com o problema.

Todas as lixeiras já foram repostas, mas isso não é de imediato. A gente tem um cronograma de colocação de lixeiras todos os meses, mas para repor essas que foram queimadas demora dois ou três dias. Então a população também é prejudicada, já que fica esses dias sem a coletora. Por causa disso, a empresa fez uma parceria com a Comdep para a construção de 13 coletoras fixas de alumínio.

As lixeiras queimadas são detectadas primeiramente pelos coletores ao ir nos locais para fazer o recolhimento. Em alguns casos, elas foram totalmente destruídas e, em outros, os funcionários encontraram as coletoras ainda em chamas.

As fotos dos equipamentos incendiados foram registradas pela empresa em boletins de ocorrências em pelo menos duas oportunidades, mas a empresa fará novos registros sobre os casos mais recentes. Em julho, por exemplo, os atos de vandalismo ocorreram em duas coletoras na Rua Brigadeiro Castrioto (Bairro Esperança), duas no ponto final da Provisória, uma na Rua Nelson de Sá Earp, uma na Cel. Veiga, uma na Rua Arcelino Correia Machado (Pedro do Rio) e uma na Rua Alagoas (Quitandinha) – a mais recente, ocorrida na última terça (31.07).

Os demais casos ocorreram no Retiro, Duarte da Silveira, Quarteirão Brasileiro, Alcobacinha, Alto da Serra, Independência, Bingen, Jardim Salvador, Corrêas, Nogueira, Sargento Boening, Quissamã, Mosela e Estrada da Saudade.

A coleta de lixo é feita com regularidade e é removida uma quantidade média de 320 toneladas por dia. Todas as ruas são atendidas com coleta diária ou com intervalo máximo de 48 horas. Isso demonstra que os incêndios não vêm ocorrendo como uma tentativa de queimar lixo acumulado. Atos de vandalismo podem gerar até seis meses de prisão e multa aos responsáveis, como prevê o artigo 163 do Código Penal, podendo aumentar em três anos por se tratar de dano a patrimônio público.

O problema já sido detectado no ano passado, quando foram registrados casos de incêndio e furto das coletoras. Em um deles, imagens de câmeras de segurança de uma residência ajudou a encontrar o responsável por atear fogo em coletoras no Humberto Rovigatti. O homem foi levado para a delegacia e reconheceu ter cometido o crime.

Câmeras ajudaram a identificar carros usados na fuga dos criminosos 

As imagens do Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) ajudaram a 106ª Delegacia de Polícia, em Itaipava, nas investigações que culminaram na prisão de uma quadrilha responsável por roubos a residências na Região Serrana e de carga na baixada Fluminense. As prisões foram feitas durante a Operação Diamante, realizada em São João do Meriti, Realengo e Xerém. As câmeras foram usadas como parte do material probatório de um roubo realizado em Itaipava, na madrugada da última quarta-feira (27.06).

Nesse dia, um casal foi feito refém por mais de uma hora durante um assalto na localidade Jardim Americano, que fica na Estrada Philuvio Cerqueira, que liga Petrópolis a Teresópolis. Os bandidos levaram joias, aparelhos de TV, videogames, vidros de perfume importados, relógios e cerca de R$ 4 mil, três mil euros e três mil dólares.

Na fuga, eles passaram de carro e foram flagrados pelas câmeras que ficam próximo ao Terminal e do Parque Municipal de Itaipava. Foi pelas imagens que a polícia conseguiu identificar dois veículos utilizados para fazer escolta dos criminosos – e partir disso, foram identificados dois dos autores do assalto.  

“Foi fundamental a utilização das câmeras do Ciop para a identificação dos carros que estavam envolvidos no assalto. Já tínhamos uma investigação anterior para identificação da autoria dos crimes e as câmeras auxiliaram para que identificássemos os dois carros “batedores” do crime. Inclusive um deles a gente não tinha a identificação e conseguimos saber quem era o proprietário, que confessou que participou mesmo do crime. Dessa forma, foi ótimo, porque nós apreendemos os veículos e as imagens corroboram a nossa investigação, quando a gente comprova os carros que estavam sendo utilizados na prática criminosa”, explica a delegada da 106ª DP, Juliana Ziehe.

Na operação, dois homens foram presos temporariamente por roubo qualificado e associação criminosa e um terceiro foi preso em flagrante por porte de arma de fogo com numeração raspada. Um quarto rapaz foi conduzido com o carro “batedor” e teve a prisão temporária decretada pelo plantão judiciário.

Este é o primeiro caso elucidado pela Polícia Civil com participação fundamental do Centro Integrado de Operações de Petrópolis. O Ciop conta com 56 câmeras em 46 locais na cidade e ficam a serviço das forças de segurança – Guarda, PM e delegacias –, além de CPTrans, Defesa Civil e Bombeiros. Inaugurado na última segunda-feira (25.06), o equipamento já estava em funcionamento desde maio 24 horas por dia.

Este caso mostra exatamente uma das funções do Ciop. Além de poder fazer o flagrante de um crime e permitir atuação de imediato, ele também pode ajudar a investigação para tirar criminosos da rua. Essas prisões feitas com ajuda das câmeras mostram o tamanho do benefício que toda a população já tem à disposição com esse equipamento.

Segunda, 13 Agosto 2018 - 14:29

Ciop conta com duas câmeras móveis

Equipamentos já usadas em operações de segurança e também em eventos, como a Semana da Pátria, em setembro

De maio a julho, central de monitoramento registrou 102 ocorrências criminais e de trânsito

Além de 56 câmeras espalhadas em 46 locais, o Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) já conta com mais duas câmeras especiais. São equipamentos móveis, que podem ser presos ao uniforme do agente que faz o patrulhamento na rua, participa de operações de segurança ou monitora grandes públicos em eventos, por exemplo. Elas já têm sido utilizadas em campo e registrou, inclusive, uma prisão por tráfico de drogas em Vila Rica. O planejamento agora é tornar o uso cada vez mais presente – ela será vista em trabalho, por exemplo, nos desfiles da Semana da Pátria, no mês que vem.

Essas câmeras também filmam em alta definição, assim como os demais equipamentos espalhados na cidade. Elas podem gravar imagens com ou sem áudio por até seis horas ininterruptas e transmitem as imagens em tempo real para a central de monitoramento via internet. Também é feito o armazenamento das imagens na própria câmera para o caso do local onde está sendo utilizado não possuir cobertura de sinal – nesse caso, quando é terminada a utilização da câmera, o agente vai até a central (no Centro de Cultura Raul de Leoni) para guardar os dados. Outra possibilidade é tirar fotos

O Ciop é uma ferramenta que vem dando resultados desde o início da operação do sistema e que agora conta com mais um equipamento importante, que vai permitir não apenas visualizar as imagens do alto, mas também do chão. É mais uma forma de garantir a segurança da população, sobretudo em eventos, o que é muito importante para Petrópolis.

"Essas câmeras possuem uma presilha ajustável e podem ser presas em diferentes posições, como na gola da camisa ou na alça do uniforme, sobre os ombros, onde for melhor para cada agente trabalhar. No caso de Vila Rica, ela ficou presa no colete do agente que conduziu os cães durante a operação", conta o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

No último dia 26 de julho, ela estava em uso durante uma operação conjunta do canil da Guarda e a Polícia Militar para combater o tráfico de drogas em Vila Rica. A PM prendeu um homem por porte e uso de drogas. Ele seria de uma favela de Duque de Caxias e possui outras acusações de tráfico de drogas. Outros dois foram levados para prestar depoimento na delegacia. Toda essa operação foi filmada e as imagens já estão com o Ciop.

"Assim como todas as imagens de todas as outras câmeras, elas também ficam a disposição da justiça como elemento probatório e para serem usadas em investigações da Polícia Civil. E esses equipamentos também são uma forma de resguardar a própria atuação do agente durante o trabalho e garantir a segurança dele", explica o coordenador de Segurança, Maurício Borges.

102 ocorrências em dois meses e meio

O Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) iniciou o monitoramento em meados de maio e registrou 102 ocorrências até o fim de julho. Dessas, 58 foram relativas a incidência criminal e 15 relacionados ao trânsito. As demais incluem acompanhamento manifestações, princípio de incêndio, entre outros tipos casos que foram visualizados pelas câmeras catalogados pelos agentes.

Casos relativos a suspeita de tráfico, posse ou consumo de drogas representam três em cada quatro ocorrências criminais. Mas o Ciop também já ajudou a prender uma quadrilha responsável por assaltos em Itaipava, em junho, e outros três suspeitos de pelo mesmo crime em Pedro do Rio, em julho. Outro caso de repercussão recente com participação efetiva do Ciop foi o roubo de um carro de uma concessionária na Cel. Veiga.

Na madrugada do dia 04, um veículo avaliado em R$ 70 mil foi roubado em uma ação na qual os bandidos usaram o próprio carro para quebrar uma porta de vidro. Na fuga, o carro foi identificado pela câmera que fica Praça Pasteur, o que permitiu que a Polícia Militar diminuísse o raio para busca do automóvel, que foi encontrado na Rua Sargento Fontes, na Castelânea, no mesmo dia.

O Ciop tem várias possibilidades de atuação, não apenas no flagrante de um crime, mas contribuindo para investigações, como nesses casos, em que foi possível realizar prisões e recuperar um veículo roubado. Em breve, essa capacidade será ampliada, com o segundo projeto de monitoramento, que terá a instalação de mais quarenta câmeras na cidade.

Todas as imagens são acompanhadas 24 horas todos os dias por agentes da Guarda Civil, Polícia Militar, CPTrans e Defesa Civil diariamente, além de Polícia Civil e Bombeiros, também integrados ao sistema de monitoramento.

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