Primeira parte do projeto, que começa a ser montada ainda este mês, foi apresentada nesta segunda-feira (15.01) ao prefeito Bernardo Rossi

A central de monitoramento de Petrópolis começará a ser montada até fim de janeiro. Serão instaladas câmeras em 45 pontos da cidade num primeiro momento, serviço que será feito pela empresa Emive. Nesta segunda-feira (15.01), o plano de trabalho foi apresentado à prefeitura. O sistema de monitoramento ainda terá uma segunda etapa, alcançando monitoramento em 85 pontos.

Graças ao empenho do pessoal da área da Segurança, a prefeitura vai conseguir monitorar 85 pontos em toda cidade. A prefeitura está trabalhando para deixar Petrópolis um lugar ainda mais seguro para a população e para os turistas. Haverá câmeras nas entradas da cidade e nos bairros. A central ainda será importante não apenas para as forças de segurança, mas também para o trânsito, para Defesa Civil, para os Bombeiros. Petrópolis será beneficiada de muitas maneiras.

A central ficará num espaço de 90 metros quadrados do Centro de Cultura Raul de Leoni e vai integrar os esforços das forças de segurança (Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia Civil), de orientação e controle de trânsito (CPTrans) e de atendimento de emergências (Defesa Civil e Bombeiros). Outros órgãos também vão poder se beneficiar da central de monitoramento, como Samu e Polícia Rodoviária Federal, por exemplo.

Serão monitorados locais como Praça de Nogueira, Praça de Corrêas, Retiro, Palácio de Cristal, 13 de Maio, Praça da Liberdade, Praça da Águia, além da Rua do Imperador, Rua Teresa, Paulo Barbosa, Praça da Inconfidência, Duas Pontes, Valparaiso, Mosela, Parque Municipal de Itaipava, Pedro do Rio, Ipiranga, Quissamã, Itamarati, Cascatinha, Montecaseros e Araras, além das entradas da cidade, no Bingen, no Quitandinha, no Alto da Serra, no Trevo de Bonsucesso e na Posse.

O plano de trabalho da Emive foi montado após a empresa fazer o mapeamento dos 45 pontos onde ela instalar câmeras. A ida a todos os pontos foi feita junto com a SSOP em dezembro. O objetivo dessa vistoria foi identificar em cada ponto o exato local onde ficarão os equipamentos, além da existência de tubulações de água, esgoto ou gás e também a proximidade com árvores. O engenheiro da empresa também esteve na sala que vai abrigar os agentes que vão acompanhar as imagens 24 horas por dia.

A empresa é de Belo Horizonte (MG) e é líder no país no segmento de segurança eletrônica, com atuação em quase todos os estados do Brasil. No Rio, a Emive implantou os sistemas de Três Rios e Búzios, que são similares em tecnologia ao que será instalado em Petrópolis. A quantidade de câmeras que a cidade terá tornará o município um dos mais monitorados do estado, segundo o diretor de contratos da Emive, Igor Facella.

“A implantação do sistema é feita em seis etapas, começando pelo levantamento de campo, que será iniciado em 10 dias. Depois vem a instalação da infraestrutura interna e externa, em seguida a adequação da rede de transmissão de dados e aí vem a instalação de equipamentos (das câmeras). A partir disso, é feito o treinamento dos agentes que vão acompanhar as imagens e aí começa a execução do monitoramento propriamente”, explica Facella.

As câmeras gravam em 360º, em alta definição, fazem reconhecimento facial e de placas de veículos. Além delas, serão fornecidos poste de cinco metros de altura, nobreaks, rádios de comunicação, servidores de gravação de imagens, computadores, monitores, televisores, entre outros itens.

Também participaram da reunião o secretário de Serviços, Segurança e Ordem Pública, Djalma Januzzi; o secretário de Defesa Civil, Paulo Renato Vaz; o coordenador de Segurança, Maurício Borges; o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni; o diretor técnico-operacional da CPTrans, Luciano Moreira; o delegado da 106ª DP (Itaipava), André Lourenço – representando também o delegado da 105ª DP (Retiro), Cláudio Batista –, o subcomandante do 26º Batalhão da Polícia Militar, Thiago Fernando Sardinha e o diretor-presidente do Diário de Petrópolis, Paulo Antônio Carneiro Dias.

A montagem do Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) avançou ao longo do último fim de semana. Entre sábado (24.03) e domingo (25.03), foram instalados 13 postes de sustentação das câmeras. Nesta segunda (26.03), o trabalho continuou em mais cinco pontos: Cel. Veiga (em frente à Patrone), Ponte Fones, Pórtico do Bingen, Rua Teresa e Quissamã. Com isso, 23 postes já estão no lugar do monitoramento – metade do total de pontos.

Além dos cinco locais com instalação nesta segunda-feira, a Emive, empresa responsável pela montagem do Ciop, já colocou postes em Av. Ipiranga, 13 de Maio, Praça da Águia, Praça da Liberdade, Montecaseros, Palácio de Cristal, Gehren, Mosela (entrada), Estácio/HST, Rua Teresa (quatro pontos), Alto da Serra (dois pontos), Praça Pasteur, Duas Pontes e Valparaíso.

“Se não voltar a chover, é possível terminar a instalação dos postes em toda a cidade até o fim da próxima semana”, explica o engenheiro da empresa, Rodrigo Gonçalves Silva.

O Ciop vai alcançar 86 pontos após a segunda fase de instalação do sistema de monitoramento, que prevê mais 40 câmeras para auxiliar os trabalhos das forças de segurança (Guarda Civil, Polícia Militar e Polícia Civil), de orientação do trânsito (CPTrans) e de atendimento de emergências (Defesa Civil e Bombeiros). As câmeras gravam em 360º, em alta definição, fazem reconhecimento facial e de placas de veículos.

A central de monitoramento vai avançando e, em breve, estarão prestando um grande serviço para a população. A cidade está investindo em tecnologia para facilitar a atuação de cada órgão que vai atuar de forma integrada na central de monitoramento.

Local vai abrigar trabalho das forças de segurança, CPTrans, Defesa Civil e bombeiros

A nova central integrada de monitoramento da cidade vai ficar no Centro de Cultura Raul de Leoni. O espaço começa a ser preparado na semana que vem, com a transferência do setor administrativo para o andar térreo do local. A central vai contar com cerca de 90 m² e vai contar com o trabalho conjunto das forças de segurança (Guarda Civil, Polícia Militar e Polícia Civil), da CPTrans, da Defesa Civil e dos bombeiros. Ao mesmo tempo, o Centro de Cultura vai passar a contar com mais uma galeria, essa dedicada às artes plásticas.

A área onde ficará a central terá também alojamentos, uma cozinha e um gabinete para gestão de crises. A sala ganhar adaptações na parte elétrica, instalação de monitores, colocação de mobiliário (mesas e cadeiras), pintura, entre outros detalhes.

O número de câmeras ainda não foi fechado, mas vão monitorar 45 pontos além daqueles já vigiados atualmente. Os equipamentos serão adquiridos com recursos de uma emenda parlamentarda deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) ao orçamento da União em 2015 no valor de R$ 500 mil que foi recuperada pelo prefeito Bernardo Rossi após não ter sido usada no governo passado. A verba já foi utilizada, por exemplo, para adquirir 3,5 mil metros de cabos de fibra óptica.

“As câmeras terão tecnologia de reconhecimento placas de carro, software moderno que reconhece cores. Elas vão ficar posicionadas do Quitandinha e Bingen até Posse, em locais já mapeados pela SSOP, pela PM e pela Polícia Civil”, explica o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

Atualmente, a cidade conta com 20 câmeras em duas centrais, uma na Guarda e outra na CPTrans. Os equipamentos foram reativados em abril pela Guarda, após mais de seis desligadas por problemas na transmissão das imagens via rádio – reparo que não foi providenciado na gestão anterior. Além disso, o monitoramento foi acrescido na cidade esse ano com o início da operação do ônibus de videomonitoramento, que possui sete câmeras, e do posto fixo da Praça da Liberdade, que tem quatro.

O espaço onde ficará a central integrada foi cedido pelo próprio presidente do Instituto Municipal de Cultura e Esporte (IMCE), Leonardo Randolfo, que ressalta a importância desse equipamento para a cidade.

“Petrópolis ganha mais segurança e, com essa reorganização das salas que estamos fazendo aqui no Centro de Cultura, vamos poder ampliar o espaço da cultura com inauguração de uma galeria voltada ao trabalho dos artistas plásticos da nossa cidade”, disse Randolfo.

Local vai reunir monitoramento de 85 pontos e primeira parte da estrutura será montada pela empresa mineira Emive

As forças de segurança do município (Guarda Civil, Polícia Militar e delegacias), de controle e operação de trânsito (CPTrans) e de atendimento de emergências (Defesa Civil e Bombeiros) vão atuar juntos no Centro de Comando e Controle que está sendo preparada pelo município. Ela vai reunir as imagens de 85 câmeras que serão espalhadas em diversos pontos pela cidade.Desta forma, a atuação desses órgãos será facilitada e a resposta às demandas da população será ainda mais rápida.

O trabalho será concentrado no Centro de Cultura Raul de Leoni, num espaço de 90 m² que servia para o setor administrativo do Instituto Municipal de Cultura e Esporte (IMCE) – que agora fica no andar térreo. Além da estrutura para os homens que vão trabalhar no local, que terá ainda um gabinete para gestão de crises.

A primeira parte da estrutura será montada pela empresa Emive Patrulha 24 Horas Ltda., empresa de Belo Horizonte (MG) que fará o serviço por R$ 655.200,00 – valor 41,8% mais baixo do que o valor inicial previsto em licitação. Foram realizadas 25 rodadas de ofertas até a definição do vencedor da concorrência. A empresa atua em quase todos os estados do país e é líder no Brasil no segmento de segurança eletrônica.

Essa primeira etapa tem 45 câmeras que fazem rotação em 360º, possuem reconhecimento facial e realizam gravação de imagens em alta definição. Além disso, serão fornecidos poste de cinco metros de altura, nobreaks, rádios de comunicação, servidores de gravação de imagens, computadores, monitores, televisores, entre outros itens.

Serão monitorados locais como trevo de Bonsucesso, Praça de Nogueira, Praça de Corrêas, Retiro, Palácio de Cristal, 13 de Maio, Praça da Liberdade, Praça da Águia, Rua do Imperador, Rua Teresa, Paulo Barbosa, Praça da Inconfidência, Alto da Serra, Duas Pontes, Valparaiso, Pórtico do Quitandinha, Pórtico do Bingen, Mosela, Parque Municipal de Itaipava, Pedro do Rio, Posse, Ipiranga, Quissamã, Itamarati, Cascatinha, Montecaseros e Araras.

O segundo passo deste trabalho será a aquisição de mais 40 câmeras com os recursos de uma emenda parlamentar da deputada Cristiane Brasil recuperada pelo prefeito Bernardo Rossi de R$ 500 mil. O projeto inicial, feito pelo governo anterior, previa a compra de 20 câmeras. Porém, a Guarda Civil fez uma adequação do projeto e conseguiu dobrar o total de câmeras e com melhor resolução, menor custo de manutenção e que permite integração a qualquer sistema de monitoramento.

A Prefeitura criará um Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) para o monitoramento de pontos estratégicos da cidade – do ponto de vista da segurança pública e também da Defesa Civil e do trânsito. O CICC contará com câmeras de monitoramento e reunirá, na mesma sala, representantes de diferentes órgãos: Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil, Corpo de Bombeiros, CPTrans, Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Secretaria de Segurança Pública, entre outros.

Para a criação do CICC, o prefeito Rubens Bomtempo delegou a tarefa ao secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, que, desde o dia 21 de janeiro, responde interinamente pela Secretaria de Segurança Pública. A proposta de Bomtempo é fundir as duas secretarias em projeto de lei que será encaminhado à Câmara Municipal.

Bomtempo escolheu Simão para a tarefa em função da experiência que o secretário de Proteção e Defesa Civil tem como coronel do Corpo de Bombeiros. Há cerca de cinco anos, pelos Bombeiros, Simão foi à Europa por 30 dias para conhecer os sistemas de monitoramento de Paris, Londres, Barcelona e Madri. “Nesse período, aprendi a importância de se unificar os trabalhos, para a cidade ter um único sistema de monitoramento, para melhorar a qualidade do serviço e dar mais segurança a população. Com a unificação, ganham todos, porque uma mesma câmera pode ser útil para mais de um órgão. Para a cidade é muito ruim que cada órgão tenha o seu sistema de câmeras”, disse Simão.

Recentemente, o servidor de um dos sistemas de câmeras de monitoramento (que controla 15 câmeras) queimou durante um temporal. O processo de compra do novo servidor está em fase final. O sistema deverá voltar a operar em julho, com a chegada e instalação do novo servidor. “É importante lembrar que a Prefeitura vem se empenhando para manter o sistema, assumindo mais uma responsabilidade que é também do Governo do Estado. Com o novo sistema, será possível a redundância de novas fontes de telemetria, permitindo mais segurança nos links. Novas câmeras serão instaladas, com observação permanente e ainda ampliação do monitoramento para novas áreas”, disse o secretário Rafael Simão.

Simão explicou que, em relação aos pontos onde serão instaladas às câmeras, também serão escolhidas áreas suscetíveis a inundações, por exemplo, com a Rua Coronel Veiga, para assim agilizar a ação de resposta da Defesa Civil. “No CICC, integraremos as câmeras com o nosso sistema de pluviômetros e com os radares meteorológicos de outros órgãos”, disse.

Com 56 câmeras distribuídas em 46 locais, capacidade de acompanhar imagens até 1 km de distância e sistema capaz de detectar a entrada de veículos roubados na cidade, o Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) é modelo para cidades da Região Serrana que querem investir em tecnologia como aliado da segurança pública. Nesta quinta-feira (13.09), o prefeito Bernardo Rossi apresentou o sistema de monitoramento implantado no primeiro semestre para os prefeitos de Teresópolis, Vinicius Claussen, e de Nova Friburgo, Renato Bravo. Na visita, ambos destacaram a importância do trabalho desenvolvido por aqui e de atuar em conjunto para garantir a segurança da Região Serrana.

O Ciop, operado pela Guarda Civil, está em funcionamento desde maio e já vem ajudando Polícia Militar e as delegacias na atuação de combate à criminalidade em Petrópolis. Desde então, já foram realizadas cinco prisões após assaltos a residência, roubo de carga, furto de loja e tráfico de drogas e recuperação de um veículo roubado de uma concessionária.

As câmeras também contribuem com o trabalho de outros órgãos, como a CPTrans e os Bombeiros. No período de funcionamento do sistema, foram 21 ocorrências de acidentes, colisões, atropelamentos, ônibus quebrado e abalroamento. Com isso, foi possível auxiliar tanto para indicar rotas alternativas e não causar grandes retenções como para o socorro de vítimas. A Defesa Civil é mais um beneficiado, com a possibilidade de monitorar locais onde, historicamente, ocorrem alagamentos, como a Cel. Veiga, o que vai permitir uma atuação mais rápida e precisa para minimizar os impactos de chuva.

Em Teresópolis, a prefeitura está implantando a primeira etapa de um sistema de monitoramento com equipamentos similares aos de Petrópolis – câmeras com um quilômetro de alcance, que filmam em 360º e em alta definição e conta com identificação de veículos roubados. O prefeito Vinicius Claussen acredita que o sucesso obtido pelo Ciop deixa a certeza de que o município está seguindo o mesmo bom caminho adotado por aqui.

“Petrópolis já conta com o sistema funcionando há mais tempo e já colhendo frutos, como mostram as estatísticas. E a gente espera que as três cidades trabalhem juntas também e mostrem para o estado do Rio e para o Brasil que a Serra carioca é uma bolha de segurança, que pode estar atraindo turista e que as pessoas da nossa região têm um ganho de vida e de bem-estar, com a sensação de segurança”, disse Claussen.

O prefeito de Nova Friburgo, Renato Bravo, elogiou a estrutura do sistema de monitoramento de Petrópolis e acredita que a integração entre as três cidades é um fator decisivo para dar mais segurança para toda a região.

“Nós temos já o monitoramento, “Cidade Inteligente”, em parceria com a Defesa Civil, Polícia Militar e Guarda Municipal, e nós avaliamos que é muito importante que a gente troque essas informações porque eu vi coisas aqui que eu vou levar para nossa cidade e provavelmente temos coisa lá que podemos trazer para aqui. Foi muito positivo esse contato para que a gente possa ter resultados positivos sempre visando a qualidade de vida da população”, afirmou Bravo.

A visita ao Ciop também foi acompanhada pelo vice-prefeito Baninho e pelo titular da pasta de Serviços, Segurança e Ordem Pública, Djalma Januzzi – responsável pelo Ciop - pelos secretários de Desenvolvimento, Marcelo Fiorini; de Defesa Civil, Paulo Renato; de Cultura, Leonardo Randolfo e de Turismo, Marcelo Valente. Também estiveram presentes os vereadores Roni Medeiros, Luizinho Sorriso e Wanderley Taboada e o presidente da Águas do Imperador, Márcio Salles.

Ciop reúne trabalho de Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia Civil, CPTrans, Defesa Civil e Bombeiros

48 câmeras já estão instaladas

Projeto vai chegar a 96 equipamentos

Petrópolis ganhou nesta segunda-feira (25.06) um moderno Centro Integrado de Operações, que reúne o trabalho conjunto de forças de segurança, de organização de trânsito e de atendimento de emergências. Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia, CPTrans, Defesa Civil e Bombeiros vão acompanhar imagens de 56 câmeras em todo município. A inauguração aconteceu no Centro de Cultura Raul de Leoni, que é base da central de monitoramento.

Desse total, 48 câmeras já estão instaladas e funcionando. Outras oito serão posicionadas e ativadas até o fim da semana. Elas ficam em 46 locais do município. Esta é a primeira etapa do sistema de monitoramento de Petrópolis – depois, serão colocadas mais 40 câmeras, alcançando o total de 96 em toda cidade.

Quando a prefeitura começou a projetar com as forças de segurança, tinha uma outra ideia do que era o monitoramento. E os delegados Alexandre Ziehe e Andre Lourenço mostraram qual era o melhor caminho para fazer esse projeto. A prefeitura foi conhecer o que se fazia em outros lugares e o potencial dessa ferramenta. O monitoramento acontece em entradas da cidade e fecha todo município, com câmeras do Quitandinha à Posse e equipamentos de ponta, que permitem leitura de placa e facilita a investigação. É um sonho que se tona realidade.

"O Ciop é uma grande ferramenta para o aumento da eficiência da atuação da PM. Temos um policial aqui monitorando as imagens e isso ajuda a orientar a nossa atuação na rua, tanto de forma preventiva quanto diante de uma ocorrência", considera o comandante do 26º BPM, Oderlei Souza.

"As imagens vão viabilizar que a gente tenha acesso imediato a acidentes, cheias de rios e deslizamentos, facilitando que a gente busque vias alternativas para poder prestar o socorro mais rápido", fala o comandante do 15º GBM, Ramon Camilo.

O titular do Departamento Geral de Polícia do Interior (DGPI), Alexandre Ziehe, ressaltou que o Ciop também vai contribuir para coibir tentativas de fraudes e comunicações falsas de crimes.

"O sistema de monitoramento não serve apenas para dizer que o crime aconteceu e servir como prova técnica para o judiciário, mas também para mostrar que o crime não ocorreu. É muito comum alguém aparecer na delegacia e dizer que teve o celular roubado, um carro roubado para fraudar o seguro, ou que foi violentado. Isso é muito comum. As câmeras vão mostrar, se houver uma falsa comunicação de crime, que esse fato não ocorreu”, explica.

O juiz da Vara da Infância e Juventude, Alexandre Teixeira, classificou a inauguração do Ciop um “marco” na segurança de Petrópolis.

"Hoje o momento é de agradecimento. Essa realização é uma cobrança que a gente já faz há algum tempo de outros governantes e que agora se concretiza. É um marco, daqui para frente a gente vai colher muitos frutos. Petrópolis não será lugar para quem quer fazer algo de errado. E é isso que nós queremos”, afirmou.

"Antes dessa ferramenta, se a gente não tinha o horário certinho da ocorrência, a análise das imagens se tornava algo muito longo, demandava vários policiais e ainda corria o risco de, por detalhe, se perder a cena que a gente precisava. E com esse equipamento, a possibilidade de filtros para a investigação ser mais rápida e precisa é enorme", destaca o ex-delegado da 106ª DP, André Lourenço.

Ciop trará benefícios para cada órgão integrado

Todos os 46 locais serão monitorados com equipamentos que filmam em 360º e alcançam até um quilômetro de distância. Desses pontos, em cinco deles (Bingen, Quitandinha, Alto da Serra, Bonsucesso e Posse) também serão usadas câmeras com leitura de placas – totalizando 56 câmeras em todo município. Outra vantagem que o sistema traz é a possibilidade de fazer investigações mais rápidas, com filtros para encontrar imagens a partir de informações como cores, direção, velocidade, ociosidade ou tamanho objeto.

A central de monitoramento vem sendo planejada desde o primeiro semestre de 2017 pela coordenação de Segurança da prefeitura, Guarda Civil e forças policiais, que orientaram sobre o formato do projeto e os pontos que deveriam receber as câmeras. Essa integração foi destacada pelo secretário de Serviços, Segurança e Ordem Pública (SSOP), Djalma Januzzi.

A diferença da cidade é a integração, unindo as forças policiais. A cidade vai colher os frutos dessa central no futuro.

"É um sonho muito antigo para a cidade. Eu trabalho na área de segurança há mais de 20 anos como policial militar de carreira, e esse Centro Integrado de Operações é uma demonstração da preocupação do prefeito com a segurança do município, para os petropolitanos e para os turistas. Essa ferramenta é importantíssima”, falou o coordenador de Segurança, Maurício Borges.

Para o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni, o trabalho conjunto entre as forças é o que torna a cidade mais segurança.

"Hoje nós temos esse mecanismo em que, quem ganha, é a cidade. Chegar ao posto de mais segura do estado só é possível graças a algo que não se vê em outras cidades, que é a integração. Aqui no Ciop, Guarda Civil, Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e CPTrans falam a mesma língua. Como cidadão petropolitano, eu me sinto honrado de fazer parte disso”,declarou.

Estiveram presentes à inauguração do Centro Integrado de Operações de Petrópolis o vice-prefeito Baninho; a delegada da 106ª DP, Juliana Ziehe; o diretor-presidente da CPTrans, Jairo Cunha; o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, Paulo Renato Vaz e mais  secretários municipais, assim como vereadores, representantes da Emive (empresa responsável pela instalação do Ciop), o diretor do Conselho Comunitário de Segurança Pública (CCS), Guilherme Lacombe, da empresária e integrante do grupo “Todos por Petrópolis” (que auxilia forças de segurança no município), Alvanei Ab Daud, e do ex-prefeito de Queimados, Max Lemos.

Petrópolis terá 46 pontos monitorados por câmeras 360º e com equipamentos de leitura de placas, nas entradas da cidade

Com câmeras em 46 pontos espalhados pelos cinco distritos do município, sendo que em cinco deles os equipamentos farão leitura de placas de veículos, o Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop) será inaugurado na próxima terça-feira (19.06). O sistema moderno de monitoramento da cidade segue sendo instalado, mas já está sendo utilizado desde maio. Esta é a primeira parte do sistema, que ainda terá uma segunda etapa que irá ampliar para 86 o total de pontos monitorados.

A central de monitoramento é fruto de um esforço da atual administração. Logo nos primeiros dias, a prefeitura recuperou uma verba de R$ 500 mil de uma emenda do governo federal para a área, que será usada para aumentar o número de câmeras na cidade. Além disso, ele liderou o projeto que será inaugurado nesta semana, reunindo os órgãos que estarão integrados no Ciop para mapear a cidade e formatar o trabalho.

Esse é um marco extremamente importante para a cidade. São 46 locais em Petrópolis que serão monitorados 24 horas por dia e essas vão ajudar a ampliar a capacidade de trabalho das forças de segurança. O investimento na área da segurança tem valor incalculável e não apenas a Guarda Civil, a PM e as delegacias vão ganhar com o Ciop, mas também a CPTrans, a Defesa Civil e os Bombeiros. A população vai perceber o benefício em diversas frente.

Até o momento, já foram instaladas em 37 locais. Os equipamentos estão em locais como pórtico do Quitandinha, Ponte Fones, Valparaiso, Duas Pontes, Praça Pasteur, esquina da Rua do Imperador com a Nelson de Sá Earp, Rua Teresa (cinco pontos), Alto da Serra, esquina da Paulo Barbosa com a Caldas Viana, Praça da Inconfidência, esquina da Rua do Imperador com Paulo Barbosa, em frente ao Obelisco, Praça Visconde de Mauá (Praça da Águia), em frente à Catedral São Pedro de Alcântara, Praça da Liberdade, Palácio de Cristal, 13 de Maio, em frente ao Gheren, na entrada da Mosela, no Bingen – entre o Hospital Santa Teresa e a Estácio de Sá –, na esquina da Montecaseros com a Roberto Silveira, em frente à 105ª DP (Retiro), próximo ao Parque Municipal de Itaipava, no trevo de Teresópolis, Quissamã, Itamarati, na Av. Ipiranga, pórtico do Bingen, trevo de Bonsucesso, Cel. Veiga (em frente a Patrone), na Ponte Branca, em Cascatinha (próximo ao Terê Frutas) e na entrada do Carangola (em frente ao Palhoça).

Câmeras 360º e de leitura de placas

Em todos esses pontos, foram instaladas câmeras que filmam em 360º com alta definição e conseguem captar imagens com nitidez até 1 km de distância. Além delas, no Alto da Serra, no pórtico do Quitandinha, no pórtico do Bingen e no trevo de Bonsucesso também foram colocados equipamentos com leitura de placas – o aparelho fixo para acompanhar a movimentação de veículos também estará em outra entrada da cidade, na Posse.

Em frente Terminal Corrêas, na Praça de Corrêas, na Praça de Nogueira, próximo ao Castelo de Itaipava, no DPO de Pedro do Rio, próximo a Cervejaria Itaipava (também em Pedro do Rio), no retorno do pedágio e no centro da Posse, no acesso a Araras e no Itamarati também serão instaladas câmeras de 360º, com previsão de instalação completa até o próximo dia 30.

O monitoramento já está ocorrendo na prática desde meados de maio, após a fase de treinamento, quando a Guarda Civil passou a manter efetivo 24 horas para acompanhar as imagens. Em seguida, PM, CPTrans e Defesa Civil passaram a manter agentes para atuar de forma integrada na sala da central de monitoramento, que fica num espaço de 90 m² do Centro de Cultura Raul de Leoni. Os bombeiros também já estão aproveitando os benefícios do Ciop para, por exemplo, identificar se uma chamada feita é verdadeira ou trote – e evitar deslocamentos desnecessários.

Para a Polícia Civil, o sistema implantado em Petrópolis permite uma análise de cenas muito mais rápida e eficiente. A partir de filtros, é possível pesquisar imagens de acordo com cores, direção, velocidade, ociosidade ou tamanho objeto, facilitando a busca por pistas de um crime.

“As imagens vão ajudar a atuar no ato criminoso, quando um agente pode ser acionado para ir imediatamente ao local, e também para comprovação de um crime. E nesse caso, não só se a câmera flagrar o momento do crime, mas pode filmar uma movimentação, a presença do criminoso próximo ao local da ocorrência, enfim, uma série de possibilidades que servirão como prova dentro da investigação da Polícia Civil”, explica o coordenador de Segurança, Maurício Borges.

Além dos 46 pontos, o município já recebeu autorização do Ministério da Justiça para dar sequência ao outro projeto de instalação de câmeras. Com uma emenda federal, serão colocados mais 40 equipamentos de filmagem – o dobro do inicialmente previsto. A região de Itaipava também ganhou um sistema próprio, com 20 câmeras instaladas no Parque Municipal, na divisa com Teresópolis, uma na União e Indústria na altura da concessionária da Land Rover e a última em frente à 106ª Delegacia de Polícia. E a cidade conta ainda com o ônibus de videomonitoramento, que possui sete câmeras (duas internas, duas em cada lateral e uma que pode ser levantada a 11 metros e é capaz de monitorar em um raio de 300 metros de distância).

“A cidade vive um novo momento na segurança, com investimento em tecnologia para auxiliar as forças de segurança e trabalho integrado. Este é o caminho para dar mais proteção para os petropolitanos e todos que vem para cá e para ampliar a capacidade de trabalho de cada órgão que trabalha nessa integração”, destaca o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni.

 

O Choque de Ordem realizado por Guarda Civil, Polícia Militar e Fiscalização de Posturas na noite desta sexta-feira (07.06) teve 23 registros de ocorrências. Um bar da Rua 13 de Maio recebeu uma autuação por não ter fechado o estabelecimento à meia-noite e outro por ter descumprido a ordem de fechamento – esse bar só encerrou o funcionamento por volta de 00h40.

O trabalho mobilizou 31 agentes entre 22h e 1h deste sábado (08.06). Foram aplicadas 20 multas por estacionamento irregular, metade na Rua 13 de Maio e o restante na Nelson de Sá Earp. Além disso, o choque de ordem também esteve na Estrada da Saudade, onde um bar foi multado por som alto.

“Seguimos fiscalizando os bares quanto ao horário de funcionamento e como um dos estabelecimentos não cumpriu a determinação, autuamos e demos ordem de fechamento, o que não foi cumprido e gerou mais uma autuação por desobediência. Temos realizado o Choque de Ordem frequentemente com o objetivo de evitar que a diversão de algumas pessoas signifique transtorno para outras”, diz o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni, que esteve no serviço desta sexta.

A determinação de fechamento dos estabelecimentos comerciais à meia-noite foi tomada há duas semanas, após episódios de violência na Rua 13 de Maio. A medida foi estendida também para a Rua Nelson de Sá Earp. A partir do próximo dia 14 de junho, o horário de funcionamento será estendido: os bares devem fechar à meia-noite e meia, mas poderão continuar atendendo clientes dentro dos estabelecimentos até 1h30. A medida será válida para todo Centro, além das duas ruas.

A operação contou com 14 agentes da Guarda Civil, oito PMs, três fiscais de Posturas (além do diretor de Ordem Pública, Charles Nazareno), e ainda dois conselheiros tutelares e três agentes da Vara da Infância e da Juventude. Dez viaturas foram usadas no trabalho.

As ações de “Choque de Ordem” foram implementadas pela Secretaria de Serviços, Segurança e Ordem Pública em 2017. No primeiro ano foram registradas 150 ocorrências em seis edições. No ano passado, em cinco edições foram contabilizadas 173 ocorrências – número que considera todos os pontos por onde o Choque de Ordem passou (Centro e bairros). Esse ano, em 13 edições foram registradas 184 ocorrências. O objetivo é coibir estacionamento irregular, som alto, venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, além de reprimir o tráfico de drogas.

O fechamento de bares à meia-noite foi garantido em mais ação de Choque Ordem realizada pela Guarda Civil, Fiscalização de Posturas e Polícia Militar entre a noite deste sábado (25) e madrugada de domingo (26). A ação visa assegurar o cumprimento da determinação da prefeitura sobre o limite de encerramento  dos estabelecimentos em ruas como a 13 de Maio. Foram mobilizados 26 agentes, com apoio de 12 viaturas.

O trabalho teve início às 22h e se estendeu até 01h. Primeiro, os agentes da Guarda Civil e os fiscais de Posturas foram em todos os bares e estabelecimentos comerciais sobre a instrução normativa das secretarias de Serviços, Segurança e Ordem Pública (SSOP) e de Fazenda. O mesmo foi feito na Rua Nelson de Sá Earp, com tempo suficiente para todos procederem com o fechamento do funcionamento.

O fechamento dos bares é uma medida necessária diante dos episódios de brigas e confusões, que colocam em risco a vida de quem frequenta esses locais, algo que não podemos admitir.

Durante o Choque de Ordem, foram aplicadas quatro multas por estacionamento irregular sobre ponto de ônibus. Alguns estabelecimentos também foram notificados antes do horário de fechamento por som em volume alto, que foi acatada imediatamente.

A medida foi tomada após novo episódio de confusões na Rua 13 de Maio, na madrugada de sábado (25.05). Na ocasião, por volta de 4h15 um homem embriagado e sem habilitação atropelou uma pessoa, o que desencadeou uma briga generalizada naquele momento. Ele foi levado para a 105ª DP e o caso está sendo investigado, inclusive com imagens do Centro Integrado de Operações de Petrópolis.

A Prefeitura também está pedindo à PM intensificação do policiamento após horário de fechamento dos bares quando grupos se mantém nas ruas consumindo bebidas alcoólicas e promovendo desordem.

A medida iniciada neste sábado também vale para os estabelecimentos da Rua Nelson de Sá Earp. Os agentes foram ao local e orientaram os donos dos bares sobre o fechamento.

Funcionário de um desses bares, Felipe Costa atribui as confusões a pessoas que não consomem nesses estabelecimentos. Para ele, essa situação atrapalha o comércio local e, por isso, entende que a medida adotada agora é uma forma de estabelecer um limite e garantir a ordem pública.

“Esses problemas são fruto de uma baderna que vem de fora, e não de quem está nos bares. Isso atrapalha todo mundo, porque o cliente vê essa situação na calçada e não vem para o bar. Então eu concordo que essa medida tem que ser tomada mesmo. Eu fico triste por ter que fechar essa hora, é o meu trabalho e isso me prejudica, mas infelizmente algumas pessoas não respeitam. Tem que estabelecer um limite para depois ver como fica”, diz ele.

 

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