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Quarta, 16 Setembro 2015 - 09:36

Inclusão de Defesa Civil nas escolas inspira grupo de Angra dos Reis

Uma comitiva de pesquisadores, agentes de Defesa Civil e educadores de Angra dos Reis, esteve, nesta terça-feira (15/9), em Petrópolis para conhecer detalhes de como a Prefeitura incluiu a temática da Defesa Civil no currículo escolar da rede municipal. O objetivo do grupo é levar a iniciativa para Angra dos Reis, para, assim como Petrópolis, buscar difundir entre os jovens a cultura da prevenção de desastres naturais.

O prefeito Rubens Bomtempo incluiu a Defesa Civil no currículo escolar da rede municipal no fim de 2014. Desde então, a Prefeitura, por meio das secretarias de Proteção e Defesa Civil e de Educação, vem capacitando os professores para que trabalhem a prevenção dentro de sala de aula. As inscrições para o curso à distância, pela internet, disponibilizado aos professores, estão abertas no site da Prefeitura – www.petropolis.rj.gov.br. Além desse curso, a Prefeitura vem realizando, mensalmente, um curso presencial com professores de 22 escolas.

Na comitiva de Angra dos Reis, estavam agentes de Defesa Civil, educadores da Secretaria de Educação e pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Desastres Sócio-Naturais da Universidade Federal Fluminense (UFF). O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, se reuniu com o grupo. “Ficamos felizes com essa visita, porque foi uma oportunidade para trocarmos experiências e dividirmos com eles o que já conquistamos em Petrópolis com a inclusão da Defesa Civil no currículo escolar. Eles fizeram questionamentos importantes que poderão nos ajudar a aprimorar essa iniciativa, que começou agora a ser implantada no nosso município. O objetivo comum entre os dois municípios é sensibilizar uma geração que está se formando para a importância da prevenção, para que todos entendam o seu papel na redução dos riscos de desastres naturais”, disse o secretário Rafael Simão.

O professor Anderson Sato, chefe do Grupo de Pesquisa em Desastres Sócio-Naturais da UFF de Angra dos Reis, afirmou que a proposta, ainda embrionária naquele município, está sendo debatida entre a universidade e as secretarias de Educação e de Defesa Civil. “Estamos aqui porque Petrópolis está em uma etapa mais avançada, já com a ideia sendo colocada na prática. Queremos buscar essa experiência e adaptá-la para a nossa realidade. Essa troca de experiências é fundamental”, disse o professor Anderson Sato.

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