Na reunião, com 120 participantes, moradores conheceram projeto básico das obras, tiraram dúividas e deram sugestões. Projeto final será apressentado nas próximas semanas.

Obras de grande porte no Alto da Serra começam pela encosta no trecho entre o Hipershopping ABC e a Rua Hercília Henriques Moret, para proteção de escola, pronto socorro e 300 casas.

O primeiro pacote das grandes obras de contenção de encostas no Alto da Serra vai ser licitado pela Prefeitura. Cerca de 250 moradias ficarão protegidas de riscos.

A Prefeitura abriu licitação pública para a recuperação da Escola Municipal Vereador José Fernandes da Silva, no Alto da Serra, atingida por deslizamento de terra em fevereiro.

A Prefeitura abriu licitações para reforma das unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Centro e Cascatinha, que também vão ganhar sistemas de prevenção de incêndio e pânico.

Os trabalhadores da Comdep que atuaram no Palácio de Cristal e da empresa contratada para as obras foram homenageados pelo Prefeitura na manhã desta sexta-feira (22), antes da reabertura.

Depois de um ano e meio, a Prefeitura cumpriu os seus requisitos fiscais, saiu do Cauc (Sistema de Informações sobre Requisitos Fiscais) e pode novamente contratualizar linhas de créditos com instituições federais.

O governo municipal visitou, na manhã desta quinta-feira (2), a comunidade da 24 de Maio, e anunciou o início das intervenções na quadra da Escola Clemente Fernandes. Na sexta-feira (3), equipes da Comdep começam a retirada da barreira e da estrutura metálica que foi danificada pelo deslizamento. A visita foi ao lado da procuradora do Ministério Público, Denise Tarin; e dos secretários de Obras, Almir Schmidt; e Educação, Adriana de Paula; além do presidente da Comdep, Leonardo França.

“Nesses mais de 100 dias das chuvas de fevereiro já conseguimos avançar em várias frentes de trabalho e ações de reconstrução da 24 de Maio. A reforma da quadra e as obras de contenção vão garantir o retorno das aulas na escola e também dos projetos sociais que aconteciam na região. Vamos avançar com o diálogo com o Governo do Estado e pedir que sejam incluídas intervenções em algumas pedras e contenções que ainda não foram contempladas”, disse o prefeito Rubens Bomtempo.

A procuradora Denise Tarin ressaltou a gestão participativa e a importância do comprometimento da comunidade no trabalho de reconstrução. “Toda essa região teve uma nova reconfiguração depois da chuva e por isso a importância da participação de todos. É importante que haja uma mobilização da comunidade e uma reflexão sobre como queremos a 24 de Maio a partir de agora. A responsabilidade para garantir uma Petrópolis segura e resiliente é de todos”, enfatizou.

A presidente da Associação de Moradores da 24 de Maio, Odete Silva, também participou da visita. Ela frisou a importância de ter todos as esferas unidas na reconstrução da comunidade e pontou a participação dos moradores nesse processo. “É um momento muito feliz de estarmos todos juntos reunidos e dialogando. Temos um problema sério aqui na comunidade que é sobre o despejo de lixo e essa questão precisa ser resolvida por todos, poder público e moradores”, comentou a líder comunitária. “Queremos reconstruir nossa comunidade e que ela volte a ser feliz e alegre”, disse outro líder comunitário, o morador Lucas Carvalho.

Após a limpeza da quadra e retirada da estrutura danificada, será feito um estudo que apontará quais intervenções poderão ser feitas no local. Após a chuva de fevereiro, os alunos da Escola Municipal Clemente Fernandes foram transferidos para a Casa da Educação Visconde de Mauá. A escola não foi afetada pelos deslizamentos, mas está em uma área interditada pela Defesa Civil (DC).

Além da reforma da quadra, a Prefeitura também vai fazer pequenas intervenções no prédio da escola enquanto a área não é liberada pela Defesa Civil.

Obra de manutenção, a mais longa até agora, chega à fase final

A Prefeitura finaliza, no Valparaíso, a obra de manutenção viária mais longa desde o início da recuperação emergencial da cidade. A conclusão do trabalho está restabelecendo a rede de águas pluviais da localidade de Chapa 4 e, ao mesmo tempo, devolvendo ao clube Petropolitano o seu campo de futebol, onde o estouro da rede havia aberto crateras.

A manutenção de ruas, calçadas e redes pluviais costuma durar dois ou três dias, mas nesse caso do Valparaíso os trabalhos transcorrem desde 11 de abril. A rede de manilhas, de traçado antigo, corta o subsolo do campo de futebol de gol a gol, escoando as águas da Rua Marcílio dias até a galeria da Simon Bolivar, rumo ao Rio Quitandinha.

A rede pluvial foi arrebentada sob o gramado em decorrência das catástrofes climáticas de fevereiro e março. Por conta da força das águas, que inundaram parte do campo, duas grandes crateras foram abertas no gramado, ao mesmo tempo que a destruição de manilhas passou a obstruir o escoamento das águas rumo à rede da Simon Bolivar.

“O tempo está ligado à complexidade do serviço: tivemos que refazer a rede, enterrada a até quatro metros abaixo do campo”, explica na Secretaria de Obras, Habitação e Regularização Fundiária o diretor do Departamento de Manutenção Viária, Carlos Henrique Müller. Aberto o gramado com retroescavadeira, mais de 40 metros de rede foram refeitos, com novas manilhas.

A obra foi além da recomposição da galeria de águas pluviais. Sob o gramado do Petropolitano passam também dutos de outros serviços – entre eles, de eletricidade _, que exigiram cuidados especiais. Como a fiação do estádio é de alta tensão, foi preciso interromper várias vezes a transmissão de energia, para segurança dos trabalhadores.

O apoio da Prefeitura à restauração da Catedral de São Pedro de Alcântara está dando feição nova à área externa de um dos cartões-postais mais conhecidos de Petrópolis. No jardim, as árvores já estão podadas e os caminhos têm novo piso, de paralelepípedos, graças ao trabalho da Comdep e da Secretaria de Obras, Habitação e Regularização Fundiária.

A colaboração municipal com a revitalização do monumento histórico e arquitetônico vai continuar. A Prefeitura vai refazer todo o jardim e asfaltar o acesso de automóveis a uma passarela lateral, construída para a entrada de cadeirantes no templo. O asfalto da Rua São Pedro de Alcântara, ao redor do templo, também será recuperado.

O prefeito Rubens Bomtempo destaca que o apoio à restauração traduz o reconhecimento do valor histórico, artístico e turístico da Catedral. “Não poderíamos deixar de ajudar a Diocese neste empreendimento, que vai revitalizar um de nossos grandes monumentos. A Catedral ajuda a divulgar Petrópolis no país e no exterior”, afirma o prefeito.

As obras na Catedral de São Pedro de Alcântara, que recebe 300 mil visitantes por ano, têm investimento de R$ 13,4 milhões – 98% procedentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além de restauro e reforço estrutural, a Catedral terá uma galeria sob a torres para exposições e um sistema de segurança contra incêndio.

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