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Quarta, 15 Setembro 2021 - 10:22

Equipamento de transmissão de sinal para a comunicação por rádio, utilizado pela Defesa Civil, sofre depredação no Morin

Equipamento de transmissão de sinal para a comunicação por rádio, utilizado pela Defesa Civil, sofre depredação no Morin

As equipes da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias atuam para a segurança e manutenção do ponto de apoio de comunicação por rádio localizado no Morin. A serviço do órgão, o equipamento que oferece suporte para interface com os demais setores de segurança em situações de emergência, tem sido alvo de depredação e atos de vandalismo. A situação preocupa a Defesa Civil, tendo em vista que a frequência de rádio é um importante instrumento para o atendimento a ocorrências, especificamente quando os demais meios de comunicação ficam indisponíveis.

Para garantir a preservação do local, a Defesa Civil instalou sinalização e equipamentos para conscientizar a população e impedir que o equipamento seja novamente danificado e consequentemente, que a transmissão do sinal para a comunicação por rádio volte a ser prejudicada. “Estamos lidando frequentemente com dificuldades no local. É muito importante contar com a ajuda da própria população para evitar que os atos de vandalismo ocorram. Sem essa estrutura perdemos o sinal para a comunicação de rádio, que é uma importante alternativa quando, por alguma ocorrência, perdemos outros meios de comunicação com os demais órgãos de segurança”, destaca o subsecretário da Defesa Civil, reforçando que os rádios contribuem para a agilidade dos atendimentos durante as ocorrências.

A freqüência de rádio é obtida por meio da Rede de Operações de Emergência de Rádio Amadores (ROER), que atua em parceria com a Defesa Civil desde 2017. Os radioamadores já colaboraram até mesmo para a elaboração de planos de contingência de Inverno e Verão de Petrópolis, além de testes de sirenes do Sistema de Alerta e Alarme. A rede atua quando todos os demais meios de comunicação param de funcionar, como já ocorreu na cidade em grandes tragédias como em 2011, no Vale do Cuiabá e em 2013, na Vila São Joaquim, no Quitandinha.

“Esse é um equipamento que garante a segurança da população em situação de tragédias e estamos enfrentando grande dificuldade para manter o sistema funcionando, infelizmente, em virtude da depredação causada por parte da própria população”, frisou o subsecretário da Defesa Civil. Além de danos à estrutura, frequentemente os equipamentos importantes para o funcionamento do serviço, são roubados. Além de placa de sinalização sobre o serviço realizado no local, o equipamento também passa a contar com sistema de vigilância do Centro Integrado de Monitoramento e Operações de Petrópolis (CIMOP), com base na sede Defesa Civil.

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