Por decisão da Prefeitura, as oito linhas de ônibus que atendem a comunidade do Carangola não serão mais operadas pela viação Cascatinha.

O Departamento de Trabalho e Renda (Detra) da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico disponibiliza, nesta semana, 63 oportunidades de emprego. Entre os dias 27 de junho a 01 de julho, os interessados em uma das vagas poderão cadastrar o currículo no site da Prefeitura de Petrópolis (www.petropolis.rj.gov.br) e aguardar avaliação das empresas.

As informações ficam automaticamente armazenadas no banco de dados e disponíveis para todas as vagas divulgadas. Todos os currículos participam dos processos seletivos, desde que atendam aos requisitos exigidos pelo empregador. A responsabilidade pelas entrevistas e possíveis contratações fica a cargo do contratante.


Vagas disponíveis entre 27/06 a 01/07 e pré-requisitos estipulados pelo empregador:

 

Ajudante de Motorista - masculino - de 25 a 35 anos - Ensino Médio, CNH Categoria B - experiência na função – 1 vaga

Aprendiz de Torneiro – masculino - de 20 a 50 anos - Ensino Médio – 1 vaga

Armador de estrutura de concreto - masculino - de 21 a 60 anos - Ensino Fundamental - experiência de 1 ano na função - 2 vagas

Armador de estrutura de concreto armado – masculino - de 21 a 60 anos - Ensino Fundamental - experiência de 1 ano na função – 6 vagas

Assistente Administrativo (Aprendiz) – ambos os sexos - de 14 a 24 anos - Ensino Médio – 1 vaga

Atendente de Agência – ambos os sexos - de 25 a 35 anos - Ensino Médio, CNH categoria B e disponibilidade para viajar - experiência na função – 1 vaga

Atendente de Farmácia de Manipulação – ambos os sexos - de 18 a 40 anos - Ensino Médio e disponibilidade para viajar – 1 vaga

Auxiliar de serviços gerais – feminino - de 25 a 50 anos - Ensino Fundamental - experiência na função – 1 vaga

Bombeiro Hidráulico - masculino - de 18 a 45 anos - Ensino Médio - experiência na função – 1 vaga

Copeiro - masculino – de 25 a 55 anos - Ensino Médio, curso específico na área - experiência na função – 1 vaga

Cortador de roupas – ambos os sexos - de 18 a 60 anos - Ensino Fundamental - experiência na função – 2 vagas

Farmacêutico – ambos os sexos - de 20 a 50 anos - Ensino Superior, curso específico na área - experiência na função – 1 vaga

Garçom – ambos os sexos - de 25 a 55 anos - Ensino Médio, curso específico na área, experiência na função – 4 vagas

Mecânico de manutenção de automóveis - masculino - de 21 a 60 anos - Ensino Fundamental, CNH categoria B - experiência de 2 anos na função – 2 vagas

Mecânico de manutenção de motores à diesel – masculino - de 25 a 55 anos - Ensino Fundamental - experiência de 1 ano na função – 5 vagas

Montador de móveis e artefatos de madeira – ambos os sexos - de 18 a 60 anos - Ensino Fundamental - experiência na função – 2 vagas

Motorista de ônibus urbano - ambos os sexos - de 25 a 59 anos - Ensino Fundamental, CNH categoria D - experiência de 1 ano na função – 15 vagas

Motorista de furgão ou veículo similar - masculino - de 25 a 40 anos – Ensino Médio, CNH Categoria B - experiência na função – 1 vaga

Oficial de Manutenção - masculino - de 21 a 50 anos - Ensino Fundamental - experiência na função – 1 vaga

Operador de Caixa - masculino - de 25 a 55 anos - Ensino Médio, curso específico na área - experiência na função – 1 vaga

Pintor de estruturas metálicas – ambos os sexos - de 18 a 60 anos - Ensino Fundamental -experiência na função – 2 vagas

Pintor de veículos - masculino - de 21 a 60 anos - Ensino Fundamental, CNH Categoria B - experiência de 2 anos na função – 2 vagas

Retificador – masculino - de 20 a 60 anos - Ensino Médio - experiência na função – 1 vaga

Servente de obras – masculino - de 25 a 40 anos - Ensino Médio, possuir veículo para trabalhar e curso específico na área - experiência de 2 anos na função – 1 vaga

Torneiro Mecânico – masculino - de 30 a 60 anos - Ensino Médio - experiência na função – 1 vaga

Venda Telemarketing - ambos os sexos - de 25 a 45 anos - Ensino Médio - experiência de 1 ano na função – 2 vagas

Vendedor de comércio varejista - ambos os sexos - de 25 a 60 anos - Ensino Médio - experiência na função – 1 vaga

O Grupo de Trabalho instituído pela Prefeitura para a criação da moeda social realizou, na terça-feira (28), a sua primeira reunião. Na pauta, os mecanismos jurídicos e legais para a implantação da moeda social em Petrópolis.


Mais de 700 alunos do quinto ano do Ensino Fundamental de 20 escolas da rede municipal de Petrópolis se formaram no Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), desenvolvido pela Polícia Militar (PM) em parceria com a Prefeitura. As duas formaturas – uma no período da manhã e outra à tarde - aconteceram nesta terça-feira (28) no Palácio Quitandinha e contaram com a presença da secretária de Educação Adriana de Paula, do comandante do 26º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o tenente coronel Celso Jorge Lydia Filho, do sub coordenador técnico do Proerd tenente Cabral; do subcomandante do 26ºBPM Major Paiva; além de professores, diretores, policiais militares que fazem parte do programa e familiares dos estudantes.

As formaturas contaram com homenagens aos alunos, aos professores e aos diretores das unidades que participam do Proerd. A banda da PM – UPP Band – animou os eventos, que também contaram com a presença do mascote do programa – o leão. “É uma alegria depois de dois anos de pandemia poder ver esse auditório lotado formando nossos alunos em um programa tão importante para o desenvolvimento deles. Ninguém faz nada sozinho, por isso essas parcerias são importantes. Escola, família e sociedade civil devem andar juntas”, ressaltou a secretária de Educação.

O comandante do 26ºBPM, tenente coronel Celso lembrou que o Proerd já formou 46 mil alunos em Petrópolis desde que foi criado em 1994. “É um programa muito importante que prepara os jovens para resistirem às pressões dos grupos que incentivam o uso de entorpecente e mostra a importância do "não" sem constrangimento”, disse o comandante. O sub coordenador técnico do Proerd, tenente Cabral; do subcomandante do 26ºBPM, Major Paiva também falou sobre as parcerias que fazem o sucesso do programa. “O tripé do Proerd é a família, escola e a PM”, frisou.

A vendedora Aline Dederichs, de 36 anos, acompanhou o filho, Pedro, de 12 anos, que estuda na Escola Municipal Johann Noel na formatura do Proerd. Ela também se formou no programa, em 95, quando estudava no Instituto Metodista. “Eu fiz Proerd e sei o quanto foi importante para minha formação. E agora o meu filho está se formando. Uma semente foi plantada e agora cabe a nós dar continuidade”, disse.

Em Petrópolis, quatro policiais do 26º BPM ministram as atividades do Proerd nas escolas. São eles: a sargento Mirian, o sargento Martins, a cabo Ana e o sargento Arnaldo. As aulas do programa ajudam a conscientizar as crianças sobre as consequências físicas, sociais e legais do uso das drogas.

O Proerd começou no Brasil há 30 anos e é uma adaptação do programa americano chamado de Dare (Drug Abuse Resistence Education - “Educar para Resistir ao Abuso de Drogas”). A implantação no Estado do Rio de Janeiro foi em 1992 e em Petrópolis começou há 26 anos.

A Companhia Municipal de Desenvolvimento (Comdep), segue intensificando as ações de cuidados e recuperação da cidade.

Obra, que teve apoio da Prefeitura, possibilita visitação à torre sineira

A Catedral de São Pedro de Alcântara reabre nesta sexta-feira (1) com atrativo adicional para o turismo. Marco do reerguimento de Petrópolis após os desastres climáticos do verão, a restauração da igreja abre caminho para um programa de visitação a partes que nunca foram abertas ao público, além de restituir a petropolitanos e turistas a contemplação dos atributos culturais e históricos desse cartão-postal da cidade.

A Catedral está totalmente renovada, incluído o entorno, onde a Prefeitura recuperou a Rua São Pedro de Alcântara e remodelou todo o jardim. No interior, o novo roteiro de visitação será percorrido por autoridades e outros convidados após a missa de reabertura, às 10h, presidida pelo bispo Dom Gregório Paixão. A visita inclui passeio sobre as abóbodas, exposição de peças sacras e subida à base da torre sineira.

A Diocese não tem data para franquear ao público a visitação à parte alta do templo, que começa numa escada em caracol no fundo da igreja e exige destemor de altura, forma física e fôlego. Após passar pelo órgão, os visitantes poderão ver a galeria de peças sacras conservadas pela igreja. Sobre as abóbodas e sob o madeirame do telhado, uma passarela metálica conduz a um holograma e a telas de vídeo com a história da Catedral. A última parada é na base da torre, com vista panorâmica da cidade.

Símbolo petropolitano

A Prefeitura participou da recuperação de todo o entorno da Catedral. À Secretaria de Obras coube o recapeamento de asfalto da Rua São Pedro de Alcântara, a melhoria da iluminação da via e o calçamento dos passeios no jardim. A recomposição dos canteiros e o plantio de flores foi feito pela Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep), que também podou árvores e pintou bancos e postes.

“A Catedral de São Pedro de Alcântara é um símbolo constitutivo da vida petropolitana. Ter a igreja reaberta e restaurada é um orgulho para todos nós. Ela não é somente referência de religiosidade, mas também um marco urbanístico”, afirma o prefeito Rubens Bomtempo, para destacar a importância da entrega do templo restaurado aos fiéis e de sua reincorporação ao roteiro turístico-religioso de Petrópolis.

A restauração da Catedral, no valor de R$ 13,4 milhões, durou um ano e meio e foi custeada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com base na lei federal de incentivo à cultura. As obras abrangeram o restauro de todo o patrimônio arquitetônico e artístico e o reforço da estrutura, já que uma movimentação de solo, nas chuvas de 1988, havia causado rachaduras nas paredes.

O bispo de Petrópolis salienta que a restauração foi obra coletiva de empresas e trabalhadores, além da Prefeitura. “Não podemos nos esquecer de ninguém. Desde os trabalhadores do canteiro de obras até os técnicos e coordenadores, todos trabalharam com afinco para entregarmos à cidade este patrimônio. Além de igreja-mãe da Diocese, a Catedral é um bem artístico e cultural dos brasileiros”, afirma Dom Gregório Paixão.

Sonho antigo

O sonho católico de construção de uma catedral em Petrópolis remonta a 1846, ano em que foi criada a Paróquia de São Pedro de Alcântara. A pedra fundamental da obra data de 1876, mas, como a construção não foi à frente, a segunda pedra foi lançada em 1884. Nas duas vezes, estavam presentes o imperador Pedro II e a Princesa Isabel.

O projeto original da Catedral, em estilo neogótico, foi criado pelo engenheiro-arquiteto Francisco de Azevedo Monteiro Caminhoá. As obras seguiram até 1901 e ficaram paralisadas por 17 anos. Para a retomada, em 1918, o projeto foi adaptado às finanças da Igreja pelo engenheiro Heitor da Silva Costa, que também concebeu e conduziu a construção do Cristo Redentor.

A Catedral foi inaugurada em 29 de novembro de 1925, inacabada. Em meio ao prosseguimento das obras, o órgão, com 2.227 tubos, de nove toneladas, foi instalado em 1937. Dois anos depois, o templo ganhou o Mausoléu Imperial, com o sepultamento dos restos mortais do segundo imperador e da imperatriz Teresa Cristina.

A torre da Catedral começou a ser construída somente em 1960, para ser terminada em 1969. Dada por concluída no ano seguinte, a igreja recebeu em 1971 os restos mortais da Princesa Isabel e do Conde D’Eu, colocados na Capela Imperial. Em 1980, a Catedral foi tombada como bem cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).