A Secretaria de Proteção e Defesa Civil, que monitora desde fevereiro de 2014 o maciço rochoso da Posse, de onde lascas de rochas vêm se desprendendo, irá vistoriar o local semanalmente. A informação é do secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, que determinou que o acompanhamento seja intensificado com o objetivo de avaliar possíveis mudanças no cenário. Cinco imóveis seguem interditados, já que geólogos da Defesa Civil constataram que quedas de rochas seguirão acontecendo. Até hoje, todas as quedas foram dentro da área interditada pela Defesa Civil.

Desde fevereiro, os desplacamentos de rochas vêm sendo frequentes, dentro do esperado pelos técnicos da Defesa Civil. Na época, por causa dos sinais de instabilidade no maciço, os técnicos já haviam informado aos moradores da região que os desplacamentos continuariam. Os moradores de três casas foram atendidos pela Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac) e incluídos no programa Aluguel Social. As outras duas casas interditadas são de veraneio.

“É importante que a população siga as orientações da Defesa Civil. Os imóveis onde há risco foram interditados. Não vale a pena colocar a sua vida e a de familiares em risco. Então é importante que esses moradores só voltem a essas casas se houver autorização da Defesa Civil. Além disso, colocamos placas no caminho indicando que as ruas estão interditadas. É fundamental que todos ajam com prevenção, até porque sabemos que haverá novas quedas de placas de rochas”, disse o secretário Rafael Simão.

Os desplacamentos são consequência de um processo natural, como explicam os técnicos da Defesa Civil. “O mais provável é que tenham acontecido por causa da variação térmica e do desgaste natural da rocha. A dilatação e a contração, com o passar do tempo, fizeram com que as lascas se soltassem”, explicou o diretor técnico da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, engenheiro Ricardo Branco. Partes maiores de rochas ainda podem soltar, e essa movimentação vai continuar até que a natureza encontre o equilíbrio.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil se reuniu nesta semana com coordenadores de Núcleos Comunitários de Defesa Civil (Nudecs) e com a ONG Care para avaliar o trabalho feito em 2014 e traçar metas para 2015. O objetivo é dar continuidade ao que foi feito nos últimos dois anos, quando mais de 500 moradores de 54 comunidades foram capacitados pela Defesa Civil para atuar como voluntários nas ações de prevenção de desastres das chuvas. Nesses dois anos, eles participaram de cursos gratuitos onde aprenderam noções básicas de Defesa Civil. Além disso, a ONG Care trouxe instrutores estrangeiros para capacitações específicas desses voluntários.

Os Nudecs são o elo entre a Defesa Civil e as comunidades. Com a criação desses 54 Nudecs pela Prefeitura, os 500 voluntários capacitados pela Defesa Civil podem difundir nas comunidades a cultura da prevenção de desastres das chuvas. “Criar em todo o município a cultura da prevenção é um longo processo. Avançamos muito nesses dois anos, mas ainda falta muito. Vamos continuar trabalhando para que mais pessoas se conscientizem de que precisam agir preventivamente para evitar um desastre causado pelas chuvas”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

O prefeito Rubens Bomtempo, desde janeiro de 2013, vem apostando em parcerias da Defesa Civil com as comunidades e com ONGs para deixar Petrópolis mais segura em relação às chuvas. Em 2014, por meio da parceria com as ONGs Care e Cert, a Defesa Civil promoveu um curso de primeiros socorros ministrado por um instrutor treinado pelo governo dos Estados Unidos. Na ocasião, participaram do curso coordenadores de Nudecs. Também em 2014, coordenadores de Nudecs receberam uma capacitação para administração de abrigos temporários feita pelo coordenador da ONG chilena Emah. Como explicou o diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves, que comandou a reunião desta semana, a intenção é ter mais cursos em 2015.

“A reunião desta semana foi uma conversa inicial para o que esperamos em 2015. O objetivo é aumentar e fortalecer a rede de voluntários da Defesa Civil. Vamos continuar realizando reunião com os Nudecs já formados, buscar outros cursos para os voluntários que já capacitamos em 2013 e 2014 e criar novos Nudecs”, disse Gileno.

As 54 áreas assistidas por Nudecs são: 24 de Maio, Amazonas, Bairro Esperança, Bairro Mauá, Bataillard, Bela Vista, Benfica, Bingen, Boa Esperança, Boa Vista, Capela, Castelânea, Caxambu, Chácara Flora, Chapa 4, Cremerie, Dr. Thouzet, Duarte da Silveira, Duques, Espírito Santo, Estrada da Saudade, Euclides da Cunha, Fazenda Inglesa, Ferroviários, Floresta, Florido, Gentio, Gulf, Independência, João Xavier, Madame Machado, Meio da Serra, Montese, Morin, Morro do Gavião, Mosela, Oficina, Oswaldo Cruz, Pedras Brancas, Pica-Pau, Posse (Praça Flávio Castrioto e Estrada do Juruá), Presidente Sodré, Rio de Janeiro, Rocio, São João Batista, São Sebastião, Sargento Boening, Serrinha, Siméria, Taquara, Vale do Cuiabá, Ventura e Vila Felipe.

A Prefeitura, em parceria com a iniciativa privada, conseguiu a instalação de uma câmera na Rua Coronel Veiga para o monitoramento do Rio Quitandinha nos dias de fortes chuvas. Essa já é mais uma ferramenta da Secretaria de Proteção e Defesa Civil para acompanhar as chuvas em diferentes pontos da cidade. O objetivo é agilizar a resposta do município para o caso de inundações.

Quando o rio transbordar, a CPTrans poderá fechar o acesso à via e orientar os motoristas sobre rotas alternativas. Já a Comdep poderá providenciar a limpeza da via com mais rapidez, logo que a água baixar. Outros órgãos também poderão ser acionados pela Defesa Civil, com base no Plano de Contingência de Petrópolis, para que tomem as providências necessárias. O plano, apresentado pelo prefeito Rubens Bomtempo em 2013, define o que cabe a cada órgão no caso de deslizamentos ou inundações.

O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, destacou que a câmera se soma aos 70 pluviômetros automáticos e semiautomáticos de Petrópolis – 44 instalados desde 2013. “A câmera e os pluviômetros permitem à Defesa Civil ter uma leitura mais precisa da intensidade das chuvas nos diferentes bairros de Petrópolis, o que otimiza as ações de prevenção e de resposta da Defesa Civil”, disse Simão. Como explicou o secretário de Ciência e Tecnologia, Airton Coelho, as imagens serão disponibilizadas para a população na página da Prefeitura nos próximos meses.

Para que a câmera fosse instalada, a Prefeitura buscou parcerias com a iniciativa privada. A empresa Gridlab cedeu o equipamento e fez a instalação gratuitamente. A peça foi colocada em um poste no estacionamento do Centro Hospitalar Cidade Imperial. A Techcable, por meio do convênio já existente com a Secretaria de Ciência e Tecnologia, instalou a internet no equipamento, para que as imagens sejam transmitidas em tempo real para a Secretaria de Proteção e Defesas Civil. A concessionária Ampla foi acionada pela Defesa Civil e agilizou as instalações elétricas.

“É uma determinação do prefeito Rubens Bomtempo que as secretarias busquem apoio de órgãos e empresas parceiras, visando ao bem público. Com essas parcerias, conseguimos avançar mais, como foi o caso dessa câmera na Rua Coronel Veiga”, disse Rafael Simão.

A Secretaria de Obras vem, desde 2013, realizando a limpeza do Rio Quitandinha, na altura da Rua Coronel Veiga, para minimizar os efeitos das chuvas na região. “O transbordamento do rio naquele local é um problema estrutural, e a solução deve ser integrada, abrangendo todas as bacias envolvidas e as demais esferas governamentais (Estado e União)”, disse o secretário de Obras, Robson Cardinelli.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil está aproveitando este verão de poucas chuvas para reforçar a realização de vistorias preventivas em Petrópolis. O objetivo é orientar os moradores para que tomem medidas que deixem suas casas mais seguras para quando as chuvas fortes vierem.

Mesmo sendo verão, os índices pluviométricos no município estão menores do que a média dos últimos anos. No Independência, por exemplo, choveu 100 milímetros nos últimos 30 dias, enquanto que a média para o período é de mais de 400 milímetros. Com isso, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil não está recebendo demanda de atendimento à resposta a chuvas fortes, como deslizamentos e inundações, o que possibilita uma maior dedicação à prevenção de desastres das chuvas.

“A Defesa Civil atua o ano inteiro na prevenção a desastres das chuvas, com capacitação de voluntários nas comunidades, campanhas de conscientização, vistorias preventivas, entre outras ações. No entanto, quando chega o verão, a Defesa Civil acaba atuando muito na resposta a ocorrências das chuvas. Neste verão, como está chovendo menos do que o normal, podemos continuar nos dedicando totalmente à prevenção. Essa é uma determinação do prefeito Rubens Bomtempo, para que a Defesa Civil atue em várias frentes para reduzir os riscos de desastres das chuvas. Os riscos são altos em Petrópolis, por ser uma cidade montanhosa, onde chove muito, mas, nos últimos dois anos, avançamos muito na prevenção e vamos continuar avançando”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil.

As solicitações de vistorias preventivas são feitas pelo telefone 199. Depois de registradas pela Defesa Civil, um técnico – engenheiro, geólogo ou arquiteto – vai ao local vistoriar o imóvel. O técnico analisa os possíveis riscos existentes no terreno e na construção e dá orientações ao morador para que ele tome as providências necessárias para aumentar a segurança de sua residência. A ligação e o serviço são gratuitos.

“É importante que o morador solicite a vistoria preventiva o quanto antes, para que dê tempo de ele realizar as medidas necessárias na casa antes de as chuvas virem”, disse o diretor técnico da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, engenheiro Ricardo Branco.
Nesta quinta-feira (22/1), a Defesa Civil realizou uma vistoria preventiva na casa de Maria Helena Walsh, na Rua Casemiro de Abreu, no Centro. Técnicos orientaram a moradora a trocar as calhas, que já estão velhas, o que faz com que a água que cai no telhado não tenha o destino correto, infiltre no terreno e gere rachaduras na calçada em volta da casa. Outra orientação foi para a moradora limpar e proteger o muro da casa, também para evitar infiltrações.

“Precisava muito desse atendimento da Defesa Civil. Achei ótimo. Eu estava preocupada com as rachaduras na calçada em volta da casa. Eles me deram as orientações direitinho e eu vou fazer o que eles falaram”, disse Maria Helena.

O novo comandante do Comando do Bombeiro da Área Serrana (CBA Serrana), coronel Flávio Luiz de Castro, esteve nesta terça-feira (20/1) na Secretaria de Proteção e Defesa Civil, conhecendo os trabalhos do órgão. Flávio Luiz assumiu o cargo na última quinta-feira (15/1) e acredita que manterá uma relação de parceria com a Secretaria de Proteção e Defesa Civil nas ações de prevenção de desastres das chuvas e de queimadas. O CBA Serrana tem 11 unidades e cerca de mil militares atuando.

O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, mostrou ao comandante o funcionamento do Centro de Operações (Ceop) do órgão, onde agentes acompanham em monitores os índices pluviométricos e os radares meteorológicos e registram as ocorrências feitas por moradores pelo telefone 199. Em seguida, Simão fez uma apresentação das principais ações da Defesa Civil desde 2013, na prevenção e na resposta a desastres das chuvas.

“Eu vim para o comando do CBA com as atenções voltadas  para a prevenção. Todos os trabalhos que fiz nos Bombeiros foram nesse sentido. Tenho percebido que as pessoas gostam muito de trabalhar na resposta a desastres, mas temos que mudar essa cultura. O foco tem que ser na prevenção. Aqui na Defesa Civil eu vi que vou encontrar um eco muito grande nessa atuação. Além disso, vi que é um órgão extremamente técnico. Sei que muitas Defesas Civis atuam ainda de forma amadora, enquanto, em Petrópolis a Defesa Civil tem nível de excelência”, disse o coronel Flávio Luiz.

Simão mostrou ao comandante que, desde janeiro de 2013, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil capacitou mais de 500 voluntários em Núcleos Comunitários de Defesa Civil (Nudecs) instalados em 54 comunidades. Esses moradores aprenderam noções básicas de prevenção a desastres das chuvas e o que fazer para deixar sua casa mais segura em relação às chuvas fortes. Neste período, a Defesa Civil distribuiu mais de 60 mil panfletos e cartilhas com dicas de prevenção nas comunidades. Outro trabalho mostrado foi o teste mensal das sirenes, realizado todo dia 10, para que os equipamentos estejam disponíveis quando o município precisar. Simão falou também sobre o Plano de Contingência de Petrópolis, que define o que cabe a cada órgão em um desastre natural, entre eles o Corpo de Bombeiros. O Plano foi apresentado em 2013, pela primeira vez sob a forma de tabelas, e colocado em prática em um exercício simulado de mesa em 2014.

“Temos uma relação de parceria muito importante com os Bombeiros, tanto nas ações de resposta quanto nas de prevenção a desastres das chuvas e a queimadas. Como determinou o prefeito Rubens Bomtempo, vamos cada vez mais fortalecer essas parcerias com outros órgãos para deixar Petrópolis cada vez mais segura em relação às chuvas. Já avançamos muito nesse sentido nos últimos dois anos. Com a participação da população e de outros órgãos, como é o caso do CBA Serrana, poderemos continuar avançando”, disse o secretário Rafael Simão.

O engenheiro japonês Yoichi Miki, consultor da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), ministrará em fevereiro um curso sobre mapeamento de risco para técnicos brasileiros, entre eles um geólogo e um engenheiro da Secretaria de Proteção e Defesa Civil. O curso faz parte da parceria de quatro anos, iniciada no fim de 2013, entre o governo brasileiro e o Japão para a prevenção de desastres das chuvas em Petrópolis, Nova Friburgo e Blumenau (SC). Serão duas semanas de curso, que será realizado em Nova Friburgo.

O curso é uma continuidade da visita ao Japão em 2014 feita pelo diretor técnico da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, engenheiro Ricardo Branco, e pelo geólogo Yuri Garin, também da Defesa Civil. No país, eles aprenderam a metodologia usada pelos japoneses para definir as áreas de risco e de alto risco de serem atingidas por deslizamentos.

Essa metodologia consiste em uma fórmula matemática que, a partir das características do solo e das construções da região, calcula a quantidade de terra que pode se deslocar por causa das chuvas e o alcance desse deslizamento. “No Japão, fizemos um treinamento, em sala e em campo, para aprender a metodologia. Nós calculamos as áreas de risco e de alto risco de algumas localidades do Japão e depois confrontamos com os resultados que eles já tinham. A teoria, nós aprendemos no Japão. Agora vamos trazer essa teoria para a realidade brasileira. Apesar das equações serem as mesmas, os parâmetros são diferentes. Então, agora em fevereiro, vamos usar essa metodologia com nossos dados, levando em conta o tipo de solo que temos aqui e o nosso padrão construtivo”, disse Ricardo Branco.

No Japão, os técnicos da Defesa Civil viram que, nas áreas apontadas como sendo de alto risco, é permitida a existência de casas, desde que os proprietários realizem intervenções estruturais para proteger as moradias de deslizamentos.

Além dos técnicos da Defesa Civil de Petrópolis, participarão do curso em fevereiro técnicos de Nova Friburgo, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e do Serviço Geológico do Estado do Rio (DRM).

As 18 sirenes do Sistema de Alerta e Alarme de Petrópolis foram testadas no último sábado (10/01), pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil. No acionamento remoto, pela internet, todas funcionaram perfeitamente. Já no acionamento manual, apenas duas apresentaram falhas: a do Duques e a da Rua Nova, na 24 de Maio. No mesmo dia, a empresa responsável pela manutenção dos equipamentos foi informada e já realizou os reparos.

Para o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, o resultado foi positivo, já que o teste mostrou que o município poderá contar com as sirenes caso seja necessário.  Ele lembrou que as sirenes são a melhor ferramenta de prevenção a curto prazo que Petrópolis possui.

“O ideal é que o morador de área de risco já tenha definido um local seguro para ir sempre que começar a chover forte. Pode ser a casa de um amigo ou parente que não fique em área de risco. O morador já deve também deixar perto da porta um kit emergência, com documentos, remédios, capas e guarda-chuvas, material de higiene e calçados apropriados. Quando começar a chover forte, é para ser automático: o morador reúne a família, pega o kit e vai para o local seguro já determinado. Isso antes mesmo de a sirene tocar. A sirene, com o alerta de risco de deslizamentos generalizados, é o último aviso de que é para sair de casa“, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

No fim de 2014, a Prefeitura implantou um novo alerta das sirenes, que é o alerta para possibilidade de chuvas fortes, somando-se ao alerta de risco de deslizamentos generalizados no bairro. “Essa é mais uma ferramenta que temos para informar a população, para que todos possam se prevenir”, disse o secretário Rafael Simão.

Para se informar mais sobre dicas de prevenção de desastres das chuvas e sobre os alertas da Defesa Civil, a população pode acompanhar a Secretaria de Proteção e Defesa Civil pelo Facebook (facebook.com/defesacivilpetropolis).

O bairro Caxambu recebeu, nesta quarta-feira (7/1), um pluviômetro semiautomático da Secretaria de Proteção e Defesa Civil. O equipamento permitirá que a Defesa Civil monitore com mais precisão a intensidade das chuvas na região. Assim, a secretaria poderá, no bairro, otimizar as suas ações de prevenção de desastres das chuvas e agilizar a resposta a chuvas fortes.

O pluviômetro semiautomático foi instalado na casa do professor Jair Simões Júnior, de 34 anos, na Rua Francisco Peixoto da Costa. Ele mora desde que nasceu no bairro. Os agentes da Defesa Civil explicaram ao morador sobre o funcionamento do equipamento e sugeriram a criação de um grupo no aplicativo para celular Whatsapp, incluindo moradores da região. A proposta é que ele ajude na divulgação aos vizinhos dos índices de chuvas, reforçando a orientação para que moradores de áreas de risco procurem um local seguro se começar a chover forte.

“Ficamos felizes porque ajuda a comunidade. É uma comunidade que tem riscos de deslizamentos e que, agora, terá a chuva monitorada pela Defesa Civil. Eu vou divulgar no bairro que agora contamos com esse pluviômetro e, sempre que chover, vou divulgar no Whatsapp quanto está chovendo. É muito fácil de usar, então não tem mistério”, disse Jair.

Com esse equipamento, são 65 pluviômetros automáticos e semiautomáticos instalados no município. Do total, 39 foram instalados nos últimos dois anos. No fim de 2014, 15 pluviômetros semiautomáticos foram cedidos pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O instalado no Caxambu foi o primeiro desse pacote. Os outros serão instalados nas próximas semanas.

Em cima da casa, o pluviômetro, que funciona por bateria, recebe a água das chuvas. Dentro de casa, um visor digital informará ao Jair em tempo real, sem que ele precise se molhar, quanto está chovendo e o acumulado nos intervalos de uma hora, quatro, 24, 48, 72 e 96 horas. Como acontece com os pluviômetros semiautomáticos já instalados no município, a Defesa Civil entrará em contato com o Jair, quando chover forte, para saber o índice pluviométrico do Caxambu.

“Hoje a Prefeitura deu mais um passo para deixar Petrópolis mais segura no verão. O prefeito Rubens Bomtempo vem atuando de forma decisava para a Defesa Civil otimizar o monitoramento das chuvas em Petrópolis. Agora instalamos esse pluviômetro semiautomático em um ponto importante, que é o Caxambu”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

O pluviômetro semiautomático depende de uma pessoa para ler os dados apontados no viso e repassá-los para a Defesa Civil. Já os automáticos transferem essas informações diretamente para a internet.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil estará nesta quarta-feira (6/1), às 11h, no Caxambu instalando um pluviômetro semiautomático em uma residência próxima ao Campo do Lusitano. Com a medida, a Defesa Civil ampliará a rede de pluviômetros do município, podendo monitorar com ainda mais precisão a intensidade das chuvas em diferentes pontos de Petrópolis. É mais uma ação da Prefeitura para fortalecer as ações de prevenção de desastres das chuvas e agilizar a resposta a fortes chuvas.

Com esse equipamento, serão 65 pluviômetros automáticos e semiautomáticos instalados no município. Do total, 39 foram instalados nos últimos dois anos. “O município hoje consegue monitorar as chuvas fortes com muito mais qualidade do que antes. O prefeito Rubens Bomtempo vem atuando de forma decisiva para fortalecer a Defesa Civil. Muito já foi feito nesses dois anos, mas muito ainda precisa ser feito. Sei que estamos no caminho certo”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

No fim de 2014, 15 pluviômetros semiautomáticos foram cedidos pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O que será instalado no Caxambu é o primeiro desse pacote. Os outros serão instalados nas próximas semanas.

Do lado de fora da casa, no quintal ou no telhado, o pluviômetro, que funciona por bateria, recebe a água das chuvas. Dentro de casa, um visor digital informa em tempo real quanto está chovendo e o acumulado nos intervalos de uma hora, quatro, 24, 48, 72 e 96 horas. Como acontece com os pluviômetros semiautomáticos já instalados no município, a Defesa Civil entra em contato com esses moradores voluntários, quando está chovendo forte, para saber o índice pluviométrico daquela localidade.

O pluviômetro semiautomático depende de uma pessoa para ler os dados apontados no viso e repassá-los para a Defesa Civil. Já os automáticos transferem essas informações diretamente para a internet.

Cerca de 20 estudantes da rede municipal conheceram, na quinta-feira (18/12), as sedes da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, no Centro, e do Corpo de Bombeiros de Petrópolis, na Avenida Barão do Rio Branco. Esse foi o prêmio para as melhores redações do concurso promovido pela Defesa Civil e pela Secretaria de Educação, durante a Semana Municipal de Redução de Desastres Naturais, com o tema: “O que eu posso fazer para deixar a minha comunidade mais segura no verão?”. Na visita, os jovens de vários bairros da cidade acompanharam de perto o funcionamento dos órgãos no atendimento a população e aprenderam mais sobre prevenção de desastres das chuvas e percepção de risco.

Na Defesa Civil, eles conheceram as viaturas utilizadas para o atendimento a ocorrências, visitaram o Centro de Operações (Ceop), receberam materiais informativos e tiveram uma aula sobre prevenção de desastres das chuvas. Agentes também ensinaram para os estudantes como se faz o transporte de feridos durante um desastre. Lá, os jovens tomaram café da manhã. No Corpo de Bombeiros, os estudantes entraram nas viaturas, experimentaram o capacete, conheceram a instituição e almoçaram.

“Ficamos felizes com o interesse desses jovens em participar do concurso de redação e de visitarem a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros. Tenho certeza de que eles saem dessa visita pensando mais sobre prevenção de desastres das chuvas e que eles levarão esse conhecimento para os amigos e para suas famílias. Essa visita representa também o fechamento da Semana Municipal de Redução de Desastres Naturais, que foi muito positiva para Petrópolis, com simulados de desocupação do prédio da Prefeitura, de dez escolas e de duas comunidades, chuva artificial no Centro, teatro com tema da Defesa Civil, entre outras ações”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

No concurso, o estudante Gustavo Satiro Salles, do oitavo ano da Escola Municipal Augusto Pugnaloni, em Itaipava, escreveu uma redação sugerindo que pluviômetros caseiros sejam espalhados pelo município. Ele disse que foi um professor que mostrou à sua turma como funciona o equipamento feito com garrafa PET e que mede a intensidade das chuvas. Gustavo gostou da visita à Defesa Civil e ao Corpo de Bombeiros.

“Gostei muito de ver os computadores na Defesa Civil mostrando os radares, os agentes explicando como é feito o monitoramento das chuvas, como eles avisam as pessoas”, disse.