A Secretaria de Proteção e Defesa Civil e a ONG internacional Care promoverão, neste sábado (20/9), um encontro com os coordenadores dos Núcleos Comunitários de Defesa Civil (Nudecs) criados pela Prefeitura desde 2013. Hoje 54 comunidades são atendidas pelos núcleos, que funcionam como um elo entre a Defesa Civil e as comunidades nas ações de prevenção de desastres das chuvas. Petrópolis conta hoje com mais de 500 voluntários capacitados pela Defesa Civil. No encontro, serão debatidos os próximos passos dos Nudecs e o que pode ser feito para deixar o município mais seguro em relação às chuvas.

O encontro será na sede da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, na Rua Buarque de Macedo, no Centro, das 8h às 16h. A convite da ONG Care, o neozelandês Paul Crull, pastor missionário que atua em áreas de risco, fará uma palestra sobre primeiros socorros para os coordenadores dos Nudecs.

“O prefeito Rubens Bomtempo vem apostando nos Nudecs, por entender que para que Petrópolis fique cada vez mais segura será preciso que a população participe das ações de prevenção, contribuindo com a Defesa Civil com informações sobre as comunidades e multiplicando essa cultura de redução de risco junto aos moradores. Por isso, a Defesa Civil vem buscando capacitar os nossos voluntários com cursos, encontros e palestras”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil deu início neste mês a mais uma etapa da campanha de prevenção de desastres das chuvas no município. Quinze mil cartilhas foram produzidas pela secretaria com dicas simples de como deixar a casa mais segura, o que fazer antes, durante e depois das chuvas, sinais de que a casa apresenta riscos, telefones úteis, entre outras orientações. O material já começou a ser distribuído nas comunidades. O objetivo da Defesa Civil é divulgar cada vez mais em Petrópolis a cultura da prevenção, para que poder público e população atuem juntos na redução de riscos de desastres naturais.

Para a distribuição do material nas comunidades, a Defesa Civil conta com a parceria dos agentes das Unidades de Proteção Comunitária (UPCs), instaladas no Quitandinha, Ferroviários, Vila Felipe, Duques, Sargento Boening, São Sebastião, Siméria, Independência, Dr. Thouzet e 24 de Maio. O material também será levado aos 54 Núcleos Comunitários de Defesa Civil (Nudecs) criados pela Prefeitura desde 2013 e também será distribuído em outras ações da Defesa Civil.

“Estamos batendo nessa tecla da prevenção o tempo todo. Estamos insistindo para que a população tenha consciência de que tem que agir preventivamente, não construindo de forma irregular, descartando o lixo na lixeira antes de o caminhão passar, saindo de casa em área de risco quando começar a chover forte”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

Como frisou Simão, a campanha de prevenção da Defesa Civil é contínua. De janeiro a julho deste ano, foram distribuídos no município cerca de 25 mil panfletos, cartilhas e calendários com dicas e orientações relacionas a deslizamentos e inundações. Naquela etapa da campanha, foi utilizado um material produzido pela Secretaria Nacional de Defesa Civil em parceria com a Prefeitura. Nesta nova etapa, serão 15 mil cartilhas. O material, “Chuvas – Dicas rápidas e fáceis para a sua segurança”, foi produzido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Proteção e Defesa Civil.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil recebeu, nesta semana, a visita de técnicos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) do Rio e de São Paulo. Eles acompanharam o teste mensal das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme e conheceram como funciona a mobilização de agentes para o acionamento dos equipamentos.

As 18 sirenes funcionaram perfeitamente, tanto no acionamento remoto, pela internet, quanto no manual. Para isso, a Defesa Civil contou com a participação de agentes das Unidades de Proteção Comunitária (UPCs), que informaram que os alertas puderam ser ouvidos nas comunidades. O teste é feito para identificar possíveis falhas no sistema. No caso de problemas, eles são comunicados à empresa responsável pelos equipamentos, para que as falhas sejam corrigidas.

Como explicou o secretário de Proteção e Defesa Civil, as sirenes são hoje a principal ferramenta de prevenção de desastres das chuvas a curto prazo. “O alerta das sirenes é o último aviso de que se deve procurar um local seguro. Quem mora em área de risco deve sair de casa assim que começar a chover forte e ir para a casa de um amigo ou parente que não fique em área de risco. Isso tem que ser automático”, disse Simão.

As 18 sirenes estão instaladas em dez comunidades: no Quitandinha, Ferroviários, Vila Felipe, João Xavier, Sargento Boening, São Sebastião, Siméria, Independência, Dr. Thouzet e 24 de Maio. 

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil se reuniu, nesta sexta-feira (12/9), com 23 órgãos relacionados à resposta de desastres das chuvas para debater o simulado do Plano de Contingência de Petrópolis, previsto para outubro. Na ocasião, os representantes dessas entidades irão simular a resposta a um desastre das chuvas na Estrada da Saudade. Cada órgão indicará o que faria nessa situação, para quem ligaria, quais recursos e pessoas seriam mobilizados, entre outras decisões. O objetivo da Defesa Civil é deixar a cidade cada vez mais segura, com a integração entre diferentes órgãos e a profissionalização da resposta às chuvas.

O encontro, realizado no Centro de Cultura Raul de Leoni, foi o terceiro entre os órgãos para tratar sobre o simulado. Os representantes concordaram com o adiamento do simulado, previsto
inicialmente para o dia 17 de setembro. Com a nova data, haverá mais tempo para os órgãos tirarem dúvidas sobre a apresentação que farão no dia 30. Além disso, alguns órgãos não puderam participar da reunião desta sexta-feira.

“É determinação do prefeito Rubens Bomtempo que a Defesa Civil atue fortemente na prevenção. Para isso, não conseguiremos andar sozinhos. Precisamos das outras secretarias de governo, de órgãos estaduais, do Corpo de Bombeiros, das concessionárias de serviços públicos, como água e energia elétrica. Com a participação de todos, poderemos deixar Petrópolis cada vez mais segura. É preciso que, em uma situação de chuvas fortes, todos os órgãos saibam exatamente o que fazer. Por isso a importância desse simulado e que todos estejam presentes”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

No exercício simulado de mesa será descrito aos órgãos envolvidos o cenário do desastre: a intensidade da chuva, com hora e local, os índices pluviométricos, as ocorrências registradas no Centro de Operações (Ceop) da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, as informações que chegam à Defesa Civil sobre deslizamentos, inundações e fechamento de vias, entre outros dados.

Estavam presentes na reunião representantes das secretarias de Educação, de Saúde, de Fazenda, de Obras, de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac), de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Controle Interno; Procuradoria Geral do Município; Companhia de Trânsito e Transportes (CPTrans); Instituto de Previdência e Assistência Social do município (Inpas); Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep); Ampla; a empresa que faz manutenção das sirenes, Gridlab; Companhia Estadual de Gás (CEG); Águas dos Imperador; Corpo de Bombeiros (CBMerj); Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Pico do Couto; Exército (32º Bitmz); Rede de Operações de Emergência de Radioamadores (Roer); Serviço Geológico do Estado do Rio (DRM-RJ); Departamento Geral de Defesa Civil (Degedec); e Defesa Civil de Areal.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil se reuniu, nesta sexta-feira (12/9), com 23 órgãos relacionados à resposta de desastres das chuvas para debater o simulado do Plano de Contingência de Petrópolis, previsto para outubro. Na ocasião, os representantes dessas entidades irão simular a resposta a um desastre das chuvas na Estrada da Saudade. Cada órgão indicará o que faria nessa situação, para quem ligaria, quais recursos e pessoas seriam mobilizados, entre outras decisões. O objetivo da Defesa Civil é deixar a cidade cada vez mais segura, com a integração entre diferentes órgãos e a profissionalização da resposta às chuvas.

O encontro, realizado no Centro de Cultura Raul de Leoni, foi o terceiro entre os órgãos para tratar sobre o simulado. Os representantes concordaram com o adiamento do simulado, previsto
inicialmente para o dia 17 de setembro. Com a nova data, haverá mais tempo para os órgãos tirarem dúvidas sobre a apresentação que farão no dia 30. Além disso, alguns órgãos não puderam participar da reunião desta sexta-feira.

“É determinação do prefeito Rubens Bomtempo que a Defesa Civil atue fortemente na prevenção. Para isso, não conseguiremos andar sozinhos. Precisamos das outras secretarias de governo, de órgãos estaduais, do Corpo de Bombeiros, das concessionárias de serviços públicos, como água e energia elétrica. Com a participação de todos, poderemos deixar Petrópolis cada vez mais segura. É preciso que, em uma situação de chuvas fortes, todos os órgãos saibam exatamente o que fazer. Por isso a importância desse simulado e que todos estejam presentes”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

No exercício simulado de mesa será descrito aos órgãos envolvidos o cenário do desastre: a intensidade da chuva, com hora e local, os índices pluviométricos, as ocorrências registradas no Centro de Operações (Ceop) da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, as informações que chegam à Defesa Civil sobre deslizamentos, inundações fechamento de vias, entre outros dados.

Estavam presentes na reunião representantes das secretarias de Educação, de Saúde, de Fazenda, de Obras, de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac), de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Controle Interno; Procuradoria Geral do Município; Companhia de Trânsito e Transportes (CPTrans); Instituto de Previdência e Assistência Social do município (Inpas); Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep); Ampla; a empresa que faz manutenção das sirenes, Gridlab; Companhia Estadual de Gás (CEG); Águas dos Imperador; Corpo de Bombeiros (CBMerj); Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Pico do Couto; Exército (32º Bitmz); Rede de Operações de Emergência de Radioamadores (Roer); Serviço Geológico do Estado do Rio (DRM-RJ); Departamento Geral de Defesa Civil (Degedec); e Defesa Civil de Areal.

Os 295 estudantes de dez escolas municipais que foram capacitados, em 2013, para atuar como agentes comunitários escolares na prevenção de desastres das chuvas receberão do estado kits com lanterna, capa de chuva, apito e mochila. Nesta quinta-feira (11/9), na Casa Visconde de Mauá, a Secretaria de Estado de Defesa Civil e a Prefeitura entregaram os primeiros kits a um aluno de cada unidade. As diretoras das escolas também estavam presentes. Cada escola realizará um evento para a entrega dos kits a todos os agentes comunitários escolares.

A capacitação foi em agosto de 2013, em uma parceria entre Secretaria de Estado de Defesa Civil, Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Secretaria de Educação e a ONG internacional Care. Durante uma semana, os estudantes aprenderam noções básicas de prevenção de desastres das
chuvas. A proposta é que eles se tornem multiplicadores desse conhecimento, junto a amigos de escola, família e vizinhos.

Como explicou o secretário Rafael Simão, o objetivo é criar uma grande rede de Defesa Civil em Petrópolis, envolvendo todas as secretarias municipais, a Defesa Civil estadual, as comunidades e as escolas. “Somente por meio da educação, do jovem, é que isso será possível. A Defesa Civil é um trabalho de todos. Por isso, a grandeza desse projeto. É importante que o jovem, desde cedo, viva essa cultura de prevenção, para que a população atue no dia a dia para a redução de riscos, como no caso do lixo, por exemplo. Que o jovem já aprenda que, se jogar o lixo na lixeira depois de o caminhão passar, um cachorro poderá revirar o lixo, a chuva levar essa material para os bueiros, causando inundações, alagamentos”, disse Simão, ao lado da secretária de Educação, Mônica Freitas.

No primeiro momento do projeto, foram capacitados alunos de dez escolas municipais próximas às Unidades de Proteção Comunitária (UPCs): Dr. Rubens de Castro Bomtempo (Vila Felipe), Prefeito Jamil Sabrá (Rua Coronel Veiga), Governador Marcello Alencar (Quitandinha), Odette Fonseca (Duques), Stefan Zweig (Quitandinha), Vereador José Fernandes da Silva (Alto da Serra), Paroquial Bom Jesus (Dr. Thouzet), Clemente Fernandes (24 de Maio), Ana Mohammad (Castelânea) e João Paulo II (São Sebastião).

Superintendente operacional da Secretaria de Estado de Defesa Civil, coronel Luiz Guilherme dos Santos afirmou aos estudantes que eles estão assumindo uma responsabilidade de difundir cada vez mais os ideais de prevenção de desastres das chuvas. “Vocês são expoentes dentro das suas comunidades. Queremos que vocês sejam a partir de hoje multiplicadores das informações que receberam para seus colegas, seus familiares”, disse Luiz Guilherme, que frisou que o projeto será expandido para outras escolas.

Morador da Rua Augusto Fragoso, no Quitandinha, Marcos André Ribeiro, de 17 anos, está no oitavo ano da Escola Paroquial Bom Jesus, na Dr. Thouzet, e recebeu o kit. “Para nós foi muito importante participar desse curso, porque passamos a pensar mais sobre prevenção. Agora quero me aprofundar sobre esse assunto”.

Órgãos relacionados à prevenção e à resposta às queimadas em Petrópolis se reuniram nesta sexta-feira (29/8), na Secretaria de Proteção e Defesa Civil, para dar início à elaboração de um Plano de Contingência específico para os incêndios florestais. A proposta da Prefeitura é promover uma integração entre diversos órgãos para coibir as queimadas, conscientizar a população sobre os problemas causados por esse tipo de incêndio e agilizar a resposta do poder público a cada evento.

Na semana passada, cerca de dez hectares – o equivalente a dez campos de futebol – da região do Taquaril, na Posse, foram devastados por uma queimada. Houve também queimada na região de Nogueira. O incêndio florestal, além do prejuízo ambiental, representa risco para a saúde da população e para a estrutura de residências. Além disso, a queimada ainda gera risco de deslizamentos no caso de chuvas, já que devasta a vegetação, retirando a proteção do solo.

“Esse planejamento específico para queimadas é para coibir cada vez mais essa prática no nosso município. Assim, melhoramos o combate, a fiscalização, a conscientização da população e o treinamento dos órgãos envolvidos. Colocar fogo nas matas é crime ambiental. A lei federal 9.605, de 1998, prevê prisão de dois a quatro anos e multa para quem provocar incêndio em mata ou floresta”, disse o diretor operacional da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Ramon Camilo.

Estavam presentes na reunião representantes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da Rede Operações de Emergência de Radioamadores (Roer) e do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso). Nova reunião será realizada em outubro e outros órgãos também serão chamados.

“Vamos pegar o planos de contingência que já existem em cada órgão e produzir um plano de ação único, integrando os órgãos. Não podemos atuar de forma isolada, mas em conjunto. Caberá à Defesa Civil o planejamento, a articulação e a coordenação das ações”, disse o diretor administrativo da Defesa Civil, Gileno Alves.

O chefe da Reserva Biológica de Araras (Rebio-Araras) do Inea, Ricardo Ganen, destacou o avanço que representa para o município a integração entre órgãos para a prevenção de queimadas. “A Defesa Civil está deixando de atentar só para os efeitos das águas e voltando atenções também para o fogo. Hoje a Defesa Civil tem estrutura. Na sede antiga, no Campo do Serrano, não havia recursos materiais nem humanos. Era apenas o esforço dos servidores”, disse Ricardo. Em 2013, o prefeito Rubens Bomtempo transformou a Defesa Civil de coordenadoria para Secretaria. Com isso, a pasta ganhou recursos humanos e estruturais.

Petrópolis sediou nesta quinta-feira (28/7) o 2º Encontro da Rede Estadual de Jovens Multiplicadores de Redução de Desastres da ONG internacional Care. Jovens e professores de Teresópolis, São João de Meriti, Duque Caxias e de Petrópolis participaram de atividades em grupo e debates sobre como ajudar na propagação das noções de prevenção de desastres naturais. O encontro teve o apoio da Secretarias de Proteção e Defesa Civil, que participou das atividades.

O encontro foi realizado no Palácio Itaboraí, de 8h às 17h.     Participaram cerca de 50 pessoas. A proposta é que esses jovens e professores tornem-se multiplicadores do que aprenderam no encontro sobre redução de riscos. A Care atua, entre outras campanhas, na educação ambiental e na redução de riscos de tragédias naturais pelo mundo.

“Nós precisamos ter o jovem como parceiro nosso. É claro que ele não vai substituir o professor, mas pode ter outro papel na prevenção de desastres das chuvas, levando o que discutimos aqui para sua turma, seus amigos”, disse Marcelo Aranda, analista da Care Brasil.

O diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves, participou do encontro. Ele destacou que é uma determinação do prefeito Rubens Bomtempo criar uma grande rede de Defesa Civil em Petrópolis. Para isso, a secretaria vem atuando junto a escolas, comunidades e ONGs para fortalecer na população a consciência sobre prevenção de desastres das chuvas. “Estamos trabalhando para que cada vez mais pessoas reflitam sobre a importância de agir preventivamente, para assim deixarmos Petrópolis mais segura”.

Estudante do 8º ano da Escola Municipal João Paulo II, no São Sebastião, Gabriel Magalhães participou das atividades. “Em moro no São Sebastião, e lá tem áreas de riscos. Então é importante aprendermos sobre prevenção. Toda informação que tivermos pode ajudar na hora que precisarmos”, disse.

As comunidades da Estrada da Saudade foram escolhidas pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil para serem o cenário do teste deste ano do Plano de Contingência de Petrópolis. No dia 17 de setembro, representantes de órgãos envolvidos na resposta a desastres estarão reunidos, simulando o que fariam, para quem ligariam, quais recursos e pessoas seriam mobilizados, entre outras decisões a serem tomadas após ocorrências em consequência de fortes chuvas na região. Nesta quarta-feira (27/8), a Defesa Civil apresentou detalhes sobre como será o simulado para representantes de órgãos que atuam na resposta a desastres.

A reunião foi realizada no Centro de Cultura Raul de Leoni. Cerca de 30 pessoas participaram, entre representantes de secretarias de governo, Exército, Aeronáutica, Secretaria de Estado de Defesa Civil, Cruz Vermelha de Petrópolis e concessionária Águas do Imperador. Após o dia 17, os órgãos farão uma avaliação do simulado e encaminharão as críticas e sugestões à Defesa Civil, para que o Plano de Contingência de Petrópolis possa ser aprimorado já para o próximo verão.

“A ideia é que cada órgão saiba exatamente o que fazer no caso de um desastre das chuvas. Com essas reuniões de trabalho e com o exercício simulado de mesa, estamos profissionalizando cada vez mais a resposta do município e dos demais órgãos envolvidos na resposta a uma tragédia das chuvas. Assim, buscamos devolver a cidade à normalidade o mais rápido possível no caso de chuvas fortes”, disse o diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves.

No exercício simulado de mesa do Plano de Contingência doa dia 17 de setembro, será descrito aos órgãos envolvidos o cenário do desastre: a intensidade da chuva, com hora e local, os índices pluviométricos, as ocorrências registradas no Centro de Operações (Ceop) da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, as informações que chegam à Defesa Civil sobre deslizamentos, inundações, fechamento de vias, entre outros dados. Para cada evento, com data, hora e local, o órgão participante informará o que vai fazer e os recursos – humanos, materiais, institucionais e financeiros – que vai disponibilizar. O órgão também deverá informar se a ação dependerá de outras entidades.

O ponto de ônibus do Edifício Arabela, na Rua do Imperador, será liberado nesta quarta-feira (27/8). O condomínio concluiu nesta semana as obras de recuperação da fachada, como havia determinado a Coordenadoria de Fiscalização da Prefeitura, garantindo a segurança de moradores, pedestres e motoristas que passam pelo local. Os proprietários de alguns apartamentos também trocaram as janelas que apresentavam risco de queda – outra determinação do órgão.

Assim como aconteceu no Arabela, a Coordenadoria de Fiscalização já notificou os proprietários e condomínios de todos os edifícios do Centro Histórico a apresentarem laudos comprovando que marquises e fachadas não oferecem riscos às pessoas. A ação da Prefeitura tem caráter preventivo.

A interdição da calçada, em março, pela Coordenadoria de Fiscalização aconteceu após queda de parte de revestimento da fachada. O órgão então intimou o condomínio a apresentar laudo constatando que a fachada não representaria mais risco à população. O condomínio contratou então empresa de engenharia que instalou andaimes na calçada para a realização das obras. A interdição do ponto de ônibus foi feita pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil, já que técnicos avaliaram o local e constataram que a calçada, com a estrutura instalada pelo condomínio para as obras, não comportaria uma aglomeração de pessoas e não haveria segurança para entrada e saída de passageiros dos ônibus.

“Toda obra causa um transtorno. Na manutenção da fachada do Arabela, isso também aconteceu, porque gerou a interdição do ponto do ônibus, mas entendemos que agimos por um bem maior, que é a segurança da população, protegendo vidas. Hoje o condomínio já cumpriu as nossas determinações, e isso foi muito importante para a segurança das pessoas que passam pela região”, disse o coordenador de Fiscalização, Ernane Dias.

Com a desinterdição do local, passageiros dos ônibus das regiões do Bingen e Mosela voltam a contar com um ponto na região central da Rua do Imperador. Assim, esses passageiros têm opção de ponto de ônibus a uma distância de cerca de 500 metros de um para o outro. Com a interdição, a distância era de cerca de 1,1 quilômetro. Nesta quarta-feira a CPTrans comunicará a empresa de ônibus Cidade Real sobre a reativação do ponto.

Fiscais da Prefeitura embargaram na última sexta-feira (22/8) uma obra irregular na Rua Marechal Hermes, no Quarteirão Ingelheim. No local eles flagraram movimentação de terra, retirada de blocos rochosos do terreno, corte do barranco e depósito do material em via pública. Tudo sem autorização da Prefeitura. Além disso, os fiscais confirmaram que as obras representam risco para moradores, vizinhos e para quem passa pelo local. As proprietárias dos dois terrenos onde estavam sendo realizadas as intervenções foram notificadas pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil e pela Coordenadoria de Fiscalização a apresentar os laudos técnicos e as licenças necessárias nessa semana. Elas também terão que retirar os blocos rochosos e a terra da rua.

Um dos terrenos estava sendo preparado para a construção de uma casa e o outro seria utilizado para acesso aos carros. As proprietárias têm até quarta-feira (27) para apresentar à Defesa Civil laudo técnico indicando que as obras não oferecem risco a moradores e vizinhos. A multa para o descumprimento é de R$ 6 mil.

“A Prefeitura, por meio da Defesa Civil e da Coordenadoria de Fiscalização, vem acompanhando o caso há duas semanas. Já tínhamos solicitado a documentação necessária para as obras, mas não tivemos resposta. Na última semana, orientamos o arquiteto responsável a parar os trabalhos, o que não aconteceu. Esse embargo foi uma ação da Prefeitura para proteger a vida da população”, disse o diretor técnico da Defesa Civil, Ricardo Branco.

A Defesa Civil esteve pela primeira vez no local no dia 13. Na ocasião, um geólogo da secretaria constatou que a obra era de grande dimensão e que os blocos rochosos que foram retirados do terreno estavam depositados do outro lado da rua, gerando um sobrepeso na encosta e colocando em risco casas que ficam abaixo. Por telefone, o geólogo entrou em contato com o arquiteto responsável e solicitou que ele comparecesse na Defesa Civil para prestar esclarecimentos. No mesmo dia, a Coordenadoria de Fiscalização foi informada sobre o caso. No entanto, fiscais do órgão foram diversas vezes ao local, mas não conseguiram localizar os proprietários da obra. O arquiteto informou por telefone que, até o dia 15, compareceria à Defesa Civil, mas por duas vezes não cumpriu o combinado.

Na última quarta-feira (20), o geólogo da Defesa foi novamente ao local e constatou que a obra continuava em execução. Ele orientou para que a obra fosse paralisada e para que o arquiteto fosse imediatamente à secretaria. Na manhã de sexta-feira (22), o profissional foi à Defesa Civil, mas sem levar nenhuma documentação referente à obra ou licença para as intervenções.