A região do Meio da Serra contará com um Núcleo Comunitário de Defesa Civil (Nudec) a partir do próximo sábado (23/8). Das 8h30 às 16h, na Escola Municipal Geraldo Ventura Dias, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil irá capacitar moradores do bairro para atuar como voluntários nas ações de prevenção de desastres das chuvas. A escola fica na Serra Velha da Estrela, 3.100.

O curso de criação do Nudec do Meio da Serra é gratuito. Os participantes aprenderão noções básicas de Defesa Civil, o que fazer para deixar suas casas mais seguras para o verão e o que fazer quando chover forte. Desde janeiro de 2013, a Prefeitura já criou Nudecs em 53 comunidades, com mais de 500 voluntários formados. Os Nudecs já criados se reúnem periodicamente, para que os voluntários sigam sempre se capacitando.

“A determinação do prefeito Rubens Bomtempo é para construirmos uma grande rede de Defesa Civil em Petrópolis, junto com as comunidades e as escolas, conscientizando cada vez mais pessoas sobre a importância de agir preventivamente. Desenvolver a cultura da prevenção é um longo processo, e temos avançado muito nesse sentido”, disse o diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves.

Atualmente Petrópolis já conta com 53 comunidades atendidas pelos Nudecs, com mais de 500 voluntários capacitados pela Defesa Civil. As áreas assistidas são: 24 de Maio, Amazonas, Bairro Esperança, Bairro Mauá, Bataillard, Bela Vista, Benfica, Bingen, Boa Esperança, Boa Vista, Capela, Castelânea, Caxambu, Chácara Flora, Chapa 4, Cremerie, Dr. Thouzet, Duarte da Silveira, Duques, Espírito Santo, Estrada da Saudade, Euclides da Cunha, Fazenda Inglesa, Ferroviários, Floresta, Florido, Gentio, Gulf, Independência, João Xavier, Madame Machado, Montese, Morin, Morro do Gavião, Mosela, Oficina, Oswaldo Cruz, Pedras Brancas, Pica-Pau, Posse (Praça Flávio Castrioto e Estrada do Juruá), Presidente Sodré, Rio de Janeiro, Rocio, São João Batista, São Sebastião, Sargento Boening, Serrinha, Siméria, Taquara, Vale do Cuiabá, Ventura e Vila Felipe.

O Plano de Contingência de Petrópolis será testado pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil em setembro, em um exercício simulado de mesa. Na ocasião, representantes de órgãos envolvidos na resposta a desastres estarão reunidos, simulando o que fariam, para quem ligariam, quais recursos e pessoas seriam mobilizados, entre outras decisões a serem tomadas após ocorrências em consequência das chuvas. Nesta terça-feira (19/8), cerca de 30 pessoas de 18 órgãos participaram de uma reunião de trabalho, na sede da Defesa Civil, para discutir o simulado.

A proposta das reuniões de trabalho, do exercício simulado de mesa e do Plano de Contingência é profissionalizar cada vez mais a Defesa Civil de Petrópolis. Assim, com essas ações, os órgãos envolvidos saberão exatamente o que fazer em uma situação de desastre das chuvas. “O Plano de Contingência define o papel de cada órgão após um desastre natural. O exercício simulado de mesa é para colocar na prática o plano, para vermos o que temos que mudar”, disse o diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves.

Após o simulado, a Defesa Civil fará modificações no plano para que ele já esteja aperfeiçoado já para o próximo verão. O Plano de Contingência foi apresentado pelo prefeito Rubens Bomtempo em dezembro – pela primeira vez, o documento foi elaborado sob a forma de matriz, ou seja, com as atribuições de cada órgão descritas em planilhas. “O simulado é uma forma de unificarmos as normas e os procedimentos dos órgãos envolvidos”, disse o diretor operacional da Defesa Civil, Ramon Camilo.

“Todos os órgãos devem estar empenhados e se falando. O simulado contribui para que tenhamos uma gestão integrada do desastre”, disse o coordenador da Central Estadual de Administração de Desastres do Rio de Janeiro (Cestad), Gil Kempers.

Na reunião de trabalho desta terça-feira estavam presentes representantes das secretarias municipais de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, de Saúde, de Agricultura, Abastecimento e Produção, de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac), da Companhia Estadual de Gás (CEG), da Cruz Vermelha, do Corpo de Bombeiros (15º CBMERJ), do Serviço Geológico do Estado do Rio (DRM-RJ), da Secretaria de Estado de Defesa Civil, da Polícia Militar (26º BPM), da Polícia Civil (105ª DP e 106ª DP), da Concer, da Ampla, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da Defesa Civil de Areal e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

O distrito da Posse ganhou, no último sábado (16/8), mais um Núcleo Comunitário de Defesa Civil (Nudec) da Prefeitura. Durante todo o dia, na Escola Municipal Oswaldo da Costa Frias, na Estrada do Juruá, cerca de 30 moradores da região foram capacitados pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil para atuar nas ações de prevenção de desastres das chuvas. Eles aprenderam noções básicas de Defesa Civil, o que fazer para deixar suas casas mais seguras e como agir preventivamente no dia a dia.

Este é o segundo Nudec da Posse. O primeiro foi criado em julho, na Escola Municipalizada Moyses Furtado Bravo, na Praça Flávio Castrioto. Com isso, a Prefeitura vem cumprindo o seu objetivo de capacitar voluntários da Defesa Civil nos cinco distritos do município.

"Esse é o primeiro passo para que tenhamos um trabalho contínuo dentro das comunidades. É com esse apoio dos voluntários, que conhecem a região e estão aqui vivendo o dia a dia do local, que esperamos melhorar o nosso serviço. Eles serão o elo de ligação da população com a Defesa Civil, e isso é muito importante”, disse o diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves.

Atualmente Petrópolis já conta com 53 comunidades atendidas pelos Nudecs, com mais de 500 voluntários capacitados pela Defesa Civil. As áreas assistidas são: 24 de Maio, Amazonas, Bairro Esperança, Bairro Mauá, Bataillard, Bela Vista, Benfica, Bingen, Boa Esperança, Boa Vista, Capela, Castelânea, Caxambu, Chácara Flora, Chapa 4, Cremerie, Dr. Thouzet, Duarte da Silveira, Duques, Espírito Santo, Estrada da Saudade, Euclides da Cunha, Fazenda Inglesa, Ferroviários, Floresta, Florido, Gentio, Gulf, Independência, João Xavier, Madame Machado, Montese, Morin, Morro do Gavião, Mosela, Oficina, Oswaldo Cruz, Pedras Brancas, Pica-Pau, Posse (Praça Flávio Castrioto e Estrada do Juruá), Presidente Sodré, Rio de Janeiro, Rocio, São João Batista, São Sebastião, Sargento Boening, Serrinha, Siméria, Taquara, Vale do Cuiabá, Ventura e Vila Felipe.

Os manuais que serão produzidos pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) para a redução de riscos de desastres das chuvas em Petrópolis, Nova Friburgo e Blumenau (SC) já começam a tomar corpo. Na última semana, em uma série de debates realizados em São José dos Campos (SP), representantes da Jica criaram grupos de trabalho e definiram os temas que serão abordados. O resultado dessas discussões será transformado em manuais pela Jica. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, participou do encontro e é integrante dos três grupos de trabalho criados.

A parceria do governo federal com a Jica foi firmada no fim do ano passado e irá durar quatro anos. São três eixos do convênio: mapeamento de risco; planejamento urbano; e previsão e alertas antecipados. A série de debates desta semana foi na sede do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e teve como tema previsão e alertas antecipados.

Esse eixo (previsão e alertas antecipados) foi subdividido em três grupos de trabalho: protocolos; limiares de deflagração de deslizamentos; e monitoramento. Além da Prefeitura, técnicos do Cemaden, do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e das Prefeituras de Nova Friburgo e Blumenau também compõem os grupos, que continuarão as discussões em novas reuniões e também por e-mail.

A Prefeitura foi representada pelo diretor técnico da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, engenheiro Ricardo Branco, e pelo chefe do Sistema de Alerta e Alarme da secretaria, Vitor Júnior. Entre as sugestões que eles levaram ao debate estava a de que a atualização dos índices pluviométricos não acontecesse de 15 em 15 minutos, como é hoje, e sim em menos tempo. Os técnicos dos outros órgãos concordaram com a proposta. Representantes da Jica lembraram que, no Japão, a atualização acontece a cada cinco minutos.

“A padronização dessas informações que recebemos do Inea e do Cemaden em menos tempo facilitaria a tomada de decisões da Defesa Civil, porque trabalharíamos com um quadro mais atualizado dos índices pluviométricos nos diferentes pontos da cidade. Esta série de debates foi muito importante porque discutimos esses aspectos técnicos e propostas que podem deixar o nosso município mais seguro quando chover forte”, disse o diretor Ricardo Branco.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil conseguiu dar, junto ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), um importante passo para agilizar a resposta do município às fortes chuvas comuns no verão. Na última semana, o instituto instalou na Torre do Morin uma repetidora do sinal de rádio gerado no Rio de Janeiro e utilizado por órgãos estaduais. Com a medida, a Defesa Civil poderá se comunicar com rapidez, mesmo quando não houver energia elétrica ou sinal de celular, com órgãos estaduais, como a Secretaria de Estado de Defesa Civil, o Inea e o Corpo de Bombeiros, além das Defesas Civis municipais.

A instalação foi realizada por empresa contratada pelo Inea. A Secretaria de Proteção e Defesa Civil indicou o ponto mais adequado e buscou junto à provedora da internet proprietária da antena a cessão do espaço para a instalação da repetidora. Nesta sexta-feira (15/8), uma equipe da Defesa Civil voltou ao local para acompanhar a instalação, que está em fase de conclusão.

“Esta medida é mais um passo que a Secretaria de Proteção e Defesa Civil dá em relação à integração com outros órgãos de resposta às chuvas fortes. Dependendo do local e da intensidade das chuvas, é comum não haver sinal de celular e energia elétrica. Então, para agilizar a resposta, é fundamental que a Defesa Civil consiga se comunicar rapidamente com órgãos estaduais que podem trabalhar junto para devolver o município à normalidade. E esse sinal de rádio possibilita isso”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

A repetidora, de tecnologia digital, em banda VHF, tem um alcance de 50 quilômetros de raio. “O ponto que indicamos, no Morin, é estratégico. Esta parceria com o Inea foi muito positiva”, disse o diretor operacional da Defesa Civil, Ramon Camilo.

Petrópolis sediou na tarde desta quinta-feira (14/8) a oficina do Mapa de Ameaças Naturais, realizada pela Secretaria de Estado de Defesa
Civil. Cerca de 50 pessoas, representantes das Defesas Civis dos municípios da Região Serrana, estiveram presentes. O objetivo da oficina foi orientar as equipes sobre a elaboração dos Planos de Contingência referentes ao mapa: até o dia 21 de novembro, cada município terá que elaborar cinco planos, um para cada ameaça natural que consta no mapa.

No dia 29 de julho, no Rio de Janeiro, a Secretaria de Estado de Defesa Civil apresentou o Mapa de Ameaças Naturais. O documento foi elaborado a partir das informações dadas pelos municípios. Cada um indicou suas cinco principais ameaças naturais. Na ocasião, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil apontou que, em Petrópolis, os cinco maiores riscos são alagamentos, deslizamentos, enxurradas, erosão fluvial e granizos.

Os Planos de Contingência definem o que cada órgão deve fazer no caso de um desastre natural, além da quantidade de pessoas e de recursos disponíveis para a resposta a uma tragédia. Serão 460 Planos de Contingência entregues até o dia 21 de novembro. O diretor da Escola de Defesa Civil no estado, Paulo Renato Vaz, palestrou na oficina. Ele falou sobre a escolha de Petrópolis para, na Região Serrana, sediar o evento.

“As cidades sedes não são escolhidas ao acaso. Para receber as oficinas, escolhemos as que estão se destacando em Defesa Civil. Petrópolis vem dando um grande passo e serve de exemplo para todos nós. O município prova que é possível fazer Defesa Civil. É uma cidade com todo um histórico de chuvas fortes e que, agora, está se tornando protagonista nas ações de Defesa Civil”, disse Paulo Renato Vaz.

O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, lembrou que hoje Petrópolis já conta com um Plano de Contingência, apresentado em dezembro pelo prefeito Rubens Bomtempo. O documento foi formulado no município pela primeira vez sob a forma de matriz, ou seja, com as atribuições de cada órgão descritas em planilhas. “Agora daremos novos importantes passos na prevenção de desastres naturais, porque vamos elaborar um Plano de Contingência para cada um das cinco ameaças apontadas”, disse Simão.

Entre as Defesas Civis presentes na oficina, realizada na sede da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, estavam as de Três Rios, Trajano de Moraes, Santa Maria Madalena, Paraíba do Sul, Areal, Bom Jardim, Sapucaia, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Duas Barras e Carmo.

A Prefeitura vai garantir ao distrito da Posse mais um Núcleo Comunitário de Defesa Civil (Nudec). Neste sábado (16/8), moradores da região serão capacitados para atuar como voluntários nas ações da Secretaria de Proteção e Defesa Civil. Eles aprenderão noções básicas de prevenção. O curso será das 8h30 às 16h, na Escola Municipal Oswaldo da Costa Frias, na Estrada do Juruá, sem número, e é gratuito.

Esse será o segundo Nudec da Posse. O primeiro foi criado em julho na Escola Municipalizada Moyses Furtado Bravo, na Praça Flávio Castrioto. Na ocasião, os próprios moradores da Estrada do Juruá procuraram os servidores da Defesa Civil solicitando a criação de um núcleo em local mais próximo de suas residências.

“Ficamos felizes com o pedido dos moradores e atendemos prontamente. É bom saber que eles estão interessados em participar dos nossos Nudecs. Para termos uma Petrópolis cada vez mais segura no período de fortes chuvas, é preciso criarmos uma grande rede de Defesa Civil, com o poder público e a população atuando juntos nas ações de prevenção. Os moradores da Posse, quando pediram a criação de um novo Nudec, mostraram que estamos no caminho certo”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

Hoje Petrópolis já conta com 52 comunidades atendidas por Nudecs, com cerca de 480 voluntários capacitados pela Defesa Civil. A determinação do prefeito Rubens Bomtempo é que a Secretaria de Proteção e Defesa Civil crie Nudecs nos cinco distritos do município, aumentando o número de núcleos e de voluntários, além de capacitar constantemente os voluntários dos Nudecs já criados.

As comunidades já atendidas por Nudecs são: 24 de Maio, Amazonas, Bairro Esperança, Bairro Mauá, Bataillard, Bela Vista, Benfica, Bingen, Boa Esperança, Boa Vista, Capela, Castelânea, Caxambu, Chácara Flora, Chapa 4, Cremerie, Dr. Thouzet, Duarte da Silveira, Duques, Espírito Santo, Estrada da Saudade, Euclides da Cunha, Fazenda Inglesa, Ferroviários, Floresta, Florido, Gentio, Gulf, Independência, João Xavier, Madame Machado, Montese, Morin, Morro do Gavião, Mosela, Oficina, Oswaldo Cruz, Pedras Brancas, Pica-Pau, Posse, Presidente Sodré, Rio de Janeiro, Rocio, São João Batista, São Sebastião, Sargento Boening, Serrinha, Siméria, Taquara, Vale do Cuiabá, Ventura e  Vila Felipe.

Petrópolis receberá, na tarde desta quinta-feira (14/8), representantes das Defesas Civis de 20 municípios da Região Serrana. Na ocasião, a Defesa Civil do estado realizará uma oficina para a elaboração de Planos de Contingência referentes ao Mapa de Ameaças Naturais, apresentado no Rio de Janeiro no dia 29 de julho. Cada município tem até o dia 21 de novembro para entregar cinco Planos de Contingência – um para cada ameaça mapeada, totalizando 460 planos no Estado. O plano define o que cada órgão deve fazer em uma situação de tragédia.

O mapa foi produzido a partir dos dados fornecidos pelos municípios, que apontaram suas principais ameaças naturais. A Secretaria de Proteção e Defesa Civil indicou que, em Petrópolis, os cinco maiores riscos são alagamentos, deslizamentos, enxurradas, erosão fluvial e granizos.

A oficina será na sede da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, na Rua Buarque de Macedo, 128, Centro, das 13h às 16h, com a presença do diretor da Escola de Defesa Civil no estado, tenente-coronel Paulo Renato Vaz. Serão abordados cinco temas na oficina: planejamento em Defesa Civil; introdução ao planejamento tático em Defesa Civil; Planos de Contingência; Plano de Contingência da Família; e metas a serem alcançadas.

Na ocasião, os secretários e coordenadores das Defesas Civis municipais vão conhecer o modelo dos planos, para que eles sejam
formulados de modo padronizado, tendo um formato semelhante. O diretor Paulo Renato Vaz dará esclarecimentos técnicos sobre o documento.

“Esses cinco Planos de Contingência serão mais um importante passo na prevenção de desastres naturais em Petrópolis. No município, já temos o Plano de Contingência, apresentado pelo prefeito Rubens Bomtempo em dezembro. Pela primeira vez, o documento foi feito sob a forma de matriz, ou seja, com as atribuições de cada órgão descritas em planilhas. Agora, vamos elaborar um plano para cada ameaça”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil apresentou, nesta segunda-feira (11/8), no Colégio Estadual Rui Barbosa, no Alto da Serra o Plano de Emergência Escolar da unidade de ensino. O documento define o que professores, funcionários e estudantes devem fazer em uma situação de emergência, como incêndios, alagamentos, desabamentos, entre outras situações de risco que podem envolver a escola. A determinação do prefeito Rubens Bomtempo é para que o plano seja
levado para outras escolas ainda neste ano, fortalecendo a cultura da prevenção de desastres em Petrópolis.

Em reunião com cerca de 40 professores, o diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves, apresentou o plano e deu orientações sobre como organizar a escola para garantir que haja uma rápida e segura saída no caso de uma emergência. “Para que uma evacuação seja realizada com segurança e rapidez, é preciso já definir quem vai desligar o gás, quem vai deslizar a energia elétrica, quem vai acionar o alarme, quem vai desobstruir as vias, qual estudante será o líder da turma. Isso se chama planejamento”, disse Gileno.

No Colégio Estadual Rui Barbosa, são 1.400 estudantes e 160 professores e funcionários, em turmas do ensino médio e do 8º e 9º ano do ensino fundamental. “Essa apresentação foi muito importante, porque deixa a nossa escola mais segura e mais preparada para várias situações. Com esse plano, temos um conhecimento maior do que fazer. O objetivo da escola é formar alunos cidadãos, com ensinamentos para o estudante levar para a família, para a comunidade. O aluno tem grande poder de conscientizar a família”, disse a diretora da unidade, Patrícia Silveira Gomes.

O plano foi elaborado pela escola sob a orientação da Defesa Civil. Após receber da Defesa Civil o modelo do plano, a direção do colégio desenvolveu o documento com informações sobre as características da escola, disponibilização de recursos, fotos do imóvel, saídas de emergência e identificação das equipes que vão atuar nas ações de evacuação. Então, o plano foi entregue para a Defesa Civil para revisão. Nesta segunda-feira, o diretor Gileno Alves apresentou no auditório do colégio o documento, que seguirá passando por um aperfeiçoamento contínuo.

“O Plano de Emergência serve para várias situações. Cada unidade tem suas particularidades em relação aos riscos. Por isso, apresentamos o modelo do plano às escolas, que abastecem o documento com informações da unidade. Cada escola então tem o seu plano”, disse Gileno.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil dará início, na próxima segunda-feira (11/8), à implantação dos Planos de Emergência Escolar em Petrópolis. Cada escola terá um plano específico. O documento define os procedimentos a serem adotados por professores, funcionários e estudantes para a prevenção e a resposta a situações de riscos que podem envolver a escola, como incêndios, alagamentos, deslizamentos, entre outros. A primeira unidade que receberá o plano será o Colégio Estadual Rui Barbosa, no Alto da Serra, em encontro que será realizado das 10h às 12h.

O objetivo do Plano de Emergência Escolar é diminuir a probabilidade de acidentes e limitar as suas consequências. Com o documento, o colégio terá condições de realizar atividades preventivas ao longo do ano e melhorar a preparação e a informação de professores, funcionários e estudantes sobre como agir em uma emergência.

“A função do plano é tornar Petrópolis cada vez mais segura. Para isso, devemos desenvolver e fortalecer a cultura da prevenção no município, criando uma grande rede de Defesa Civil, envolvendo o poder público, as comunidades, as escolas. Toda a população deve estar consciente de que deve agir para reduzir ao máximo todo e qualquer tipo de acidente. E essa vem sendo uma característica do governo Rubens Bomtempo, que já criou 52 Nudecs (Núcleos Comunitários de Defesa Civil), capacitando cerca de 480 voluntários para atuar nas ações de prevenção nas comunidades”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil.

A direção do Colégio Estadual Rui Barbosa recebeu da Defesa Civil o modelo do plano. Em seguida, a direção da unidade desenvolveu o documento com informações sobre as características da escola, disponibilização de recursos, fotos do imóvel, saídas de emergência e identificação das equipes que vão atuar nas ações de evacuação. Então, o plano foi entregue para a Defesa Civil para revisão. Na segunda-feira, o diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves, fará a apresentação do documento no auditório do colégio.

“Vamos mostrar o que cada equipe faz, o papel de cada um na prevenção e na resposta a uma situação de risco”, disse o diretor Gileno Alves.  Além da escola, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros também receberão cópias do plano.