Cerca de 20 voluntários do Núcleo Comunitário de Defesa Civil (Nudec) do Chapa 4, no Valparaíso, participaram de um curso sobre prevenção de incêndios na noite de segunda-feira (5/5). O diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves, deu dicas sobre uso de extintores de incêndio, manuseio de botijões de gás e cuidados na cozinha. O curso foi uma solicitação dos membros do Nudec do Chapa 4.

Hoje, 51 comunidades de Petrópolis já contam com Nudecs – todos criados pelo prefeito Rubens Bomtempo. Os núcleos funcionam como elo entre a Defesa Civil e as comunidades. Neste ano, a Prefeitura está trabalhando para criar mais Nudecs, aumentar o número de voluntários dos núcleos que já existem e continuar capacitando os cerca de 470 voluntários formados pelo município.

O Nudec do Chapa 4 foi formado em outubro do ano passado. Na ocasião, os voluntários aprenderam sobre prevenção de tragédias e tiveram noções de percepção de risco e de primeiros socorros. No curso de segunda-feira, os membros do Nudec aprenderam sobre as diferenças dos extintores – pó químico, água e gás carbônico – e em que situação usar cada um.

“O objetivo do curso é fazer com que os integrantes do Nudec aumentem a segurança em casa, nas suas cozinhas, e repassem esse conhecimento, para, assim, toda a comunidade ficar mais segura”, disse o diretor Gileno Alves.

Dois técnicos da Prefeitura – um geólogo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil e uma engenheira da Secretaria de Habitação – irão nesta semana para o Japão, onde ficarão quatro semanas conhecendo as ferramentas de prevenção de desastres naturais do país. A viagem faz parte da parceria entre o Brasil e o Japão para a redução dos riscos de tragédias em Petrópolis, Nova Friburgo e Blumenau (SC). Serão quatro anos de trabalho conjunto e, ao fim do período, a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) produzirá manuais com orientações para planejamento urbano, reconstrução de áreas atingidas por desastres naturais e emissão de alertas preventivos.

Neste primeiro ano da parceria, os técnicos da Jica estão conhecendo a realidade dos três municípios do convênio. Na semana passada, engenheiros japoneses estiveram em Petrópolis para reuniões técnicas e visitas a algumas das comunidades atingidas por deslizamentos nos últimos anos. Eles foram à região do Vale do Cuiabá, atingida em 2011, e à Rua Otto Reymarus,
no Lagoinha, onde houve deslizamentos em 2013.

“A Jica se prontificou em fortalecer o sistema de prevenção de desastres naturais em Petrópolis. O Japão tem muita experiência nesta área”, disse o engenheiro Norikazu Yamakawa, consultor de urbanismo da Jica. Técnicos da Defesa Civil e da Habitação acompanharam a comitiva japonesa na visita às comunidades.

“Essa iniciativa da equipe do Japão de vir a Petrópolis conhecer nossa realidade é muito positiva para essa parceria. É fundamental ter o conhecimento do que é o nosso problema, saber mais sobre as ocupações irregulares, as construções em talvegue (caminho por onde passam as águas das chuvas)”, disse a diretora de projetos especiais da Secretaria de Habitação, Mabel Vitória Leipner.

O convênio entre o Brasil e o Japão para a redução dos riscos de desastres naturais em Petrópolis deu mais um passo nesta semana: quatro engenheiros japoneses realizaram reuniões com técnicos da Secretaria de Proteção e Defesa Civil e da Secretaria de Habitação para tomarem conhecimento sobre as políticas da Prefeitura para prevenção e resposta a desastres, habitação e planejamento. O convênio, com duração de quatro anos, foi firmado no fim do ano passado e também envolve os municípios de Nova Friburgo (RJ) e Blumenau (SC).

As reuniões aconteceram nesta terça-feira (29/4) na sede das duas secretarias. Dois engenheiros japoneses foram para a Habitação e dois para a Defesa Civil. Eles vieram coletar dados sobre Petrópolis para somar ao conhecimento teórico que possuem. Ao fim do convênio, serão produzidos manuais com orientações para planejamento urbano, reconstrução de áreas atingidas por desastres naturais e emissão de alertas preventivos.

“A base do trabalho é um bom diagnóstico. Os padrões de vida do Japão e daqui são muito diferentes, então é preciso que eles conheçam a realidade da cidade. Eles já vieram com uma bagagem teórica muito grande. Conseguimos conversar, passar a nossa realidade, documentações e mapas”, disse Ana Maria Zanetti, subsecretária de Habitação.

Na Defesa Civil, os engenheiros japoneses conheceram o Plano de Contingência de Petrópolis. Apresentado pelo prefeito Rubens Bomtempo em dezembro, o documento define, por meio de tabelas, de forma simples e prática, o que cabe a cada órgão no caso de um desastre das chuvas em Petrópolis. Os técnicos da Defesa Civil também falaram sobre o Plano Municipal de Redução de Riscos – a última versão é de 2007, produzido pelo segundo governo de Bomtempo. A Prefeitura já contratou empresa especializada para atualizar o plano.

Sobre o aluguel social, os engenheiros Kitamura Tadanori e Toshinori Morita perguntaram se algum beneficiário continua morando em área de risco. O diretor técnico da Defesa Civil, o engenheiro Ricardo Branco, explicou que a secretaria realiza vistorias para a concessão do Aluguel Social, não autorizando o pagamento quando o imóvel representar risco para o morador. Técnicos japoneses já estiveram em Petrópolis em outras ocasiões nos últimos meses para conhecer as principais áreas de risco do município.

Os objetivos da parceria do governo federal com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) são o fortalecimento da cultura de prevenção em Petrópolis, Nova Friburgo (RJ) e Blumenau (SC) e o compartilhamento, entre os dois países, de experiências e tecnologias de monitoramento, prevenção e alerta. Em maio, dois técnicos da Prefeitura irão ao Japão para nova troca de experiências: a engenheira Ana Maria Zanetti, da Secretaria de Habitação, e o geólogo Yuri Garin, da Secretaria de Proteção e Defesa Civil.

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil completa, neste mês de abril, um ano de existência, já com muitos avanços no sistema municipal de prevenção de desastres das chuvas. Neste período, 48 pluviômetros automáticos e semiautomáticos foram instalados nas áreas de risco, cerca de 470 voluntários foram capacitados em 51 comunidades, os testes mensais das sirenes aperfeiçoaram o Sistema de Alerta e Alarme, cerca de 2.700 ocorrências foram atendidas pela Defesa Civil, três geólogos concursados foram chamados e uma parceria foi firmada com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

A criação da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, no lugar da antiga Coordenadoria, foi uma promessa de campanha cumprida pelo prefeito Rubens Bomtempo. A medida possibilitou que a Defesa Civil contasse com uma estrutura adequada para realizar medidas de prevenção condizentes com que Petrópolis precisa. Com uma sede maior e no Centro, a secretaria garante à população um sistema de atendimento mais eficaz.

“Petrópolis deu um salto de qualidade gigantesco no sistema de prevenção de desastres das chuvas e isso em apenas um ano. O status de secretaria é mais adequado à Defesa Civil de Petrópolis, já que o município é uma região montanhosa com um índice pluviométrico altíssimo. O prefeito Rubens Bomtempo demonstrou com essa lei que a redução dos riscos de desastres é
uma prioridade do seu governo”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

A lei 7.056, que criou a secretaria, é de 15 de abril de 2013, publicada no Diário Oficial do dia 19 de abril. Na publicação, estão descritas as atribuições da Secretaria de Proteção e Defesa Civil e dos seus servidores.

A lei deu poder de polícia administrativa aos técnicos da Defesa Civil, que, por meio de notificações, indicam aos proprietários de construções particulares que representem riscos, a necessidade de realização de intervenções, como obras, melhorias e contenções. O objetivo da Prefeitura é deixar Petrópolis cada vez mais segura.

Órgãos de segurança, de saúde e de defesa civil se reuniram nesta quinta-feira (24/4) para tratar dos últimos ajustes da 25ª Exposição Agropecuária, que será realizada entre os dias 29 de abril e 4 de maio no Parque Municipal, em Itaipava. O objetivo do encontro foi garantir a segurança dos participantes da festa, fazendo com que possíveis incidentes sejam prontamente atendidos.

O encontro foi promovido pela Fundação de Cultura e Turismo, na sede da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, e contou com a participação de representantes da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, da CPTrans, da Secretaria de Saúde, da Guarda Civil, da Defesa Civil e da empresa responsável pela festa, a Costa Azul. Os participantes discutiram rotas de fuga, os efetivos necessários, vistorias de equipamentos e a comunicação por rádio entre os órgãos durante o evento.

“O histórico da festa em Petrópolis é muito bom, com poucos problemas. Mas, ainda assim, temos que agir com prevenção, para reduzir cada vez mais a possibilidade de problemas. A ideia dessas reuniões é antecipadamente traçar um cenário de como vai estar a festa, para saber o que caberá a cada órgão e como será a comunicação entre esses órgãos. Isso facilita a tomada de decisões. A estrutura apresentada pela empresa organizadora é muito confortante para nós”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

A empresa Costa Azul produz exposições agropecuárias há 24 anos no Brasil, totalizando cerca de mil eventos realizados. Para o coordenador da 25ª Exposição Agropecuária, Juvenil dos Santos, a larga experiência da empresa no ramo dá mais segurança ao evento.
“Nós esperamos que esse histórico positivo continue dessa forma. A empresa responsável pela festa tem muita experiência, faz evento no país inteiro”, disse o coordenador da 25ª Exposição Agropecuária, Juvenil dos Santos.

A segurança no interior da festa será particular, com cerca de 130 profissionais contratados pela Costa Azul. Todas as pessoas que forem ao evento serão revistadas na entrada. Nos arredores do parque, a PM estará com sete ou oito viaturas, com cerca de 50 policiais. A Costa Azul contratou uma empresa para operar um posto médico central no parque, com médicos, enfermeiros e equipamentos, incluindo duas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) móvel e uma ambulância. Caso haja necessidade, a empresa transportará pacientes para a rede municipal de saúde: as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Centro e de Cascatinha e o Hospital Municipal Nelson de Sá Earp.

Vinte e seis pessoas participaram do curso para criação do Núcleo Comunitário de Defesa Civil (Nudec) do Vale do Cuiabá, no último sábado (12/4). Com a capacitação realizada pela Prefeitura, os participantes se tornaram voluntários da Defesa Civil e poderão contribuir para deixar as comunidades da Boa Esperança, Gentio, Madame Machado e Benfica mais seguras. Os moradores da região aprenderam noções básicas de prevenção aos desastres naturais e foram orientados sobre como agir em uma situação de tragédia. Agentes do programa Mãos à Obra, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), também assistiram o curso.

Agora, já são 51 comunidades de Petrópolis com Nudecs, todos criados pelo governo Rubens Bomtempo. Hoje o município conta com cerca de 470 voluntários capacitados pela Defesa Civil para atuar na redução de riscos de desastres em conseqüência das chuvas. O objetivo da Prefeitura é criar mais Nudecs em 2014. Nos núcleos já formados, a capacitação é contínua e os voluntários participam sempre de novos cursos e de reuniões, possibilitando também que mais moradores se integrem ao trabalho.

“Queremos formar uma grande rede de Defesa Civil, cada vez mais preparada e que envolva o poder público e a população. Para isso, temos avançado muito. A capacitação dos moradores não termina com a criação do núcleo. A formação é contínua, para que os moradores sempre atuem pela prevenção, levando o lixo para a rua apenas antes de o caminhão passar, colocando calha no telhado, não realizando cortes irregulares em barrancos, entre outras medidas”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

As comunidades já atendidas por Nudecs são: 24 de Maio, Amazonas, Bairro Esperança, Bairro Mauá, Bataillard, Bela Vista, Benfica, Bingen, Boa Esperança, Boa Vista, Capela, Castelânea, Caxambu, Chácara Flora, Chapa 4, Cremerie, Dr. Thouzet, Duarte da Silveira, Duques, Espírito Santo, Estrada da Saudade, Euclides da Cunha, Fazenda Inglesa, Ferroviários, Floresta, Florido, Gentio, Gulf, Independência, João Xavier, Madame Machado, Montese, Morin, Morro do Gavião, Mosela, Oficina, Oswaldo Cruz, Pedras Brancas, Pica-Pau, Presidente Sodré, Rio de Janeiro, Rocio, São João Batista, São Sebastião, Sargento Boening, Serrinha, Siméria, Taquara, Vale do Cuiabá, Ventura e  Vila Felipe.

Os cerca de 450 voluntários dos 46 Núcleos Comunitários de Defesa Civil (Nudecs) criados pela Prefeitura desde 2013 continuam passando por cursos de capacitação. Na última quinta-feira (10/4), os participantes dos Nudecs do Quitandinha e do Amazonas, criados em 2013, tiveram um curso sobre o Sistema de Alerta e Alarme. O diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves, tirou dúvidas dos moradores sobre o acionamento das sirenes e a abertura dos pontos de apoio.

O curso foi realizado na Escola Municipal Governador Marcello Alencar, no Espírito Santo. Gileno explicou aos moradores que a Secretaria de Proteção e Defesa Civil acompanha a chuva pelos 74 pluviômetros instalados no município. Quando os índices em algum bairro atingem o protocolo pré-determinado pela secretaria, as sirenes são acionadas pela Defesa Civil remotamente, pela internet. Nesse caso, os moradores devem sair imediatamente de casa e procurar locais seguros: pontos de apoio ou casas de amigos ou parentes que não fiquem em áreas de risco.

São 24 pontos de apoio em Petrópolis: locais, como escolas e igrejas, sinalizados com placas pela Prefeitura. Os responsáveis por esses espaços são orientados pela Defesa Civil a sempre abrir as unidades em caso de chuvas fortes.

Os moradores elogiaram a medida da Defesa Civil, que busca conscientizar cada vez mais os moradores sobre medidas de prevenção de desastres das chuvas: "Achei bem legal essa palestra da Defesa Civil. Foi a primeira vez que participei e pretendo participar de outras. É importante a comunidade estar presente, afinal nós é que seremos beneficiados com esse conhecimento. É a nossa vida. Eu costumava me trancar em casa com meus netos quando a chuva apertava, agora já sei que tenho que prestar atenção no que está acontecendo lá fora, ficar ligada nas sirenes e, se ficar mais forte, correr para o ponto de apoio. Estou muito feliz em saber que a Defesa Civil está perto da gente, assim como o pessoal do Nudec e das UPCs. O povo tem que participar mais das ações", disse a aposentada Efigênia Santos, de 68 anos, moradora da Rua Maranhão, no Quitandinha.

Estudantes da Escola Municipal Governador Marcello Alencar, no Espírito Santo, acompanharam nesta quinta-feira (10/4) o teste mensal das sirenes realizado pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil. Duas alunas do 9º ano do ensino fundamental acionaram as sirenes remotamente, pela internet, e os demais puderam acompanhar o processo. A iniciativa da Prefeitura busca aproximar cada vez mais a Defesa Civil das comunidades e dos jovens, para que a população se conscientize dos riscos relacionados às chuvas e se previna de desastres naturais.

O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, participou do teste, que acontece todo dia 10, às 10h. Ele explicou que o exercício mensal de acionamento das sirenes foi levado para a Escola Municipal Governador Marcello Alencar para que os jovens se envolvam nas ações de Defesa Civil e ajudem a conscientizar os pais.

“A melhor forma de termos uma cidade mais segura é investir nos jovens. O adulto é muito difícil de mudar. No Japão, as crianças sabem o que fazer se acontecer algo, como terremotos, por exemplo. A nossa intenção é que cada jovem fale com os pais sobre a importância de sair de casa quando a sirene for acionada, da necessidade de colocar calha no telhado, de não jogar lixo no chão para não entupir bueiros, entre outras medidas simples”, disse o secretário Rafael Simão.

A escola fica no Quitandinha, região com alto índice pluviométrico. Por isso, a determinação do prefeito Rubens Bomtempo é que sempre sejam realizadas ações de prevenção no bairro. Em 2013, a Prefeitura criou Núcleos Comunitários de Defesa Civil (Nudecs) no Amazonas, Espírito Santo e Rio de Janeiro, capacitando moradores dessas comunidades para que atuem como voluntários da Defesa Civil.

A diretora da escola, Bianca Lutz, elogiou a ação da Defesa Civil e lembrou os perigos das chuvas, já que uma comunidade próxima foi atingida em março de 2013. “Nós sentimos na pele o que aconteceu no ano passado. Nós perdemos dois alunos da escola, um de cinco anos e outro de nove. Por isso que sempre conversamos sobre a importância de participar dessas ações, porque moramos em um bairro com grande incidência de chuva”.

O objetivo do teste mensal é avaliar o funcionamento das 18 sirenes do Sistema de Alerta e Alarme para que possíveis falhas sejam comunicadas à empresa responsável pela manutenção. Nesta quinta-feira, somente a sirene do Amazonas apresentou falhas no acionamento remoto. A empresa responsável pela manutenção fez no mesmo dia os reparos necessários, e o equipamento já funciona normalmente. No acionamento manual, realizado pelos agentes das Unidades de Proteção Comunitária (UPCs), todas funcionaram perfeitamente.

Os moradores do Vale do Cuiabá, Comunidade da Boa Esperança, Gentio, Madame Machado e Benfica podem se tornar voluntários da Defesa Civil neste sábado (12/4). De 8h as 12h, a Prefeitura criará o Núcleo Comunitário de Defesa Civil (Nudecs) na região, capacitando os moradores deixarem as suas comunidades mais seguras. Eles aprenderão noções básicas de prevenção de desastres das chuvas e o que fazer em uma situação de tragédia. Para participar, basta comparecer na Escola Municipal Paula Buarque, na Estrada Philuvio Cerqueira, s/n.

Os participantes aprenderão noções básicas de Defesa Civil, medidas simples para deixar a casa mais segura, o que fazer se começar a chover forte e como montar um pluviômetro caseiro. “A ideia do Nudec é fazer com que a comunidade participe mais do processo de prevenção. Petrópolis somente será um local mais seguro com a ajuda da população”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

Com o curso deste sábado, já serão 51 comunidades de Petrópolis com Nudecs, todos criados pelo governo Rubens Bomtempo. Hoje o município conta com cerca de 450 voluntários capacitados pela Defesa Civil para atuar na prevenção de desastres. As comunidades que possuem Nudecs são: 24 de Maio, Amazonas, Bairro Esperança, Bairro Mauá, Bataillard, Bela Vista, Bingen, Boa Vista, Capela, Castelânea, Caxambu, Chácara Flora, Chapa 4, Cremerie, Dr. Thouzet, Duarte da Silveira, Duques, Espírito Santo, Estrada da Saudade, Euclides da Cunha, Fazenda Inglesa, Ferroviários, Floresta, Florido, Gulf, Independência, João Xavier, Montese, Morin, Morro do Gavião, Mosela, Oficina, Oswaldo Cruz, Pedras Brancas, Pica-Pau, Presidente Sodré, Rio de Janeiro, Rocio, São João Batista, São Sebastião, Sargento Boening, Serrinha, Siméria, Taquara, Ventura e  Vila Felipe.
 
Serviço:Nudecs do Vale do Cuiabá, Comunidade da Boa Esperança, Gentio, Madame Machado e Benfica
Local: Escola Municipal Paula Buarque, Estrada Philuvio Cerqueira, s/n
Quando: sábado (12/4), de 8h as 12h
Mais informações: pelo telefone 2246-9163

A Secretaria de Proteção e Defesa Civil coordenou, na noite de segunda-feira (31/3), a retirada de um ônibus que saiu da pista ficando com a parte da frente dentro do rio que corta a Rua Professor Stroele, no Quarteirão Brasileiro. O acidente foi causado por óleo na pista, e ninguém ficou ferido. O Plano de Contingência de Petrópolis, apresentado pelo prefeito Rubens Bomtempo em dezembro, foi utilizado, e a Defesa Civil acionou Comdep, Guarda Civil, CPTrans e Secretaria de Obras, para que via pudesse ser liberada ao tráfego. A retirada do veículo foi realizada pela empresa de transporte. O Corpo de Bombeiros também participou da ação.

O acidente aconteceu por volta das 20h. Quatro agentes da Defesa Civil chegaram prontamente ao local e isolaram a área. A Guarda Civil espalhou serragem na área onde havia óleo. Em seguida, a Comdep e a Secretaria de Obras colocaram pó de pedra na via, para minimizar o risco de novos acidentes. A CPTrans sinalizou a via, que foi liberada para o trânsito ainda na noite de segunda-feira. Toda a ação terminou por volta das 23h.