Reforçar os cuidados necessários em casos de chuvas fortes em Petrópolis. Este foi o objetivo da ação realizada pelos agentes da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias nesta terça-feira (30.01) no Centro Histórico. As equipes distribuíram cartilhas de prevenção aos desastres de origem natural nas ruas do Imperador e 16 de Março. A iniciativa integra o conjunto de atividades do Plano Verão 2020.

O material entregue para a população ensina dicas simples, como a preparação de um kit de emergência, o conserto de vazamentos em reservatórios e caixas-d’água e o descarte correto do lixo. Outro ponto abordado nas cartilhas é o papel dos moradores na prevenção de desastres.

Petrópolis é um município com 411 mortes por desastres nos últimos 30 anos. O trabalho de prevenção busca mudar esses números.

Além disso, as equipes também fixaram o material do SOS Chuvas em bares, lanchonetes, padaria e bancas de jornais. Outra ação realizada pelos agentes ao longo desse mês foi nos terminais rodoviários.

No fim do ano passado, a Defesa Civil realizou a entrega desse material educativo nas 12 comunidades da cidade que contam com 20 conjuntos de sirenes do Sistema de Alerta e Alarme. Os agentes também vistoriaram cada um dos 15 pontos de apoio existentes nos bairros. A ação reforçou a importância das sirenes e preparou os locais para estarem abertos neste período.

O trabalho realizado nos terminais rodoviários urbanos faz parte Plano Verão 2020. Também estão incluídos neste planejamento o Defesa Civil nas Escolas, o Defesa Civil Jovem, o SOS Chuvas e o programa Rio Limpo. Os planos de contingência da estação estão disponíveis no site da prefeitura (www.petropolis.rj.gov.br).

Com a chegada do período de férias escolares e os festejos de fim de ano, diminuem as doações para Banco de Sangue do Santa Teresa, no Bingen. Por conta disso, os agentes da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias estiveram no local contribuindo com os estoques, que estão abaixo da média esperada. A reserva do sangue O - está em nível mais crítico.

O Banco de Sangue atende as duas UPAs da cidade, o CTO, o Hospital Unimed e o próprio Hospital Santa Teresa, que é referência em atendimento de feridos de acidentes de trânsito. A parceria com a Defesa Civil teve o objetivo de contribuir com os estoques do banco.

"Doar sangue é um gesto de amor acima de tudo. Esse é o maior presente de fim de ano que alguém pode receber, e quem doa também é contagiado por esse sentimento", explica Vinícius Paulo Noves Pereira, captador do Banco de Sangue Santa Teresa.

Um único doador pode ajudar até quatro pessoas com a bolsa de sangue. Isso porque o material colhido é separado e podem ser usadas plaquetas, hemácias, plasma e criopreciptado – cada um com uma função diferente.

Como o tempo de armazenagem também varia (por exemplo, as plaquetas, usadas para coagulação, podem ser armazenadas por apenas cinco dias), é necessário que as doações sejam frequentes para atender toda a demanda.

Podem doar todas as pessoas entre 18 e 60 anos, em bom estado de saúde e que pesem mais de 50 quilos. Jovens de 16 a 17 anos também podem doar acompanhados dos responsáveis. Não é necessário fazer jejum, mas é importante não ingerir alimentos gordurosos três horas antes da doação. Também não se deve consumir bebidas alcoólicas 12 horas antes.

As únicas restrições são a diabéticos e pessoas que fizeram tatuagem ou colocaram piercing há menos de um ano. Pessoas que fizeram algum procedimento, como endoscopia, só podem doar após seis meses da realização da intervenção. O banco de sangue funciona todos os dias, de 7h às 18h, na Rua Paulino Afonso, 477 – Bingen – ao lado do HST.

Curso promovido pela Rebio-Araras busca preparar as equipes para o atendimento as ocorrências na Reserva

A brigada operacional de combate a incêndios florestais da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias está participando do curso de prevenção e defesa florestal promovido pela Reserva Biológica Estadual de Araras (Rebio-Araras). As atividades começaram nesta quinta e seguem na sexta-feira (27.07), com aulas sobre legislação ambiental, técnicas de fiscalização, a biodiversidade da região, além de ensinamentos sobre os equipamentos usados no combate as queimadas. O trabalho integrado da pasta com os órgãos ambientais está previsto no Plano Inverno 2018 de Petrópolis, organizado pela prefeitura e que tem o objetivo de organizar e melhorar a resposta as ocorrências da estação.

Só neste mês, o 15° Grupamento de Bombeiro (GBM) Militar registrou 27 casos de incêndios florestais, que consumiram quase 11 mil metros quadrados de área verde. A chefe da Rebio-Araras, Isabela Bernardes, explica que o curso tem o objetivo de preparar as equipes operacionais para o atendimento em caso de ocorrência deste tipo na área da reserva. Ela lembra também que o trabalho em conjunto já resultou no mapeamento do Vale das Videiras graças ao sobrevoo do drone da Defesa Civil no local.

“É fundamental para a cidade que os órgãos de atendimento e de resposta estejam organizados e preparados para atender as ocorrências. Desde o início do ano passado, dentro do Plano Inverno de Petrópolis, somos parceiros da Defesa Civil e de outras instituições no período de estiagem, com ações antecipadas. Acreditamos que dessa maneira, vamos diminuir os casos de incêndios florestais não apenas na Reserva, mas em toda a cidade”, disse Isabela.

Dados do Corpo de Bombeiros também comprovam a eficácia do trabalho antecipado realizado na cidade, que começou no ano passado: foram registrados 116 casos de fogo em vegetação contra 258 em 2016. O trabalho preventivo entre os órgãos estabelece ações de resposta para agilizar o atendimento às ocorrências e minimizar os efeitos das queimadas. Por conta elaboração do Plano Inverno, Petrópolis também recebeu o reconhecimento internacional da Organização das Nações Unidas (ONU) e ganhou nota máxima na avaliação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) nas ações de Defesa Civil.

“O reconhecimento nacional e internacional mostra que estamos no caminho certo em busca de uma cidade mais resiliente. Realizamos uma série de atividades no ano passado, com treinamentos em conjunto com órgãos ambientais e a criação de uma metodologia pioneira no país com relação as ameaças de inverno. Apesar das dificuldades, seguimos trabalhando de forma antecipada e organizada”, explica o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz.

O Plano Inverno 2018 de Petrópolis foi elaborado por 19 instituições diferentes, contando com mais de 80 horas de treinamento envolvendo órgãos de atendimento e resposta e cerca de 150 pessoas treinadas para a resposta imediata em casos de incêndios florestais. Os planos de contingência e as matrizes de atividades e responsabilidades estão disponíveis no site da prefeitura.

“Com a adoção de medidas preventivas, podemos agir no estágio inicial dos incêndios florestais e, até mesmo, evitar que o desastre aconteça, protegendo a fauna, a flora e ainda a vida humana com o emprego de práticas antecipadas e planejadas. São ações integradas, proporcionadas pelo Plano Inverno, que fazem com que alcancemos nossos objetivos, como foi no ano passado”, completa Paulo Renato.

Medidas que devem ser tomadas em casos de emergências foram discutidas.

Os agentes da Secretaria de Defesa Civil participaram de um grande simulado de desastres naturais na manhã desta quarta-feira (25.01) na Sala de Cooperação da Defesa Civil. Quais medidas devem ser tomadas em caso de chuvas fortes nas madrugadas, feriados e fins de semana e o que fazer em uma situação de emergência foram debatidas entre a equipe e, na sequência, colocadas em prática. O teste foi uma determinação do secretário Paulo Renato Vaz, que aprovou o resultado final.

"A Defesa Civil precisa atuar de forma preventiva. Sempre que acontece um treinamento ou um simulado, a equipe responde de maneira mais rápida e eficaz, porque cada agente aprende e entende como agir em caso de alguma emergência. Esse tipo de trabalho é bastante proveitoso", disse o secretário de Defesa Civil, Paulo Renato Vaz. "O mês de janeiro é o mais chuvoso. Apesar de não ter acontecido nenhuma chuva mais forte, temos que estar prontos para atuar", afirmou.

O simulado começava com uma ligação para o número 199 com uma ocorrência de grande porte. A partir do telefonema, os agentes precisavam apresentar a melhor solução no menor tempo possível. Orientados pelo diretor de Prevenção e Capacitação, Coronel Gileno Alves,  a equipe colocou em prática os procedimentos.

"É lógico que é um treinamento simulado e não existe a adrenalina e o nervosismo. Mas é importante que cada um saiba sua atribuição, como agir e reagir. Nossa equipe está pronta para enfrentar o verão", destacou o secretário.

7 agentes foram capacitados para utilizar o sistema que registrou em um mês 93 trotes

Agentes do setor operacional da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias passaram por um treinamento nesta segunda-feira (12.06) para utilizar o sistema contra trotes, que está em fase de testes com o apoio da empresa Gridlab. A medida foi tomada após o programa acusar que quase 10% das ligações recebidas no mês de maio foram trotes. Ao todo, 945 chamadas foram registradas, sendo 93 “brincadeiras” ou ofensas aos atendentes. Por conta da recorrência de casos, desde a semana passada as ligações recebidas estão sendo gravadas. Os números de onde partiram os trotes serão denunciados à polícia.

Segundo o diretor Técnico e Operacional da Defesa Civil, Ricardo Branco, a capacitação, a sete agentes, foi oferecida pela empresa responsável pelo programa. “A empresa entrou em contato com a gente e disponibilizou o treinamento. Para o nosso setor operacional é importante conhecer mais o sistema e saber como o programa funciona, ainda mais em um momento de emergência. Os trotes tumultuam o nosso trabalho e podem prejudicar quem precisa de atendimento. Com o apoio da população, acredito que vamos diminuir os casos”, disse.

O empresário petropolitano Flávio Bordalo, dono da Gridlab, elogiou a forma de atendimento da Defesa Civil e acredita que o programa vai ajudar o trabalho operacional do órgão como um todo. “A parceria com a Defesa Civil teve início no Sistema de Alerta e Alarme e continua funcionando da melhor maneira possível. Acreditamos muito no trabalho de prevenção realizado pelo órgão. O sistema pode ajudar com informações mais precisas com dados e referências”, disse.

 

Prioridade é o atendimento das ocorrências de forma mais rápida e eficaz

Foram mais de 800 horas de treinamento e capacitação. Os agentes da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias participaram de diversas ações de aperfeiçoamento ao longo de 2017. O tempo investido tem dois objetivos: atender as ocorrências de forma mais rápida e eficaz, além de implementar a cultura da prevenção na cidade. Órgãos estaduais e nacionais estiveram presentes na Sala de Cooperação do órgão municipal, inaugurada no primeiro dia de governo, debatendo sobre ações de resposta aos deslizamentos de terras, inundações, incêndios florestais e outros incidentes comuns na cidade.

“O trabalho precisa ser organizado e pactuado de forma antecipada. Temos que trabalhar de sempre de forma preventiva, com o objetivo de reduzir os riscos de desastre”, diz o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz. E com razão. O Japão, referência mundial em redução de riscos, utiliza essa forma de trabalho. “Mais de 80% do território japonês é coberto por montanhas, aqui nós temos um terço da população vivendo em área de risco. Assim como eles, temos que desenvolver uma cultura preventiva e essa mudança só se constrói a longo prazo”, afirma o secretário.

Cada setor da Defesa Civil foi capacitado dentro da sua linha de atuação: os agentes operacionais, como o próprio nome diz, receberam treinamento para atuar no momento do desastre. Mas existem aqueles que realizam campanhas preventivas, como a Xô Mosquito e a #QueimadaNão, por exemplo.

“Recebemos em agosto o Exercício Conjunto de Apoio à Defesa Civil. Os cenários escolhidos de treinamento foram de chuvas intensas seguidas por inundações, deslizamentos de terras e vendavais e um incêndio florestal de grande proporção. Foi um grande aprendizado para os nossos agentes”, explica Paulo Renato, lembrando ainda da capacitação realizada pelo Corpo de Bombeiros e pela Reserva Biológica Estadual de Araras (Rebio-Araras).

“Para realizarmos a campanha #QueimadaNão, nossos agentes receberam instrução dos militares e de órgãos ambientais. A capacitação é fundamental para que o nosso trabalho seja realizado da melhor forma possível”, completa.

Com o foco na prevenção de desastres, ações também foram planejadas neste sentido. Somente neste ano, foram realizados 15 testes das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme, sendo nove durante o dia e seis à noite. “O objetivo é garantir que todo o sistema esteja funcionando no momento em que for necessário o acionamento, além de melhorar a comunicação dos agentes com a comunidade”, diz o secretário de Defesa Civil, sem deixar de lado as comunidades que não contam com as sirenes.

“Lançamos o projeto Defesa Civil na Sua Casa, com o objetivo de ouvir os moradores e em conjunto construirmos ações que reduzam o risco de desastres. Se não existe a sirene na comunidade, podemos criar um outro aviso sonoro para a população. Acredito que essa ação também é um grande passo para construirmos uma cidade resiliente”, afirma Paulo Renato.

E a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece os esforços da prefeitura. Em agosto o órgão concedeu o prêmio de cidade resiliente do mês para Petrópolis, graças ao trabalho de articulação realizado dentro do Plano Inverno 2017. Além disso, Petrópolis foi uma das duas cidades do Estado do Rio de Janeiro indicadas pela ONU como município com potencial de se transformar em modelo mundial para redução de riscos de desastres, ao lado de Niterói. As Nações Unidas listaram 50 municípios nas Américas, sendo sete no Brasil. 

“Dentro dos nossos limites, sempre juntos, trabalhamos para que Petrópolis passe a ser um modelo de prevenção aos desastres. É um trabalho árduo, mas que estamos confiantes que vamos conseguir”, reconhece o secretário de Defesa Civil, que fez questão de lembrar a data de lançamento do Plano Verão 2018 de Petrópolis: 30 de novembro.

“Prevenção e articulação de socorro são prioridades estabelecidas na administração atual. A proposta é que todos os órgãos estejam organizados para responder de forma mais eficiente caso aconteça um desastre no município.  Estamos elaborando cinco matrizes de responsabilidades em que cada integrante do Plano Verão 2018 vai saber como agir”, explica Paulo Renato.

Os três agentes da Defesa Civil de Petrópolis atingidos por um deslizamento quando salvavam vidas durante as chuvas de 17 de março de 2013 receberam homenagens do Ministério da Integração Nacional. Durante a Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil, em Brasília, na última semana, o ministro Francisco Teixeira entregou a Medalha Grau de Grande Oficial ao assessor de prevenção e preparação da secretaria, Ricardo Corrêa, e aos familiares dos agentes Fernando Fernandes e Paulo Roberto Filgueiras. Essa é a maior condecoração da Defesa Civil nacional.

Após o deslizamento de 17 de março de 2013, Ricardo ficou em coma e internado em CTI por quatro meses, com várias fraturas pelo corpo e insuficiência respiratória. Depois de uma melhora que impressionou familiares e amigos, Ricardo voltou ao trabalho neste ano. Fernando e “Beto” morreram no local no dia do acidente. Os três estavam na Vila São Joaquim, no Quitandinha, orientando os moradores a saírem de casa por causa das fortes chuvas.

“Trabalhar em Defesa Civil é uma grande responsabilidade. Esses três são exemplos disso”, lembrou o prefeito Rubens Bomtempo. “Agradeço, em nome do povo de Petrópolis e de todo o Brasil, ao Ricardo Corrêa e às famílias de Fernando Fernandes e Paulo Roberto Filgueiras pelo ato de heroísmo que todos tiveram. É isso que nos faz admirar aqueles que se dedicam a essa grande atribuição que é trabalhar em Defesa Civil”, disse o ministro Francisco Teixeira.

Ricardo e os familiares de Fernando e Beto receberam homenagens nas três esferas da Defesa Civil – municipal, estadual e federal. Em junho de 2013, com a inauguração da sede da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, foram entregues placas em homenagem aos três agentes. Além disso, Paulo Roberto Filgueiras deu nome ao Centro de Operações (Ceop) da Defesa Civil, e Fernando Fernandes deu nome à sede. Em dezembro de 2013, Ricardo e os familiares de Fernando e Beto receberam, da Secretaria Estadual de Defesa Civil, a Medalha Mérito de Defesa Civil.

“A medalha foi uma grande gratificação depois de muitos anos de Defesa Civil e ter vivido o que eu vivi, no intuito de tentar cada vez mais ajudar um pouco mais a população. Acredito que o trabalho da Defesa Civil está em crescimento e tem que ser reconhecido, não importa que seja por uma medalha, pelo reconhecimento da pessoa civil, em qualquer momento. É uma honra trabalhar na Defesa Civil e ajudar a população, assim como o Fernando e o Beto sempre fizeram com muita dedicação”, disse Ricardo Corrêa.

O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, que participou da conferência, ficou emocionado com a homenagem aos agentes. “Atitudes como as dos agentes Fernando, Roberto e Ricardo vão muito além do profissionalismo esperável no desempenho da função pública. Em verdade, alcançam elevadíssimo grau humanitário e demonstram coragem e heroísmo inigualáveis. Petrópolis, ou melhor, todo o Sistema de Defesa Civil é eternamente grato a tudo o que fizeram e, em especial, ao Ricardo, por tudo o que continua fazendo, inclusive superando as sequelas físicas deixadas pelo acidente e continuando a missão de trabalhar na Defesa Civil. Seus exemplos de determinação, superação e coragem inspiram as pessoas a construir um mundo melhor e mais justo. E, para honrar a memória de Fernando e Roberto, para que seus esforços não se percam, todos nós precisamos nos empenhar cotidianamente no planejamento e na efetivação de políticas públicas de Defesa Civil que tornem as cidades mais sustentáveis, resilientes e seguras. A estes heróis deixamos a certeza que jamais os esqueceremos e que seus esforços não serão em vão”, disse Simão.

Capacitação serve para atuação dentro do plano de contingência de inverno 

Agentes da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias participaram de um treinamento nesta quarta-feira (21.06) ministrado pela chefe da Reserva Biológica Estadual de Araras (Rebio-Araras), Isabela Bernardes, na Sala de Cooperação do órgão municipal. A ação faz parte do Plano Inverno, lançado pela prefeitura na terça (20.06), que orienta o combate aos incêndios florestais que atingem Petrópolis no período de estiagem. Além da guarnição de combate às queimadas, a Defesa Civil conta com uma equipe que vai realizar um trabalho de conscientização com alunos da rede municipal de ensino sobre o assunto.

O secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias destacou a troca de experiências com órgãos experientes no assunto. “Os órgãos ambientais que fazem parte do Plano Inverno trazem na bagagem uma experiência enorme no assunto. Essa troca de experiências para os nossos agentes é fundamental. Vamos realizar um trabalho de conscientização nas escolas, além da nossa atuação em apoio ao Corpo de Bombeiros. Nossa equipe está cada dia mais preparada para ajudar”, disse.

A chefe da Rebio-Araras, Isabela Bernardes, explicou que há dois anos não há registro de queimadas no local. “Acredito que essas medidas que estamos tomando podem ser utilizadas em outras partes do município. Além da nossa guarnição de combate as queimadas, estamos fazendo um trabalho intenso de fiscalização nas nossas áreas”, explica.

A Defesa Civil vai realizar em agosto a campanha #Queimadanão nas escolas da rede municipal e nos clubes. O objetivo é conscientizar as crianças e os jovens sobre os problemas causados pelas queimadas. Os agentes aproveitaram a palestra para debater sobre as ações que serão realizadas.

Ação do Plano Verão 2020 tem o objetivo de reforçar a importância do sistema de sirenes

O calendário de visitação aos pontos de apoio dos agentes da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias continua nesta terça-feira (10.12). As equipes irão verificar as condições da E.M. Stefan Zweig, às 10h, na Rua Sergipe. A mesma ação será realizada às 14h, na E.M. Marcelo Alencar, na Rua Espírito Santo. Nas duas localidades também serão entregues cartilhas de prevenção aos desastres de origem natural para moradores e comerciantes dessas localidades. Até o dia 18 de dezembro, a Defesa Civil irá vistoriar todos os 15 locais de apoio cadastrados na prefeitura.

Esse trabalho de prevenção integra as ações de prevenção do Plano Verão 2020 e reforça a importância do Sistema de Alerta e Alarme. Também é uma maneira de preparar os pontos de apoio para estarem abertos em casos de chuvas fortes. 

Petrópolis conta com 20 conjuntos de sirenes do Sistema de Alerta e Alarme em 12 comunidades: Gentio, Buraco do Sapo, 24 de Maio, Alto da Serra, Bingen, Dr. Thouzet, Independência, Quitandinha, São Sebastião, Sargento Boening, Siméria e Vila Felipe. São 15 pontos de apoio, que são locais seguros para os moradores permanecerem caso os índices de chuva estejam alarmantes.

No dia 18 de dezembro, último dia do calendário nas comunidades, a Defesa Civil vai promover o treinamento dos responsáveis pela abertura destes locais de apoio. Os 45 voluntários que fazem este trabalho irão participar.

Após o trabalho dos agentes na terça-feira, o calendário continua na quinta-feira (12.12), às 10h, na E.M. Odette Fonseca, no Duques. No mesmo dia, às 14h, será a vez da visita na Escola Paroquial Bom Jesus, no Dr. Thouzet.

Os agentes das Unidades de Proteção Comunitária (UPCs) passaram por um curso de capacitação nesta semana na Secretaria de Proteção e Defesa Civil. Foram 16 horas de aula, entre segunda e sexta-feira (27 a 31/1), sobre noções básicas de Defesa Civil, ações de prevenção que devem ser desenvolvidas na comunidade e como deixar mais segura a região atendida pela UPC.

As UPCs são um projeto piloto da Secretaria estadual de Defesa Civil que começou a ser realizado em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. Em Petrópolis, as unidades estão em fase de implantação, agora em parceria com a Prefeitura, cabendo ao município a administração das atividades, enquanto o estado é responsável pela infraestrutura e pelo pagamento dos agentes de proteção comunitária.

“O objetivo das UPCs é aproximar a Defesa Civil das comunidades. Os agentes das UPCs vão identificar as ameaças e as vulnerabilidades da comunidade, para que a Defesa Civil proponha ações de prevenção de desastres naturais”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

São dez UPCs em Petrópolis: Quitandinha, Ferroviários, Vila Felipe, Duques, Sargento Boening, São Sebastião, Siméria, Independência, Dr. Thouzet e 24 de Maio, que contam com um total de 40 agentes.

O curso foi ministrado pelo diretor administrativo da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Gileno Alves. Ele passou aos agentes noções de prevenção e de resposta a desastres. Os agentes aprenderam sobre a necessidade de fazer um planejamento de evacuação de pessoas, para que os moradores de áreas de risco deixem as casas com rapidez no caso de fortes chuvas.

“Foi passado para os agentes que, no caso de fortes chuvas, eles devem ajudar a retirar os moradores das casas em áreas de risco e ir para os pontos de apoio para receber as pessoas. Debatemos sobre o funcionamento do Sistema de Alerta e Alarme e sobre a necessidade de conscientizar os moradores a acatar as orientações das sirenes. Como os agentes aprenderam noções básicas de Defesa Civil, eles deverão orientar os moradores sobre o que fazer e o que não fazer para deixar as casas mais seguras”, disse Gileno. Para 2014 estão previstas ações de integração das UPCs com as escolas municipais, para que os professores realizem trabalhos com os alunos nas unidades sobre prevenção de desastres das chuvas.

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