Com mais de 1,4 mil laudos concluídos, as equipes da Secretaria de Defesa Civil mantém os trabalhos durante o fim de semana. Cerca de 3,2 mil vistorias estão em andamento e até o momento, mais de 5,6 mil Registros de Ocorrência (RO) foram cadastrados. A maior parte dos casos é por deslizamentos.  Neste sábado (12), engenheiros, geólogos e técnicos seguem atuando pela manhã nas localidades do Dr. Thouzet, Independência, Oswero Vilaça, Vital Brazil, Itamarati, Quitandinha e Caxambu.

As buscas pelos quatro desaparecidos continuam. Militares do Corpo de Bombeiros seguem com equipes dedicadas no Morro da Oficina e pelo Rio Quitandinha. A equipe Técnica e Científica da Polícia Civil, que atua no Instituto Médico Legal (IML) mantém o registro de 233 vítimas fatais, sendo 138 são mulheres, 95 são homens e entre esses, 44 são menores.

No momento, mais de 170 famílias foram direcionadas para os novos lares a partir do benefício do Aluguel Social.  A Secretaria de Assistência Social oferece todo o suporte as 690 pessoas que ainda estão nos 20 abrigos temporários. Todos estão recebendo suporte com orientações para a obtenção do benefício e busca pelos imóveis para locação. As pessoas acompanhadas nos abrigos ainda recebem o atendimento médico, psicológico e para as crianças, estão sendo promovidas atividades recreativas.

*Pontos de abrigo em funcionamento no momento:*

Escolas públicas: E. E. Rui Barbosa, Paróquia de Santo Antônio, Cei Chiquinha Rolla, Comac - Escola Germano Valente, E. M. Alto Independência, E. M. Joaquim Deister, E. M Maria Campos da Silva, E.M. Papa João Paulo II, E. M. Rubens de Castro Bomtempo, E. São João Batista, E. M. Nossa Senhora da Glória, Sítio São Luiz e E. P. Carlos Demiá.

E ainda os pontos voluntários: Igreja Videira, Quadra do Oswaldo Cruz, Associação de Moradores Vila São José, Igreja Wesleyana – Caxambu, Igreja Católica Floresta, Igreja Redenção e Assembleia Chama Viva.

As equipes da Defesa Civil seguem neste sábado (12) no acompanhamento dos desmontes de rochas pelas localidades afetadas pelas chuvas de fevereiro. Hoje, as equipes da empresa especializada no serviço, darão continuidade ao trabalho no Alto da Serra, no BNH, onde desde ontem (sexta, 11), é feita a retirada de uma pedra de 75 toneladas. No local ainda há outra rocha de cerca de 40 toneladas, que está obstruindo a passagem no condomínio. Os trabalhos seguirão pela região, para a retirada de outras rochas de tamanhos variados pelo Morro da Oficina, onde atuarão ao longo de todo o dia.

Para as ações de desmonte de rocha, o efetivo da Defesa Civil atua em apoio aos profissionais especializados para o alerta à população e evacuação das áreas, que precisam ser isoladas no mínimo, a um raio de 50 metros. O trabalho de preparação para o desmonte é feito com cautela e já contou com o apoio da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. “Estamos avançando nesse trabalho de liberação das áreas afetadas e fazendo tudo com muito cuidado, priorizando a segurança da população”, ressalta o prefeito Rubens Bomtempo, que acompanha as ações realizadas em todas as áreas.

Para o desmonte das rochas não são usados explosivos. A técnica aplicada é de baixo impacto, com o uso de corrente elétrica de baixa voltagem e baixa tensão, que causa queima do produto a partir de reação exotérmica. Com esse método a detonação não causa vibrações ou lançamentos de fragmentos. Mesmo com toda a segurança que o processo oferece, o responsável pelo desmonte reforça que faz o isolamento das áreas em que atuam. “É importante que a população siga as recomendações de segurança e siga a orientação de distanciamento. Usamos uma técnica segura, de baixo impacto, mas é necessário o isolamento da área”, pontua o técnico Camilo Hemerly.

Para os próximos dias, as equipes estudam a atuação para o desmonte de rocha da Rua Teresa. O cronograma de trabalho de liberação de outras áreas está sendo elaborado. “Destacamos um efetivo para acompanhar todo esse trabalho e oferecer o suporte necessário para que possamos agilizar a liberação das áreas que ainda estão obstruídas”, destacou o secretário de Defesa Civil, o Tenente Coronel Gil Kempers.

O Governo Municipal atua, com as equipes da Secretaria de Defesa Civil, no trabalho de desmonte das rochas que se deslocaram após as chuvas de fevereiro. Nesta quinta-feira (10), as equipes seguem com os trabalhos na Rua 1º de Maio, na Castelânea, onde está sendo retirada uma rocha de 75 toneladas, com 25 metros cúbicos. Para garantir a segurança da população, a área foi isolada em um trecho de 50 metros do entorno da rocha e os moradores foram orientados a evacuar o local.

“Estamos atuando com toda a cautela que o processo exige para promover a liberação das áreas obstruídas, mas principalmente, garantindo a segurança da população”, destacou o prefeito Rubens Bomtempo que tem acompanhado de perto todo o trabalho de retirada das pedras, já realizado nas localidades do Caxambu, Morro da Oficina, Chácara Flora, São Sebastião e Rua Teresa.

De acordo com o responsável pela empresa que realiza o desmonte das rochas, Camilo Hemerly, o trabalho na Rua 1º de Maio está entre os mais difíceis realizados na cidade, tendo em vista a área em que a rocha está localizada e as dimensões. “Estamos trabalhando com muita cautela. Utilizamos uma técnica de baixo impacto, que usa uma corrente elétrica de baixa voltagem e baixa tensão, que causam a queima do produto”, explica o técnico, ressaltando que o processo de detonação ocorre por uma reação exotérmica, sem causar vibrações ou lançamentos de rejeitos no entorno.

Essa é a primeira vez que técnica, criada pela empresa do Espírito Santo em 2018, é usada no Estado do Rio de Janeiro. “Destacamos uma equipe para acompanhar especificamente esse trabalho e garantir, não somente o suporte para as equipes, mas principalmente a segurança das pessoas das localidades onde o desmonte é realizado”, pontou o secretário de Defesa Civil, o Tenente Coronel Gil Kempers.

Antes de qualquer atuação nas localidades, as equipes da Defesa Civil fazem alerta aos moradores sobre o trabalho na região. As equipes ainda atuarão por outras localidades afetadas. A Rua 24 de Maio é uma delas. Os moradores da região já estão sendo comunicados pelo Governo Municipal, inclusive em reuniões com o prefeito Rubens Bomtempo, sobre a necessidade de atuação para a retirada da rocha que oferece risco para a região. Para esta intervenção estão sendo feitos estudos para que o procedimento aconteça da forma adequada.

Outra área que já está mapeada pelas equipes é o conjunto habitacional do Alto da Serra, onde há duas rochas que precisam ser retiradas para a limpeza da área e libração da passagem dos moradores.

A Secretaria de Defesa Civil vem esclarecendo, durante os atendimentos itinerantes feitos nas comunidades, que não é necessária a obtenção do laudo do Registro de Ocorrência (RO) para requerer o benefício do aluguel social. Essa tem sido uma das maiores dúvidas das pessoas que foram afetadas pelas chuvas de fevereiro. O Governo Municipal enfatiza que por conta da situação que a cidade enfrenta, tendo em vista o estado de calamidade, essa documentação não é uma exigência para que a população tenha acesso ao aporte, no valor de R$ 1 mil (R$800 pagos pelo governo estadual e complemento de R$200 via município).

Esse benefício é concedido a partir de parceria entre Estado e Município, que destina mensalmente os valores para as pessoas que perderam suas casas, seja por terem sido afetadas diretamente, seja por estarem em áreas demarcadas como de risco remanescente. “Neste momento estamos agilizando o processo para que a população consiga seus novos lares de forma célere, já temos conhecimento das áreas atingidas e estamos acompanhando de perto todas as pessoas que foram afetadas”, destacou o prefeito Rubens Bomtempo.

A Secretaria de Defesa Civil está com equipes reforçadas para a elaboração dos laudos dos imóveis afetados, no entanto, esclarece que os trâmites para a obtenção do benefício não dependem dos documentos, que serão entregues em um prazo de até 60 dias. “Estamos trabalhando de forma intensa para que as pessoas tenham os documentos o quanto antes, mas vale salientar que a população afetada não precisa dos laudos para conseguir o aluguel social”, pontuou o secretário de Defesa Civil, o Tenente Coronel Gil Kempers.

As pessoas que tiveram as suas casas atingidas pelas chuvas podem solicitar o benefício por meio da Secretaria de Assistência Social, que tem equipes atuando diretamente nos 23 abrigos em funcionamento e agora nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS).

CRAS em funcionamento:

Centro - Av. Dom Pedro I, 340 – 7h às 20h
Alto Independência –Rua José Lino Pai, ao lado da UBS – 9h às 17h
Carangola – Rua Waldemar Vieira Afonso, 19 - 9h às 17h
Corrêas – Rua Vigário Corrêa, 443 - 9h às 17h
Itaipava – Estrada União e Indústria, 11.860 - 9h às 17h
Madame Machado – Rua Geraldo Lourenço Dias, s/n - 9h às 17h
Posse – Estrada União e Indústria, ao lado do Ciep - 9h às 17h
Quitandinha – Avenida Ayrton Senna, próximo ao 545 (pórtico) - 9h às 17h

A Secretaria de Defesa Civil apresentou aos moradores da comunidade do Floresta todo o trabalho de análise técnica feito nas áreas afetadas pelas chuvas de fevereiro. Na ocasião, os moradores tomaram conhecimento da demarcação dos trechos de risco remanescente, com  imóveis temporariamente interditados. Além de serem orientados quanto aos riscos de permanecerem nas residências atingidas ou próximas das áreas afetadas, os moradores terão atendimento reforçado esta semana. Um posto avançado, com serviços da Defesa Civil e Assistência será instalado na localidade.

A medida visa agilizar o atendimento para o cadastro do Registro de Ocorrência (RO) com a solicitação de vistoria em imóveis e ainda, busca orientar a população quanto aos serviços de Assistência Social, direcionados para as pessoas que perderam ou tiveram as casas afetadas. Esse trabalho intensificado para atendimento à população começou a ser feito nesta segunda-feira (7), nas localidades do Vila Militar, Caxambu e seguirá amanhã(9), para no Vila Felipe. Após o primeiro encontro com os moradores do Floresta, a região entra no cronograma de reforço dos atendimentos.

No Floresta foram registradas 108 ocorrências pelas ruas Floresta, Henrique Paixão, Alberto Martins, Dr. João Glass Veiga, Fabiano L. Percia Gomes e Norival Castro Gomes. Os moradores que tiveram que sair das residências buscaram casas de parentes, os pontos de apoio, estabelecidos nas escolas Duque de Caxias e Joaquim Deister, além de igrejas da região. Todas as pessoas recebem o suporte do Governo Municipal e com o posto avançado, quem ainda não buscou orientação em órgão público, será atendido.

“Esse atendimento é muito importante agora. Ficamos perdidos, sem saber o que fazer e com essas orientações conseguimos ficar mais tranquilos”, disse a moradora Adriana de Souza Ramos, que ficou acolhida na escola Duque de Caxias com sua filha após a casa ser afetada por deslizamento.

Durante a reunião na comunidade, a moradora Priscila Marinho Alves, tomou conhecimento que sua casa está em área de risco. Ela, o marido e a filha de 4 anos ainda estão na residência, que não foi diretamente afetada na última chuva. “Essas orientações são muito importantes, agora sei que preciso sair da minha casa, isso não é fácil, mas vou ter que buscar local seguro”, destacou a moradora.

O Governo Municipal, por meio da Secretaria de Defesa Civil, intensifica o trabalho de vistorias com a instalação de postos avançados, para o atendimento à população nas localidades afetadas pelas chuvas de fevereiro. Já nesta segunda-feira (7), as equipes atuaram durante todo o dia no Caxambu e no Vila Militar, regiões onde há 340 imóveis em área de risco remanescente. Além da apresentação das áreas demarcadas, os moradores foram esclarecidos sobre a situação das casas dessas localidades, que receberam laudos de interdições temporárias.  

Nos postos avançados, as equipes oferecem ainda o suporte para os moradores no cadastramento do Registro de Ocorrência (RO). Quem precisou, conseguiu dar entrada ao pedido de vistoria do imóvel durante o atendimento nas localidades. Nesta terça-feira (8), a Defesa Civil vai estar com as equipes na Rua Jacinto Rabelo, no Vila Felipe.

Defesa Civil aumenta efetivo técnico para acelerar vistorias

Para executar o trabalho de vistorias e emissão de laudos com maior celeridade, a Defesa Civil conta com reforço no efetivo. Agora, 30 equipes com engenheiros, geólogos e técnicos, estarão direcionadas para a atuação específica nas regiões afetadas pela chuva do dia 15 de fevereiro. Esse efetivo ampliado vai agilizar a realização das vistorias específicas por imóveis, nos locais de risco remanescente.

Posto avançado centraliza atendimentos da Defesa Civil e Assistência Social

Essa nova etapa de trabalho da Defesa Civil acontece após o trabalho de resposta imediata de atendimento às ocorrências em função da chuva forte. Desde o dia 15 de fevereiro, engenheiros, geólogos e técnicos atuam de forma intensiva nas análises por trechos onde ocorreram os deslizamentos, afetando casas e principalmente, registrando vítimas.

Com o posto avançado, além da Defesa Civil com o cadastramento dos ROs, as equipes da Assistência Social estão no local orientando a população quanto aos procedimentos necessários para a requisição do aluguel social.

Luis Felipe Ferreira Santos, 26, é morador da Waldemar Ferreira da Silva, no Caxambu e apesar de não ter tido a casa afetada, teve que sair da residência que está localizada em área de risco. Para ele, a instalação dos postos avançados nas localidades afetadas em muito vai contribuir no atendimento à população. “Esse serviço é fundamental nesse momento em que as pessoas buscam por informações e ainda temos que lidar com as notícias falsas e assim, a população consegue atendimento”, contou o morador, enfatizando que espera poder voltar para a sua casa.

Com a mesma expectativa, a moradora Elizabeth Tailor de Assis Caetano, de 64 anos, foi buscar atendimento no posto avançado. Já com o laudo da vistoria pronto, ela foi buscar orientações sobre o aluguel social. Desde que saiu de casa no dia 16 de fevereiro, Elizabeth está morando na casa de amigos. “Acho que esse atendimento melhora muito, porque assim não precisamos ficar recorrendo a diferentes lugares para conseguir informações. Nunca pensei que fosse passar por uma situação dessas. É tudo muito difícil, mas estamos conseguindo resolver essas coisas urgentes”, contou Elizabeth, que há 54 anos vive no Caxambu.

O Governo Municipal segue no atendimento às pessoas que tiveram que sair de suas casas em função dos danos causados pela chuva do dia 15 de fevereiro. No momento, 1014 pessoas, que moravam em áreas de risco, continuam acolhidas em 25 abrigos temporários em escolas públicas, além dos estruturados voluntariamente em associações, ONGs e entidades pelas comunidades.

De acordo com a equipe Técnica e Científica da Polícia Civil, o município registra 233 óbitos, sendo 138 mulheres e 95 homens, entre os quais 44 são menores.

Todas as pessoas recebem os atendimentos para suprir as necessidades essenciais, além de suporte para o atendimento de assistência social, saúde e ainda, acompanhamento psicológico, além de atividades recreativas e educativas para as crianças. As equipes assistenciais oferecem orientação sobre serviços sociais que podem ser direcionados aos grupos familiares.  Todos estão sendo cadastrados para o aluguel social, no valor de R$ 1 mil e já estão sendo direcionadas para os novos lares, de acordo com a disponibilidade dos imóveis.

Defesa Civil segue com as análises por áreas de interdições

A Secretaria de Defesa Civil mantém as equipes voltadas ao trabalho de vistorias e elaboração dos laudos técnicos das áreas de interdições. Até o momento, 823 laudos estão concluídos, 3121 vistorias estão em andamento e desde o dia 15 de fevereiro, foram registradas 4632 ocorrências em regiões das 42 localidades afetadas. A maior parte dos casos foi por deslizamentos.

Os agentes da Defesa Civil atuam em vistorias por área afetada.  Os laudos específicos por imóveis estão sendo feitos após a definição dos polígonos de interdições. A prioridade dos trabalhos no momento é para as regiões afetadas diretamente pela chuva.

Buscas por desaparecidos continuam

Militares do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro e Petrópolis atuam com o reforço do efetivo do Mato Grosso e Santa Catarina para continuar as buscas pelos quatro desaparecidos. Os trabalhos se concentram, durante o dia e a noite, no Morro da Oficina e ao longo do Rio Quitandinha.

Mais de três mil vistorias, nas 42 localidades mapeadas até o momento no município, estão em andamento pelas equipes da Defesa Civil. Engenheiros, geólogos e técnicos seguem ao longo deste sábado (5), atuando para concluir os laudos das áreas afetadas pela chuva do dia 15 de fevereiro. Até o momento, mais de 700 vistorias estão finalizadas. Ao todo, foram registradas 4579 ocorrências principalmente nas regiões do primeiro distrito. A maioria dos casos foi por deslizamentos. O Governo Municipal segue com o reforço do efetivo para garantir o suporte nas ações de recuperação da cidade, atendimento a pessoas afetadas e nas atividades de Defesa Civil.

No momento, o órgão também atua no apoio ao Corpo de Bombeiros, que ainda trabalha nas buscas de quatro desaparecidos nas localidades do Morro da Oficina e ao longo do Rio Quitandinha. De acordo com a equipe Técnica e Científica da Polícia Civil, o município registra 233 óbitos, sendo 138 mulheres e 95 homens, entre os quais 44 são menores.

1002 pessoas recebem o atendimento da Assistência Social

A Secretaria de Assistência Social segue no atendimento às pessoas que tiveram que sair de suas casas por conta de danos diretos aos imóveis ou nas regiões do entorno. No momento, 1002 pessoas estão em pontos de abrigamento, que foram estruturados nas escolas públicas ou de forma voluntária em associações, ONGs e entidades pelas comunidades.

Nos locais de acolhimento, as famílias recebem suporte para as necessidades essenciais, além de atendimentos de assistência social, saúde, psicólogos e recreação para as crianças. A Prefeitura faz todo o acompanhamento das famílias até que consigam novas acomodações, seja já nos novos lares, por meio do benefício do aluguel social, ou em casa de familiares. As pessoas que optam por sair dos abrigos para o acolhimento em casa de parentes, continuam tendo todo o suporte do Governo Municipal até que consigam uma nova casa.

Todas as pessoas atendidas em abrigos temporários estão sendo cadastradas para o aluguel social, no valor de R$ 1 mil e já estão sendo direcionadas para os novos lares, de acordo com a disponibilidade dos imóveis.

No momento, 25 locais são usados como pontos de abrigo temporário

Escolas públicas: E. E. Rui Barbosa, Paróquia de Santo Antônio, Cei Chiquinha Rolla, Comac - Escola Germano Valente, Escola Comunidade Santo Antônio, E. M. Alto Independência, E. M. Duque de Caxias, E. M. Geraldo Ventura Dias, E. M. Joaquim Deister, E. M Maria Campos da Silva, E.M. Papa João Paulo II, E. M. Rubens de Castro Bomtempo, E. Paroquial Bom Jesus, E. São João Batista, E. M. Nossa Senhora da Glória e E. P. Carlos Demiá.

E ainda os pontos voluntários: Igreja Metodista Wesleyana, Quadra do Palmeiras - Igreja Catedral de Avivamento da Geração Forte, Igreja Videira, Quadra do Oswaldo Cruz, Associação de Moradores Vila São José, Igreja Assembleia  de Deus Ministério Nação, Igreja  Wesleyana – Caxambu, Igreja Católica Floresta e Igreja Batista Alto da Serra.

A Prefeitura de Petrópolis acompanha o trabalho de buscas e identificação das vítimas das chuvas do dia 15 de fevereiro. Nesta sexta-feira (4), de acordo com a equipe Técnica e Científica da Polícia Civil, o município registra 233 óbitos, dos quais 138 mulheres, 95 homens e 44 menores. O Corpo de Bombeiros segue com as buscas de um desaparecido no Morro da Oficina e três ao longo do Rio Quitandinha. A Secretaria de Defesa Civil segue no suporte às ações de buscas e as equipes da Assistência Social mantém o atendimento nos pontos de abrigo.

Até o momento 994 pessoas que tiveram que sair de suas casas em virtude dos danos causados pelas chuvas, recebem atendimento em abrigos temporários. Essas pessoas recebem todo o suporte da Secretaria de Assistência Social com cuidados em saúde, acompanhamento psicológico, recreação e atividades educativas para crianças, além de orientações sobre serviços sociais que podem ser direcionados de acordo com o perfil familiar.

Nas estruturas que funcionam em escolas públicas e em locais montados de forma voluntária em associações de moradores, ONGs e entidades pelas comunidades, as famílias contam com todo o suporte para as necessidades essenciais até que consigam o encaminhamento para o aluguel social. As pessoas optam sair dos abrigos e se instalarem em casa de familiares, continuam recebendo o suporte do Governo Municipal para que se restabeleçam.

Todas as pessoas que precisaram recorrer aos pontos de abrigo terão direito ao aluguel social no valor de R$ 1 mil. Desabrigados têm prioridade e já foram cadastrados por equipes da Prefeitura.

Defesa Civil mantém trabalho intensivo de realização de vistorias

Até o momento mais de 3 mil vistorias estão em encaminhamento pelas equipes de engenheiros, geólogos e técnicos da Defesa Civil. Cerca de 700 laudos já estão prontos para serem entregues para a população. As pessoas que tiveram a vistoria feita em seus imóveis, podem ligar para os números 199 ou (24) 2246-9281 para verificar se o documento está disponível. A consulta também pode ser feita pelo site da Defesa Civil https://web2.petropolis.rj.gov.br/dfc/ro-digital/, por onde é possível fazer a solicitação do documento para download por meio do serviço do RO Digital.

Desde o dia 15 de fevereiro, 4368 ocorrências foram registradas. Dessas, 3743 são por deslizamentos que afetaram principalmente as regiões do primeiro distrito. Ao todo, os técnicos já realizaram atendimento em 44 localidades.

As regiões com o maior número de ocorrências foram: Alto da Serra, Castelânea, Chácara Flora, Centro, Quitandinha, Caxambu, São Sebastião, Valparaíso, Vila Militar, Floresta, Saldanha Marinho, Mosela, Coronel Veiga, Morin, Independência, Estrada da Saudade, Corrêas, Retiro, Siméria, Bingen, Duarte da Silveira, Meio da Serra, Bataillard, Nogueira, Quarteirão Brasileiro, Quarteirão Ingelhein, Cascatinha, Itaipava, Quissamã, Itamarati e Carangola.

Confira todas as instruções para serviço de consulta para a liberação

Os laudos técnicos das vistorias feitas em residências afetadas pela chuva do dia 15 de fevereiro, agora podem ser obtidos pela internet. Para agilizar o atendimento às pessoas que aguardam pelo documento do Registro de Ocorrência (RO) da Defesa Civil, a Prefeitura criou o serviço de consulta para a checagem da liberação do laudo.

Basta acessar o site da Defesa Civil https://www.petropolis.rj.gov.br/dfc/, seguir para o campo RO Digital e, na sequência, informar o número do RO - código de cinco números fornecido no momento que se faz a solicitação de vistoria. Nesse ambiente já será informado se o laudo está liberado e caso positivo, basta seguir para o campo de solicitação do documento.

“Estamos em um momento que precisamos criar mecanismos que facilitem o acesso da população aos serviços públicos. Os laudos das vistorias estão entre as maiores demandas da população na situação que vivemos e precisamos agilizar o processo de obtenção do documento”, pontuou o prefeito Rubens Bomtempo.

No campo de solicitação, o requerente que ainda não tiver o cadastro no sistema, vai precisar preencher um breve formulário com os dados: nome completo, números dos documentos e imagens do CPF, Identidade e comprovante de residência, além de e-mail. Nesse campo o usuário vai criar uma senha para consulta ao sistema. Feito isso, será possível fazer acesso à área de solicitação do documento por meio digital.

Serviço pode ser acompanhado sem cidadão precisar se deslocar

A solicitação passará por análise da equipe técnica e não havendo pendências, o documento será disponibilizado para o usuário fazer o download. Pelo site, o solicitante pode acompanhar o andamento do pedido sem precisar se deslocar para a Defesa Civil. “O serviço on-line já estava em funcionamento e agora aprimoramos o sistema, criando a possibilidade de consulta para que a pessoa saiba se o laudo já está pronto e estando, basta fazer a solicitação que vai receber o documento para download em qualquer lugar, sem precisar se deslocar”, explica o secretário de Defesa Civil, o Tenente Coronel Gil Kempers.

O serviço do RO Digital é para as pessoas que já tiveram a vistoria da residência realizada e aguardam o laudo técnico. A disponibilização do documento pelo site visa facilitar o acesso ao documento.

Como solicitar a vistoria

Para solicitar a vistoria em residência nos locais afetados pela chuva ou em áreas que apresentem risco, a população deve ligar para os números 199 ou (24) 2246-9281 ou, buscar atendimento presencialmente na sede da secretaria, na Rua Buarque de Macedo, 128 – Morin.

Pagina 8 de 139