Referência para o mundo na gestão de risco de desastres de origem natural envolvendo as crianças, o Japão serviu de inspiração para atual gestão criar o Defesa Civil nas Escolas, programa de ensino obrigatório na rede municipal. Apresentando um pouco do trabalho feito nas salas de aula, um grupo de 70 alunos da Escola Municipal Fábrica do Saber vai participar do Bunka-Sai 2019, a Festa da Cultura Japonesa no Palácio de Cristal. Os estudantes irão relacionar as ameaças do país oriental com as de Petrópolis, além de apresentar um mural com a história do prédio da instituição (doado por japoneses). A apresentação acontece na sexta-feira, dia 9 de agosto, de 9h às 12h.

O prédio da Fábrica do Saber, que fica na Estrada da Saudade, era onde funcionava a metalúrgica Ata Combustão Técnica, que pertencia ao grupo Mistsubishi. Com a mudança da empresa para o bairro do Carangola, o prédio foi doado pelos japoneses para a prefeitura. Por causa da relação histórica com o Japão, a instituição de ensino foi a escolhida para participar do Bunka-sai.

"Quando conhecemos o risco, podemos tomar uma série de medidas de prevenção. Para a nossa comunidade, essa discussão é muito importante. Vamos desenvolver trabalhos que falam de deslizamentos de terra e inundações, que acontecem aqui e no Japão", disse Raquel Girardi Sixel, diretora do Fábrica do Saber, reconhecendo a importância do programa para a cidade. 

Criado pela atual gestão, o Defesa Civil nas Escolas envolveu mais de 20 mil alunos em 631 atividades neste ano. Os trabalhos foram desenvolvidos em todas as 180 unidades da rede municipal, além de outras 30 particulares e outras duas estaduais. Neste semestre os alunos trabalharam as ameaças de inverno, que são os incêndios florestais e a estiagem, abordando a educação ambiental e a temática do bem-estar animal. A partir de agosto, serão abordados os problemas causados pelas fortes chuvas de verão.

Além da apresentação dos trabalhos, o Bunka-Sai, que é organizado pela Prefeitura em parceria com a Associação Nikkei de Petrópolis, vai contar com cerca de 50 atrações entre os dias 8 e 11 de agosto no Palácio de Cristal. Na programação também estão: exposição e oficina de pipas; oficinas de bonecas japonesas, de mangá, de ábaco (calculadora japonesa), IKEBANA Upcycle (arranjo de flores), de origami, e de Haicai (poema japonês); além de muito Bom-odori; Taiko; Seitai (tratamento japonês para problemas ósseos e musculares); Undokai (gincana esportiva); cerimônia do chá japonês; torneio de Judô, entre diversas outras atividades.

Estudantes também conheceram algumas das áreas de risco do município

A Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias recebeu a visita de 15 alunos de Geografia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (29.05). Os estudantes conheceram a estrutura operacional do órgão público e depois, ao lado do corpo técnico da secretaria, visitaram algumas das áreas de risco do município e aprenderam mais sobre o trabalho de prevenção que é realizado na cidade. Durante o encontro, eles também conheceram o Sistema de Alerta e Alarme, que conta com 18 sirenes espalhadas por 10 comunidade de Petrópolis. O encontro foi intermediado pela Secretaria de Defesa Civil Estadual. 

O diretor-geral da Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro, tenente-coronel De Moraes, falou que é fundamental que os estudantes aprendam a importância da prevenção.

“Os alunos nos procuraram e intermediamos o encontro com a Defesa Civil de Petrópolis por conhecermos o trabalho que é realizado na cidade. Por se tratar de uma cidade com um histórico grande de tragédias, acredito que eles tenham entendido a necessidade de trabalhar a prevenção. A Defesa Civil do Estado está trabalhando em conjunto com as secretarias municipais para difundir a importância da prevenção”, comentou.

Para a aluna Rafaela Cardoso, de 32 anos, a visita foi importante para conhecer mais sobre o trabalho realizado pela Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias na cidade. Ela citou o caso da Rua Uruguai, que teve repercussão em todo o país.

“Acompanhamos pela televisão algumas das tragédias que aconteceram em Petrópolis. Uma das que mais me chamou a atenção foram as pedras que desabaram na Rua Uruguai. Acredito que não tenha cidade melhor para a gente aprender do que aqui em Petrópolis”, disse.

Cerca de 2.600 estudantes de 19 escolas que oferecem Educação de Jovens e Adultos (EJA) na rede municipal de ensino de Petrópolis passarão, neste ano, por capacitação da Secretaria de Proteção e Defesa Civil. O objetivo da Prefeitura é que agentes da Defesa Civil ensinem para esses estudantes noções de prevenção a desastres das chuvas, já que muitos desses jovens e adultos são moradores de comunidades com áreas de risco. Assim, com os cursos, a cultura da Defesa Civil será ainda mais fortalecida em Petrópolis, e poder público e população poderão conseguir mais avanços na prevenção de desastres no município.

As aulas sobre Defesa Civil começaram na última segunda-feira (15/6) e vão até setembro. A cada dia, uma turma diferente assistirá a uma aula de três horas. Os estudantes participarão de atividades e receberão cartilhas com orientações sobre que fazer antes, durante e depois das fortes chuvas e quais medidas tomar para deixar sua casa e sua comunidade mais seguras. A primeira a receber a aula foi a Escola Municipal Jorge Amado, na Estrada da Saudade.

“É uma determinação do prefeito Rubens Bomtempo que as secretarias de governo trabalhem de forma intersetorial. No caso da prevenção a desastres das chuvas, a Defesa Civil está contando com a Secretaria de Educação para fortalecer essa cultura da prevenção. Entendemos que Petrópolis tem um risco muito alto relacionado às chuvas, então temos que aprender, como sociedade, como atuar nesse cenário. Para essa aprendizagem, nada melhor do que o ambiente escolar”, disse o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão.

Essa é mais uma medida da Prefeitura para fortalecer a cultura da prevenção no município a partir da escola. Outra medida foi tomada pelo prefeito Rubens Bomtempo no fim de 2014, quando incluiu a Defesa Civil no currículo escolar da rede municipal. Desde então, professores vêm sendo capacitados pela Defesa Civil para repassar esse conhecimento para os alunos.

Palestra sobre o trabalho de prevenção feito pelo órgão durante o verão desse ano foi apresentada

Alunos de Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) de Belo Horizonte visitaram a sede da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias na manhã desta quinta-feira (27.04). Eles conheceram todo o setor operacional do órgão, assim como a Sala de Cooperação e o Centro de Operações (CEOP). O corpo técnico da Defesa Civil também fez palestras ocorrências de deslizamentos atendidas pelo órgão.

“A visita é uma grande troca de experiências entre os nossos técnicos e alunos que trazem na bagagem uma visão diferente sobre a cidade em que estamos. Falamos muito sobre a importância da resiliência para Petrópolis, além do nosso trabalho de prevenção”, explica o secretário de Defesa Civil, coronel Paulo Renato Vaz.

Doralice Pereira, professora responsável pelo grupo de alunos, elogiou a atenção da equipe da Defesa Civil. “O trabalho feito pela equipe da Defesa Civil de Petrópolis é conhecido em todo país. Agradeço a prefeitura por ter aberto as portas para a gente”, disse.

No 4° período do curso, a aluna Lívia Benfica, de 23 anos, agradeceu a oportunidade de conhecer mais sobre a cidade.“Estudamos a ocupação do homem no planeta, seus efeitos e características. Dentro desse conceito, acredito que estamos bem próximos da Defesa Civil. Nada melhor que conhecer o trabalho realizado aqui em Petrópolis, que é uma cidade com um histórico grande de desastres”.

O diretor de Prevenção e Capacitação da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias, Tenente Coronel Gileno Alves, conversou com os alunos sobre as ações realizadas durante o verão deste ano.

“Esse foi um verão distinto, com mais chuva e ocorrências. Respondemos a todos os chamados, apesar das dificuldades encontradas, como alagamentos e deslizamentos de terra. Petrópolis é uma cidade com características específicas que precisa pensar na resiliência”, afirmou.

Após a visita, os alunos conheceram o Museu Imperial, no Centro, e o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), no Quitandinha.

Grupo conheceu áreas de risco com o apoio do corpo técnico da Defesa Civil

“Entender os deslizamentos de terras e de rochas em Petrópolis”. Com essa frase como objetivo, os 77 alunos do curso de Geografia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) visitaram a sede da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntária na quarta-feira (07.06). Durante o dia conheceram o Centro de Operações (CEOP) do órgão, assistiram a uma palestra com a equipe de geólogos, visitaram áreas de risco e viram de perto o acionamento de uma das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme. Após o encerramento das atividades, os estudantes concordaram que Petrópolis funciona como um grande laboratório natural para aprendizado. Além dos 77 alunos, outros cinco monitores e mais três professores aproveitaram o dia de atividades. 

“Todos os alunos ficaram muito satisfeitos. Petrópolis é uma cidade com um histórico grande de deslizamentos de terras e de rochas. Para os alunos, esse é um dia de muito aprendizado. Essa turma estuda basicamente os processos dos fenômenos naturais. Aqui tivemos exemplos de problemas causados pela chuva e até mesmo pelo excesso de calor. O saldo é bastante positivo, principalmente pela qualidade da equipe técnica da Defesa Civil”, afirma a professora Regina Célia, responsável pelo grupo.

Uma das mais empolgadas com a visita, a aluna Marcela Aires, de 19 anos, fez diversos questionamentos ao corpo técnico da Defesa Civil. O caso que mais chamou a atenção dela aconteceu em fevereiro de 2014, na Posse. Por causa da variação térmica no maciço rochoso, pedras se soltaram e chegaram próximas a residências.

“Estamos acostumados a ver as tragédias ocasionadas pela chuva, mas até mesmo um dia quente, seguido por uma noite fria, pode causar problemas. Deram um exemplo de rochas que deslizaram e fiquei impressionada. Nossa turma estuda os fenômenos naturais e os exemplos práticos ajudam bastante”, comentou.

Desde o início do ano, esse é o terceiro grupo de alunos que visita a Secretaria de Defesa Civil. Estudantes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) também visitaram o órgão público.

 

Grupo atua em conjunto com a Defesa Civil desde a tragédia de 2011 no Vale do Cuiabá

O sonho de se tornar radioamador está próximo de ser realidade para 28 alunos do curso preparatório da Rede de Operações de Emergência de Radioamadores de Petrópolis (ROER). Os participantes passam por uma avaliação no dia 1º de março e na sequência fazem a prova oferecida pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), órgão que regula a atividade. As aulas seguem até o final de fevereiro às terças e quintas-feiras na Sala de Cooperação da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias. Dessa maneira, a cidade pode aumentar o número de radioamadores em 65% - no momento, o grupo é composto por 18 pessoas.

A ROER é integrante do Plano Verão 2018 elaborado pela prefeitura e participa ativamente das ações da Defesa Civil, dando suporte em treinamentos e simulados. O grupo atua no momento em que todas as outras formas de comunicação param de funcionar, como ocorreu na cidade em 2011, no Vale do Cuiabá, e em 2013, na Vila São Joaquim, no Quitandinha.

“A comunicação é peça chave quando acontece uma ocorrência de grande proporção. Sem comunicação, os grupos de socorro ficam sem informações importantes. Os radioamadores são fundamentais para uma cidade como a nossa, que conta com um relevo bastante específico”, afirma o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz, reforçando a importância do grupo de radioamadores para a cidade.

“Desde o início da nossa gestão estamos trabalhando integrados com diversos órgãos de resposta, como o Corpo de Bombeiros, SAMU e setores da prefeitura. A ROER hoje funciona em uma sala dentro da Defesa Civil e já participou de um treinamento simulado com a gente. Além disso, deram apoio na reativação do sistema de comunicação integrado da prefeitura”, afirma o secretário. 

A atuação em conjunto dos radioamadores com a Defesa Civil é prevista na lei que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC). A ROER conta atualmente com 18 voluntários que participam do grupo desde o resgate das vítimas da tragédia de 2011 na Estrada do Gentio e Buraco do Sapo, regiões do Vale do Cuiabá. A ideia da rede é que mais pessoas participem de radioamadorismo na cidade.

“O curso é preparatório para a prova da Anatel. Nossa ideia é que mais pessoas estejam preparadas caso seja necessário no momento de uma grande ocorrência", afirma Fábio Hoelz, Coordenador de Educação da ROER, que elogia o trabalho realizado pelo grupo em parceria com a Defesa Civil em Petrópolis.

“Quanto mais rápido os órgãos sejam acionados, melhor para os petropolitanos. Essa atuação em conjunto é importante para o município, garantindo o melhor atendimento para os petropolitanos. Ficamos muito felizes e honrados em contribuir com o sistema da prefeitura como um todo”, completa.

Grupo atua em conjunto com a Defesa Civil desde a tragédia de 2011 no Vale do Cuiabá e deve formar 28 novos integrantes

A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) oferece nesta sexta-feira (16.03) a prova que vai regulamentar 28 alunos do curso preparatório da Rede de Operações de Emergência de Radioamadores de Petrópolis (ROER). A avaliação acontece de 9 às 13h na Sala de Cooperação da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias. Dessa maneira, a cidade deve aumentar o número de radioamadores profissionais em 65% - no momento, o grupo é composto por 18 pessoas.

A ROER é integrante do Plano Verão 2018 elaborado pela prefeitura e participa ativamente das ações da Defesa Civil desde o ano passado, dando suporte em treinamentos e simulados. Além disso, o grupo ajudou a reativar o sistema integrado de comunicação da prefeitura, que funciona através de rádios transmissores, e atende os setores de resposta do município.

“A comunicação é peça chave quando acontece uma ocorrência de grande proporção. Sem comunicação, os grupos de socorro ficam sem informações importantes. Os radioamadores são fundamentais para uma cidade como a nossa, que conta com um relevo bastante específico”, afirma o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz, reforçando a importância do grupo de radioamadores para a cidade.

“Desde o início da nossa gestão estamos trabalhando integrados com diversos órgãos de resposta, como o Corpo de Bombeiros, SAMU e setores da prefeitura. A ROER hoje funciona em uma sala dentro da Defesa Civil e já participou de um treinamento simulado com a gente. Além disso, deram apoio na reativação do sistema de comunicação integrado da prefeitura”, afirma o secretário.

O grupo atua no momento em que todas as outras formas de comunicação param de funcionar, como ocorreu na cidade em 2011, no Vale do Cuiabá, e em 2013, na Vila São Joaquim, no Quitandinha. A atuação em conjunto dos radioamadores com a Defesa Civil é prevista na lei que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC).

“Realizamos um curso que foi preparatório para essa prova e os alunos apresentaram um grande desenvolvimento. Estamos confiantes que o resultado será extremamente positivo. Nossa ideia é que mais pessoas estejam preparadas caso seja necessário no momento de uma grande ocorrência", afirma Fábio Hoelz, Coordenador de Educação da ROER, que elogia o trabalho realizado pelo grupo em parceria com a Defesa Civil em Petrópolis.

“Quanto mais rápido os órgãos sejam acionados, melhor para os petropolitanos. Essa atuação em conjunto é importante para o município, garantindo o melhor atendimento para a população. Ficamos muito felizes e honrados em contribuir com o sistema da prefeitura como um todo”, completa.

A Prefeitura apresentou na manhã desta quarta-feira (18/12), no Theatro Dom Pedro, o Plano de Contingência de Petrópolis, definindo o que caberá a cada instituição no caso de nova tragédia das chuvas. A medida fecha o ano de 2013, marcado por avanços do governo municipal na prevenção de desastres naturais, como a criação da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, o aperfeiçoamento das 18 sirenes do Sistema de Alerta e Alarme, a capacitação de 400 voluntários da Defesa Civil em 40 comunidades, a instalação de mais 39 pluviômetros, somados aos 26 já existentes, entre outras ações.

O prefeito Rubens Bomtempo apresentou as medidas do governo municipal, deixando claro que Petrópolis termina o ano mais preparada para enfrentar fortes chuvas do que estava no fim de 2012. Ele afirmou que há muito ainda o que avançar no sistema de prevenção, mas frisou que o governo vira o ano já trabalhando para que 2014 seja ainda melhor. A meta da Prefeitura é ter “mortes zero” mesmo em um cenário de chuvas fortes e constantes. Para isso, é fundamental que poder público e população atuem juntos.

O documento foi apresentado no Theatro em reunião ampliada do Comitê de Ações Emergenciais que contou com a presença de secretários de governo, diretoras de escolas municipais, membros do próprio Comitê de Ações Emergenciais, líderes comunitários e voluntários da Defesa Civil .

“Nos articulamos de forma cada vez melhor para que possamos dar segurança à população de Petrópolis neste verão que está por vir. Tivemos o cuidado de apresentar antes esse plano para o Ministério Público Estadual e para o Ministério Público Federal, para que o nível de questionamento seja o menor possível. Isso é aprendizado. O Plano de Contingência do próximo ano será ainda melhor. Estaremos sempre aperfeiçoando esse documento. As pessoas vão aprender a conviver com essas ferramentas”, disse Bomtempo.

O Plano de Contingência que irá vigorar em 2014 começou a ser produzido em setembro. No fim de novembro, a primeira versão do documento ficou pronta. Desde então, o plano foi encaminhado para as instituições participantes para ser revisado. Cada instituição apresentou a relação de recursos materiais e humanos existentes para o atendimento a emergências e desastres. Com o Plano de Contingência, a função de cada órgão fica bem definida na prevenção de tragédias.

O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Simão, esclareceu que o Plano de Contingência de Petrópolis para 2014 é o primeiro a ser feito sob a forma de matriz, ou seja, com as atribuições de cada órgão descritas em planilhas.

“O prefeito determinou que o plano fosse mais prático, seguindo um padrão internacional. Foram várias reuniões, de vários órgãos, para chegarmos a esse plano”, disse o secretário Rafael Simão.

A promotora do Ministério Público Estadual, Zilda Januzzi destacou a importância de órgãos municipais, estaduais, federais e comunidades caminharem juntos nas ações de prevenção.“De nada vai adiantar o esforço do poder público se a própria comunidade não se conscientizar dos riscos. Se todos nós, cada um no seu papel, fizermos a nossa parte, vamos conseguir um objetivo comum, que é evitar mortes. Espero que tenhamos anos melhores, sem desastres. Se houver desastres, que a gente consiga o objetivo, que é mortes zero”, disse Zilda.

Quinta, 19 Janeiro 2017 - 13:37

Apresentação do Plano de Contingência

A prefeitura de Petrópolis realizará nesta quinta-feira (19.01), às 13h30, no Theatro Municipal Dom Pedro, a apresentação do Plano de Contingência do município, que determinará as principais ações de prevenção e mitigação dos efeitos de desastres naturais, em especial as chuvas de verão.

    Primeiro simulado será sobre deslizamentos de terras

Os cenários de desastres do Exercício Conjunto de Apoio à Defesa Civil (Ecadec) foram apresentados nesta segunda-feira (31.07), primeiro dia do maior exercício de prevenção do país, que acontece em Petrópolis até sexta (04.08). Além das chuvas intensas seguidas por inundações e deslizamentos de terras e um incêndio florestal de grande proporção, também haverá a simulação de um acidente químico na Refinaria Duque de Caxias (Reduc). O treinamento acontece no 32° Batalhão de Infantaria Leve - Batalhão Dom Pedro II, na Vila Militar.

Na terça-feira (01.07) acontece o início do simulado, com o cenário mais comum em Petrópolis: deslizamentos de terras. Na seqüência, as equipes terão que apresentar as ações de respostas e o planejamento de recuperação dos pontos atingidos. O diretor de Capacitação e Treinamento da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias, tenente coronel Gileno Alves, destacou o aprendizado para a cidade.

“É fundamental que a Defesa Civil trabalhe em conjunto com as Forças Armadas para que em um momento de catástrofe, a resposta seja mais rápida e eficaz. É uma grande oportunidade de aprendizado para todos os órgãos envolvidos. Ficamos muito felizes de sermos a primeira cidade do Estado a receber o treinamento. Acredito que será um marco na prevenção de Petrópolis”, disse Gileno.

O simulado realiza na quinta-feira (03.07) a evacuação de uma comunidade após o acionamento de uma sirene do sistema de alerta e alarme. O local escolhido para esse exercício foi a Rua João Xavier, no Bingen. “Esperamos que a população participe conosco desse simulado. É fundamental que o morador entenda a importância da sirene e do sistema de alerta”, comentou Gileno.

Walter Marinho, chefe da seção de operações complementares do Ministério da Defesa, destacou o avanço das ações desde a tragédia que atingiu a Região Serrana em 2011. “Esse treinamento mostra que estamos avençando na prevenção de desastres. Em 2011, por exemplo, não tínhamos toda essa estrutura. É um grande aprendizado não apenas para Petrópolis, mas também para as Forcas Armadas”, disse.

O exercício conta com a participação de representantes da Aeronáutica, Marinha, do Exército, Ministério da Integração Nacional e de Defesa, da Secretaria Nacional de Defesa Civil, da Universidade Federal Fluminense (UFF) por meio do Mestrado em Defesa Civil, da Secretaria Estadual e Municipal de Defesa Civil, da Reduc e da Cruz Vermelha.

Como funciona o ECADEC

Sem tropas ou equipes no terreno, as situações são simuladas em fatos que já ocorreram anteriormente na cidade. No exercício, tudo funciona por meio de rede de computadores, sendo que os protocolos, planos e ações são coordenados entre as instituições para o emprego real. O treinamento é moldado para testar a integração entre todas as forças participantes em situações de apoio à Defesa Civil.

 

 

 

 
 

 

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