O programa de eficientização do governo municipal busca padronizar e uniformizar a iluminação pública em todo o município.

O programa de eficientização energética com luminárias de LED ganha nova etapa nesta terça-feira (22). Desta vez no distrito de Cascatinha, onde as ruas Bernardo Tosta e Gonçalves Vieira Junior recebem a melhoria. O trabalho terá início às 9h e totaliza 36 pontos de intervenção do Departamento de Iluminação Pública.

“Seguimos avançando com esse importante projeto que leva uma iluminação melhorada aos bairros por toda a cidade. Além disso, ainda gera economia e sustentabilidade para Petrópolis com o LED”, explicou o governo interino.

Na Rua Bernardo Tosta, o trabalho será iniciado na altura do número dois e segue até o nº 388. Já na Rua Gonçalves Vieira Júnior, começa no número 275. "O LED gera menor necessidade de manutenção, fora que a durabilidade das lâmpadas é maior. Isso significa economia para o município. Enquanto a lâmpada de vapor de sódio de 250W tem vida útil de 32 mil horas e demanda um reator que dura 20 mil horas, em média, a luminária de LED com 180W dura 50 mil hora”, explicou a secretária de Serviços, Segurança e Ordem Pública, secretaria que coordena o Departamento de Iluminação Pública.

Recentemente, a melhoria foi implementada em Secretário, no distrito de Pedro do Rio, onde 36 pontos foram instalados na Estrada de Secretário. O programa de eficientização do governo municipal busca padronizar e uniformizar a iluminação pública em todo o município. Neste ano, além desses locais, o executivo fez esse trabalho nos bairros Fazenda Inglesa, Castelânea, Bingen, Alto da Serra, Duarte da Silveira, Secretário, Retiro, Araras e Pedro do Rio. O estudo levou em consideração os índices de iluminação estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para cada tipo de rua.



O trabalho contará com 36 pontos de iluminação na Estrada de Secretário

A prefeitura de Petrópolis, por meio do Departamento de Iluminação Pública, começa, a partir desta sexta-feira (18) mais uma etapa do trabalho de eficientização energética que já passou por diversos bairros da cidade neste ano. Desta vez o local que recebe as luminárias de LED é Secretário, no distrito de Pedro do Rio. Serão instaladas 36 luminárias na Estrada de Secretário.

O trabalho acontecerá em duas etapas. Entre as 9h e às 16h e depois entre as 23h e as 4h30 da madrugada de sábado (19). A eficientização acontece entre o Mercadinho Lidório e a sede do Campestre. 

O programa de eficientização do governo municipal busca padronizar e uniformizar a iluminação pública em todo o município. Neste ano, além desses locais, o executivo fez esse trabalho nos bairros Fazenda Inglesa, Castelânea, Bingen, Alto da Serra, Duarte da Silveira, Secretário, Retiro, Araras e Pedro do Rio. O estudo levou em consideração os índices de iluminação estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para cada tipo de rua.

A tecnologia de luz de LED possibilita menor necessidade de manutenção - as lâmpadas possuem mais durabilidade. Uma lâmpada de vapor de sódio de 250W, por exemplo, tem vida útil de 32 mil horas e demanda um reator que dura 20 mil horas em média. Já uma luminária de LED com 180W dura 50 mil hora.

50 universitários da UCP participam da revisão da LUPOS

Traçar um diagnóstico de Petrópolis para que, 20 anos após a criação a Lei de Uso Parcelamento e Ocupação do Solo, em 1998, a legislação seja revista e adequada às necessidades dos dias de hoje, permitindo um melhor planejamento da cidade. Este é o objetivo da prefeitura, com a revisão da LUPOS, que vem sendo elaborada pela Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica e pelo Departamento de Planejamento Urbano da prefeitura e foi apresentado no Seminário Petrópolis para todos. O evento, que inicia as discussões públicas sobre a revisão, foi aberto na noite de sexta-feira (11.05) e segue com programação neste sábado. O trabalho de revisão da legislação prevê além da análise técnica, a captação de informações em campo e em projetos desenvolvidos s 26 escolas municipais – trabalho integrado com a Universidade Católica de Petrópolis, com a participação de 50 estudantes dos cursos de Arquitetura, Engenharia Civil, Administração e Economia. Convênio foi anunciado na abertura do seminário.

 A LUPOS estabelece os parâmetros para a cidade, delimitando, por exemplo, que tipo de atividade pode ser instalada em uma determinada região. O eixo principal para a revisão da lei é o diagnóstico. “Queremos conhecer a realidade dos moradores em cada um dos cinco distritos, sob a ótica daquela população e identificar as necessidades e o potencial de cada região. Desta forma poderemos planejar melhor a cidade não apenas em relação ao seu desenvolvimento – o que é importante para a geração de empregos - mas também em relação ás políticas públicas, como a instalação de escolas, unidades de saúde, planejamento da mobilidade urbana, enfim, uma gama de serviços importantes no dia a dia das pessoas”, explica o coordenador de Planejamento e Gestão Estratégica, Roberto Rizzo, que apresentou o cronograma de trabalho de revisão na abertura do seminário.

Após a abertura foi realizada uma palestra sobre instrumentos de ordenamento territorial, ministrada por Alex Magalhães, do Instituto de Pesquisa, Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ.

Neste sábado, as palestras começaram às 9h com a discussão do tema Economia Urbana, apresentado por Jorge Natal, do IPPUR/UFRJ; seguida por  palestra sobre Resiliência Urbana, com Layla Talin, da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica e do Departamento de Planejamento Urbano da prefeitura. À tarde, os temas focados são Saúde Urbana, ministrada por Felix Resenbeg, da Fiocruz, Cartas de risco e planejamento urbano, com Ingird Lima, da UFRJ e mobilidade urbana, ministrada por Alline Serpa, da UCP.

Participaram da abertura do seminário os secretários de Desenvolvimento, Marcelo Fiorini, de Meio Ambiente, Fred Procópio, de Educação Samea Ázara e o controlador Geral do Município, Fábio Alves.

Planejamento quer ouvir a população

O processo de avaliação, discussão e revisão da LUPOS prevê, ainda, atividade direcionada aos alunos da rede municipal, planejamento dos centros de bairros e identificação dos indicadores urbanísticos e suas utilizações na cidade, além de consulta pública, por maio de audiências públicas.

“Vamos disponibilizar ainda informações em um site e teremos um e-mail em que receberemos sugestões e contribuições da população”, pontua Rizzo.

Estudantes de escolas públicas também serão ouvidos dentro do projeto  o “Urbano na escola“. Elaborado pelo Departamento de Planejamento Urbano - DEPUR - da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica, o programa prevê que alunos do 9º ano do ensino fundamental de 26 escolas da rede municipal possam participar da revisão da LUPOS, através de atividades práticas como a construção de mapas dos bairros, com a indicação do que pode ou não ser construído em cada área, bem como com os equipamentos públicos necessários nas localidades.  O projeto prevê o treinamento de estagiários da UCP, que acompanharão as atividades junto com o professor. Os alunos que participaram da construção do melhor trabalho poderão participar de uma oficina com o Grupo de Trabalho que está discutindo a revisão da LUPOS. A duração deverá ser de seis meses – até a escolha do melhor trabalho.

O projeto de revisão da LUPOS prevê, ainda, o planejamento dos Centros de bairros e identificação dos indicadores urbanísticos e suas utilizações na cidade. Vale destacar que todo o processo de revisão contará com a participação das entidades de classe da sociedade, sociedade civil organizada, OAB e das faculdades.

A Prefeitura promoveu, nesta terça-feira (10/6), o seminário de lançamento do Plano Municipal de Saneamento Básico no Centro de Cultura Raul de Leoni. O prefeito Rubens Bomtempo discursou no evento, aberto ao público e que faz parte de uma série de reuniões, oficinas e audiências para garantir a participação popular na elaboração do plano que definirá as metas a serem alcançadas em relação a políticas de água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos. O calendário de eventos está disponível no site da Prefeitura (www.petropolis.rj.gob.br).

“É um trabalho que já tem um acúmulo interessante. Precisamos agora fazer uma interface com a sociedade, para ter a participação popular garantida e a construção desse plano. Tem muita gente boa pensando esse plano. São técnicos da Prefeitura, Comdep, Águas do Imperador, e precisamos da contribuição da população”, disse Bomtempo.

O prefeito fez um balanço das ações do município no setor. Entre os avanços, destacou a construção de estações de tratamento de esgoto (ETEs) nos últimos anos. Ele também falou sobre a construção do biodigestor da Vila Rica e os previstos para o Alto Independência e o Quarteirão Brasileiro. Bomtempo afirmou ainda que quer levar ETEs para Corrêas e para região do Cascatinha e Itamaraty.

“Já em relação ao destino final dos resíduos sólidos, estamos atrasados. Não tínhamos um aterro sanitário licenciado quando assumimos. Havia um litígio com os órgãos ambientais. Hoje já cumprimos 99,9% das exigências dos órgãos ambientais para termos a licença para a sobrevivência daquele espaço por mais um ano. Paralelo a isso, buscamos viabilizar um consórcio intermunicipal para o uso de um aterro sanitário a 30, 40 quilômetros de Petrópolis”, disse Bomtempo.

O planejamento para a participação popular no plano vai até agosto. Para o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Eduardo Ascoli, é importante que a população aproveite esses espaços e tire suas dúvidas sobre o plano, faça críticas e dê sugestões.

“A Prefeitura vem resgatando o seu papel no planejamento da cidade com vários instrumentos importantes, como o Plano de Contingência, da Defesa Civil, o Plano de Mobilidade Urbana, o Plano de Saneamento Básico. O grande avanço desse processo é esse. Com esses debates, a Prefeitura garante a participação popular, trazendo a sociedade para ser co-responsável por esses planos. É importante que todos os conselhos municipais debatam internamente o Plano Municipal de Saneamento Básico, porque é um plano intersetorial, que tem relação com saúde, educação, trânsito, turismo, entre outras áreas”, disse Ascoli.

Técnicos da prefeitura de Duque de Caxias visitaram Petrópolis nesta semana para conhecer o projeto das fossas sépticas que estão sendo instaladas nas comunidades pelo governo municipal. Eles estiveram na localidade conhecida como Vila São Francisco, no Meio da Serra, onde estão sendo colocados quatro kits de fossas. Essa ação vai garantir o tratamento de esgoto para cerca de 70 pessoas – os moradores esperavam por isso há mais de 30 anos.

O kit é composto de fossas, filtros, tubos e conexões. O objetivo é fazer o tratamento primário do esgoto doméstico, evitando o lançamento dos dejetos diretamente em rios, lagos ou mesmo na superfície do solo. Desse modo, as fossas impedem a poluição e a contaminação das fontes que abastecem as casas.

A prefeitura já fez a colocação de quatro kits de fossas no Morro dos Anjos, no Caxambu, e vai instalar mais quatro na comunidade Unidos Venceremos, no Quarteirão Brasileiro, nos próximos dias. Já na Comunidade do Ingá, na Posse, serão colocados cinco biodigestores com o mesmo objetivo de preservar o meio ambiente.

"Com as fossas sépticas e os biodigestores, garantimos que o esgoto produzido deixe de ser despejado na natureza, contribuindo com o meio ambiente e com a qualidade de vida dos moradores", disse o governo interino.

O subsecretário de Agricultura de Duque de Caxias, Marquinhos Rocha, esteve na visita em Petrópolis e garantiu que “existe um grande interesse em reproduzir esse projeto na cidade, já que o investimento é baixo e o retorno para as comunidades é garantido, ajudando também na preservação dos bairros”.

A instalação das fossas sépticas é uma ação da prefeitura de Petrópolis, através das secretarias de Meio Ambiente e de Obras, com o apoio da Águas do Imperador e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). “Essa ação proporciona diversos benefícios para os moradores e garante a preservação dos recursos naturais das áreas atendidas”, completa o secretário de Meio Ambiente.

A equipe de arqueologia começou a atuar no local nesta semana buscando relíquias

A movimentação iniciada nesta semana no jardim do Palácio de Cristal, um dos principais cartões postais de Petrópolis, vem chamando a atenção de quem passa pela região, no Centro da cidade. No local, uma equipe trabalha em pesquisa arqueológica para investigar a existência de material histórico e cultural no terreno. O trabalho faz parte do projeto de reforma do palácio, construído no século XIX para cultivo e exposições de hortícolas.

As ações em campo foram iniciadas após liberação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Uma equipe de arqueólogos está trabalhando na terra retirada das valetas escavadas no início da reforma do espaço. Máquinas peneiram a terra e ajudam na busca por materiais com relevância histórica e cultural. Além dos arqueólogos, a empresa contratada para o serviço possui em seu staff uma historiadora, que fará a ligação das possíveis descobertas ao contexto histórico do Palácio de Cristal.

“O Palácio de Cristal é um monumento de extrema importância para Petrópolis. O local já foi usado como espaço de exposição hortícola e, no século XX passou a ser sede de diversos eventos. Assim permanece até hoje”, diz Roselene Martins, historiadora da Grifo Arqueologia, contratada pela Engeprat, empresa responsável pelas obras do palácio, após licitação realizada pela Prefeitura. “O trabalho arqueológico serve para resgatar a cultura material do Palácio, para recuperar os vestígios de todas as pessoas que passaram por aqui durante esse tempo”, explica.

Neste primeiro momento, o trabalho dos arqueólogos será analisar toda a terra retirada na abertura das valetas para aterramento dos fios da rede elétrica do Palácio. A expectativa é que no processo sejam encontrados vestígios de material cultural de até 150 anos.

“Aqui já foram encontrados no primeiro dia, alguns fragmentos de louças do século XIX e vidros provavelmente de procedência italiana. Após esse trabalho de peneiramento dessas valas abertas que envolvem o palácio, serão feitas algumas sondagens e o monitoramento contínuo das obras que serão feitas aqui”, detalha Giovani Scaramella, arqueólogo que é diretor da empresa que executa o serviço especializado no Palácio de Cristal.

O Palácio de Cristal é responsável por contar parte da história do Brasil. Localizado na cidade planejada pelo imperador D. Pedro II, foi erguido em um local onde ficava a Praça da Confluência ou de Passeio Público, onde aconteciam exposições hortícolas e cultos religiosos públicos. A construção ocorreu no ano de 1984. Uma estrutura pré-montada foi encomendada da Sociedade Anônima Saint-Souver Lês Arras, na França pelo Conde d’EU e inspirada no Palácio de Cristal de Londres e no Palácio de Cristal do Porto. Trata-se de um presente entregue à sua esposa Princesa Isabel para que ela pudesse cultivar suas flores e hortícolas.

Para o governo municipal, que vinha trabalhando junto da equipe da secretaria de Obras e da empresa licitada para autorizar o reinício dos trabalhos nos jardins, os cuidados com o Palácio de Cristal são importantes para a manutenção de um local tão representativo não apenas para os petropolitanos, mas para os brasileiros.

Trabalhos paralisados

O trabalho de arqueologia faz parte do trabalho de obras no Palácio de Cristal. Os trabalhos tiveram início em 4 de outubro de 2019 e os serviços nos jardins foram paralisados no início de fevereiro de 2020 por uma determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que solicitou acompanhamento arqueológico. Ao longo de 2020, a empresa vencedora da licitação acabou desistindo dos trabalhos e a segunda colocada – Engeprat – assumiu o serviço em setembro.

Neste ano, ao assumir o governo municipal, a gestão interina se empenhou e passou a atuar junto à empresa para garantir a retomada dos trabalhos. Em março, as equipes chegaram a iniciar serviços no terreno (sem, no entanto, mexer nos jardins), enquanto preparava a contratação do arqueólogo e, em seguida, a elaboração do projeto arqueológico. Tudo com o apoio da Secretaria de Obras. O projeto foi enviado para aprovação do IPHAN e, com o retorno positivo do órgão de preservação, o trabalho arqueológico começou nesta segunda-feira 24 de maio.


População poderá opinar sobre o assunto durante o evento Bikeday

Consulta acontece às 15h na fábrica da cervejaria Bohemia

Transporte não motorizado é o tema da primeira de uma série de consultas públicas que serão realizadas para elaboração do Plano de Mobilidade Urbana. O assunto será abordado neste sábado (22.09), a partir das 15h, na fábrica da Bohemia, durante o Bikeday. A intenção é reunir a opinião do público interessado em colaborar na confecção do documento, inserindo distintos pontos de vista sobre o assunto.

Durante a consulta, o público será munido com fichas técnicas sobre o tema. Nela estarão os dados que a Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) reuniu sobre transporte não motorizado, destacando os pedestres e as bicicletas, principais tipos de uso de transporte não motorizado. A ficha reúne dados como o número médio de usuários deste tipo de transporte, número de acidentes do tipo, vantagens e desvantagens, entre outros dados.

“A participação popular é extremamente necessária para que possamos, juntos, construir o documento que irá nortear a forma como será a evolução da mobilidade no nosso município. As consultas serão segmentadas pelos tipos de modal e deverão ocorrer a cada duas semanas. Nossa intenção é recolher o maior número de opinião possível para incluirmos do nosso Plano de Mobilidade”, explica o diretor técnico e operacional da CPTrans, Luciano Moreira.

Até a conclusão do Plano de Mobilidade, outras 15 consultas públicas e quatro audiências serão realizadas. Os temas que serão discutidos são transporte público de passageiros; transporte de cargas, supercargas e fretamento, motofrete e frete; educação e segurança no trânsito, transporte público individual; turismo e grandes eventos; patrimônio histórico e cultural e feiras livres; e transporte escolar, eixos de crescimento urbano, LUPOS e leis de planejamento. Após essas consultas, será realizada a primeira audiência pública.

Depois serão feitas novas consultas públicas, só que por eixos: infraestrutura de trânsito; operação de trânsito, que inclui segurança viária, fiscalização e uso do solo; além de acessibilidade universal e sustentabilidade ambiental. Ao final dessas consultas, será feita mais uma audiência com a apresentação das propostas e, depois, a última etapa de consultas públicas ocorrem nos bairros. Pelo cronograma três consultas: a primeira inclui a área do primeiro distrito; a segunda, do segundo distrito e a terceira do terceiro, quarto e quinto distritos.

Interditado à visitação pública desde 2013, o mirante do Belvedere vai ser vistoriado pelo Conselho Municipal de Tombamento Histórico, Cultural e Artístico (CMTHCA), seguindo orientação do Ministério Público Federal. O local foi transformado em um depósito de material pela Concer quando foram iniciadas as obras de construção da nova pista de subida da serra. A visita, acordada na 1ª Vara Cível Federal, está marcada para o dia 25 de agosto, às 10h.


Após a visita os membros do conselho terão um prazo de 15 dias para formular um relatório detalhado sobre o estado do imóvel, além de informar se a concessionária responsável criou algum tipo de obstáculo para o cumprimento da diligência. O documento deverá ser remetido ao juízo responsável para posterior análise.


Quatro anos após a interdição a pista não foi concluída, a obra abandonada e o mirante se tornou um grande depósito, ocupado por contêineres e estruturas pré-moldadas. O mirante, inaugurado em 1950 deixou de receber turistas na década de 70, quando um restaurante no local foi desativado e a área nunca voltou a ser conservada.


Durante a reunião desta quarta-feira (19.07), Rizzo acenou aos conselheiros sobre a importância da vistoria e também convidou a presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Centro Histórico (AMA-Centro Histórico), Myrian Born, para acompanhar a visita.


O mirante do Belverede é tombado pelo município por meio do decreto nº 517 de 24 de maio de 2011.
 
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