Obra inicia nesta terça-feira (10.01)
Representantes da prefeitura e da empresa responsável pela obra se reuniram nesta segunda-feira
Secretaria de Obras cedeu local para armazenar o material necessário e a CPTrans fará orientação do trânsito

Depois de oito anos de espera, uma das obras mais esperadas pelo município finalmente será realizada durante o governo Bernardo Rossi: o aterramento da fiação elétrica do lado ímpar da Rua do Imperador finalmente vai começar. A intervenção terá início na manhã desta terça-feira (10.01), um dia após reunião entre a empresa responsável, a Engelux, e representantes do governo municipal, que acertaram os últimos detalhes necessários para o começo do aterramento.

“Petrópolis não pode ficar parada no tempo, como está há anos. Precisamos de agilidade e a recomendação a todos os secretários é de tirar do papel todos os projetos que vão ajudar a nossa cidade”, aponta Bernardo Rossi.

O secretário de Obras, Ronaldo Medeiros, e o diretor-presidente da CPTrans, Maurinho Branco, seguindo recomendação do prefeito, garantiram espaço para guardar o material e orientação de trânsito necessária. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Fiorini, também ficou com a responsabilidade de comunicar todos os comerciantes do local sobre o início da intervenção.

“Estivemos reunidos com a Engelux para acertar os detalhes operacionais que vão permitir a retomada dessa obra que está paralisada há tanto tempo e que vai dar a nossa cidade uma cara mais bonita”, comentou Ronaldo Medeiros.

O aterramento dos fios acontecerá com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), obtidos pelo governo do estado através do Programa de Desenvolvimento de Turismo (Prodetur). Orçada em R$ 6,6 milhões, a obra foi autorizada em maio de 2015 e o processo se arrastou durante o governo anterior. A última gestão só deu ordem serviço em abril do ano passado, quase um ano depois da autorização para licitação para contratação da empresa responsável pela obra. Mesmo assim, a obra não andou desde então.

A partir desta terça, começa a primeira de quatro fases da obra: serão feitos os dutos nas fachadas e paredes das lojas, que têm previsão para ficar pronta em 30 dias, de acordo com a empresa. Em seguida, começa a passagem dos cabos. A terceira parte é a ligação da baixa e média tensão. Por fim, é realizada a colocação das chaves das redes. Ao todo, a intervenção deve durar seis meses. Neste início, quatro pessoas vão trabalhar a partir de 8h. Nas seguintes, o número de funcionários envolvidos vai chegar a 10 trabalhadores. O projeto abrange a remoção dos cabos, postes e transformadores, além da instalação subterrânea de 430 metros de rede de alta tensão.

O governo interino se reuniu na manhã desta terça-feira (19), com a diretoria do Instituto Philippe Guédon - Gestão Pro Participativa. O grupo fez a apresentação do Planejamento Estratégico para Petrópolis – Pep 20 – Construindo a Petrópolis que queremos, documento elaborado com a cooperação de cerca de 100 representantes de diferentes setores do município, como gastronomia e turismo.

O documento contém uma série de sugestões de ações relacionadas a infraestrutura e urbanismo, saúde, educação, desenvolvimento econômico, meio ambiente, cidadania, administração pública e cultura. “Assumimos o compromisso de analisar o documento de forma atenta para podermos avançar. A participação popular e fundamental para o desenvolvimento de políticas públicas. É um dos pilares da democracia” frisa o governo interino, ressaltando que Philippe Guedon deixou, em Petrópolis, um legado inestimável.
A presidente do Instituto Philippe Guédon, Silvia Guédon, destacou a importância da abertura do canal com o poder executivo. “A reunião foi muito produtiva e manter esse contato com o instituto, que presa pela participação popular, é muito importante para a cidade”, frisa Silvia Guédon.

O vereador Fred Procópio, presidente da Câmara Municipal, também participou do encontro e apontou uma série de ações já realizadas pelo legislativo, como a conclusão da revisão da Lei de Incentivos Fiscais. “Ter um instituto pensando em Petrópolis para os próximos 20 anos é muito significativo. Como presidente da Câmara de Vereadores, me comprometi em pensarmos em um projeto conjunto, envolvendo o legislativo, executivo e o instituto para planejarmos a cidade não só nos termos urbanísticos, mas também nas revisões legais necessárias”, disse.

A coordenadora Especial de Articulação Especial também salientou a participação popular. “Esse envolvimento de todos é importante para as diretrizes das políticas públicas desenvolvidas pelo município. É a sociedade civil e governo comprometidos com a cidade”, disse.

Além de Silvia Guédon, Cleveland Jones, Ramiro Farjalla, Maria Cristina Melo e Roberto Rocha, todos da diretoria do Instituto, participaram da reunião.

O prefeito voltou a se reunir nesta segunda-feira (20.01) com empresários de Itaipava para debater projetos de mobilidade urbana para a região. Esta foi a segunda rodada de conversas, que tem como um dos focos o trecho do Trevo de Bonsucesso e entorno.

Neste encontro, foram discutidos aspectos técnicos para a elaboração de propostas de intervenções na região próxima a um supermercado de Bonsucesso. Um dos participantes da reunião fará o levantamento topográfico e de batimetria do local, informações que serão utilizadas para dar embasamento ao projeto. Os dados serão entregues no início de fevereiro.

O prefeito informou que pretende usar parte dos recursos que o município terá através do programa de Financiamento para Infraestrutura e Saneamento (Finisa) para projetos de mobilidade urbana, como esse do Trevo de Bonsucesso. No primeiro encontro, o empresariado local se comprometeu a elaborar o estudo técnico para intervenções no trecho.

Além desse projeto, há ainda outros projetos para proporcionar melhor fluidez ao trânsito de Itaipava estão avançando: a criação de um acesso ao lado do Supermercado Bramil e o outro, uma parceria público-privada para melhorias na estrada que fica nos fundos do Parque Municipal. Outra ideia em análise é a de intervenções em uma ponte que liga a Estrada União e Indústria (próximo ao Terminal Itaipava) e a BR-040.

Propostas foram pautas da reunião ordinária do Conselho Revisor do Plano Diretor

A prefeitura apresentou, nesta quarta-feira (07.03), ao Conselho Revisor do Plano Diretor (CRPD), dois projetos: de Avaliação, Discussão e Revisão da Lei de Uso, Parcelamento e Ocupação do Solo (LUPOS) e de Reurbanização do Entorno do Lago de Nogueira. As propostas foram elaboradas pelo Departamento De Planejamento Urbano, da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica do município, e apresentadas aos conselheiros durante a reunião ordinária, que acontece mensalmente.

A proposta tem o objetivo de corrigir possíveis divergências entre o mapa digital de zoneamento da Lei de Uso Parcelamento e Ocupação de Solo e a legislação de 1998 – que estabelece suas normas. Foi criado um cronograma a partir da apresentação de um grupo de trabalho, que irá analisar os mapas que estão disponíveis para fins de consulta pública, emissão de certidão de uso e parâmetros e planejamento urbano do município. A LUPOS estabelece os parâmetros para uso do solo, definindo entre outras coisas, as atividades permitidas em cada região da cidade. A criação do grupo é o primeiro passo para a futura revisão da LUPOS, que está prevista no Plano Diretor da cidade.

“Os técnicos farão um diagnóstico em relação à LUPOS, pensando na revisão dela, que é um dos principais instrumentos para o desenvolvimento e crescimento sustentável e ordenado da cidade”, explica o coordenador de Planejamento e Gestão Estratégica, Roberto Rizzo.

O cronograma deverá ter duração de 9 meses, contados a partir da formação do Grupo de Trabalho (GT), prevista ainda para este mês. Durante os trabalhos, o grupo vai fazer a coleta de dados nos locais e por aplicativo, relatórios, regulamentação e o controle social, baseado nas informações coletadas.

“É a primeira vez, em 40 anos, que vejo um projeto tão importante para reavaliação de nosso território. Estamos em período preocupante por conta da chuva e acredito que se isso tivesse sido feito em gestões anteriores poderíamos ter evitado tragédias que aconteceram nos últimos anos em nossa cidade”, disse o arquiteto Paulo Lyrio, conselheiro representante da sociedade civil.

A previsão, é de que, após legitimado o Grupo de Trabalho, os trabalhos sejam iniciados com seminário no mês que vem.

Apresentação do Projeto de Reurbanização do Entorno do lago de Nogueira

O departamento de Planejamento Urbano, da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica,apresentou, na mesma reunião, o projeto de reurbanização do entorno do Lago de Nogueira. O projeto prevê a recuperação da calçada de caminhada no entorno do lago; construção de deck de caminhada no entorno do lago (trechos que não possuem calçadas);construção de decks para pescaria; e criação de um jardim botânico.

Neste jardim, estão previstos alamedas e canteiros para plantação de espécies da Mata Atlântica; estufa; recuperação e transferência na localização de umparquinho infantil; e um prédio para atendimento aos visitantes e ambiente de pesquisa.

“Isto representa a reativação de um espaço muito importante para o turismo na cidade. Temos a oportunidade de transformar um local esquecido pelas gestões anteriores e fazer dele um exemplo de sustentabilidade, atendendo aos anseios dos moradores da região”, disse o coordenador de Planejamento e Gestão Estratégica, Roberto Rizzo.

O projeto já se encontra sob análise do Ministério do Turismo, através de proposta ao Programa de Infra-Estrutura Turística.

Documento que servirá de parâmetro para quem for construir calçadas em Petrópolis para atender pessoas com deficiência, idosos, grávidas e pessoas com mobilidade reduzida, a primeira versão do manual de calçadas acessíveis foi discutido pela prefeitura nesta segunda-feira (18.06) em reunião com representantes da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP). Durante a apresentação foram propostas adequações ao manual, que está sendo construído pelo município com apoio da ABCP em parceria com a Firjan.

Alguns pontos que serão observados para construção de calçadas são o patrimônio histórico em algumas áreas do município, a topografia acentuada e as formas de fiscalização. O documento apresenta conceitos como a calçada ideal e a realidade de Petrópolis hoje. Também coloca quais são os materiais e o mobiliário urbano que podem ser usados nas calçadas – inclusive vegetação. Todos os pontos são destacados tecnicamente.

“A ideia é construirmos um manual que estabeleça quais são as regras básicas do jogo para, a partir disso, ir construindo as adequações para tornar as calçadas ainda mais acessíveis para todos”, afirmou o arquiteto do escritório regional da ABCP, Luiz Gustavo Guimarães.

Um dos pontos destacados é a inclinação das calçadas, para que sejam construídas de forma que não permitam poças de águas após chuvas, que pode ser de 1% até 3%. Os protetores de calçadas também serão padronizados, na tentativa de fazer com que não sejam utilizados qualquer objeto para, por exemplo, impedir o estacionamento irregular. O piso tátil, que será direcional ou de alerta, dependendo do espaço.

Outra ideia que será discutida é a criação de algum mecanismo de certificação das empresas que fornecerem materiais adequados e necessários para a construção de calçadas acessíveis.

“Dessa forma o interessado terá à disposição uma relação de empresas atendem tecnicamente ao que é exigido pelo manual para se ter uma calçada que seja acessível para todos. Mostra uma sinergia entre o desenvolvimento econômico e o planejamento do município em respeito com o público. Fica bom para todos: para a empresa, que será certificada, para o cidadão, que saberá onde vai encontrar esses materiais, e para o município, que terá a calçada construída com materiais corretos”, destaca o coordenador de Planejamento e Gestão Estratégica, Roberto Rizzo.

Para chegar ao documento apresentado nesta segunda, o grupo formado por representantes de CPTrans, Secretaria de Obras, Controladoria, Secretaria de Educação, Defesa Civil e Gabinete da Cidadania, entre outros, vem se reunido quinzenalmente. Antes, houve experiências de campo em que eles, que vivenciaram por um dia a realidade enfrentada por cadeirantes e pessoas com deficiência visual para entender a necessidade deles. Agora o grupo realizará os ajustes necessários para a versão final.

Órgão nacional está atualizando portarias que tratam das regras de tombamento com apoio de diversas secretarias

Os estudos da prefeitura dentro do processo de rerratificação das portarias de tombamento do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) estão avançando. Nesta segunda-feira (26.08), o corpo técnico de diversas secretarias se reuniu para apresentar sugestões e continuar as discussões sobre o tema. A intenção desse grupo de trabalho é apresentar as sugestões do município com relação à legislação que trata das áreas preservadas em Petrópolis.

A linha principal das propostas do município é reforçar os valores culturais e paisagísticos previstos no Plano Koeler, o primeiro desenho urbanístico da história do município. Para isso, o grupo de trabalho propõe que as áreas de entorno de bens tombados possam convergir e criem parâmetros em concordância entre município, Estado e União.

A portaria 213, editada pelo Iphan em 1996, estabelece 12 conjuntos arquitetônicos protegidos por tombamento em Petrópolis. Ela foi atualizada pela portaria 455 há dois anos. Em junho desse ano, as secretarias de Obras e de Meio Ambiente fizeram uma instrução normativa para reforçar esses dispositivos, ao estabelecer que alvarás para qualquer construção, reforma ou demolição só serão expedidos após autorização dos órgãos de proteção de patrimônio histórico (Iphan e Inepac).

Com esse processo de rerratificação das portarias do Iphan, um dos objetivos é ressaltar a importância cultural de cada bem e áreas tombadas. A intenção é entregar as contribuições da prefeitura para análise do Iphan no fim de setembro. Em seguida, o órgão vai abrir diálogo com a sociedade civil, até dezembro, para debater problemas a serem enfrentados e alternativas de soluções. A última etapa é a formulação do plano de ação, com diretrizes, critérios e parâmetros para ações necessárias para a preservação de áreas protegidas. Esse trabalho deve ser concluído até março do ano que vem.

“É importante a contribuição de cada secretaria municipal. Se a gente está tendo a oportunidade de ter um diálogo com Iphan e de expor tudo aquilo que município pensa, essa é a hora trazer todas as informações que cada pasta tem. Vamos fazer um documento com recomendações em cima das portarias 213/1996 e 455/2017, que é a nossa base de estudos”, afirma a subsecretária de Obras, Raquel Motta.

Moradores de Corrêas e Pedro do Rio estão tendo a oportunidade de conhecer e discutir o Plano Municipal de Saneamento Básico. Audiências públicas estão sendo realizadas pela Prefeitura, desde segunda-feira, nas duas comunidades. As discussões foram divididas por temas: abastecimento de água e esgotamento sanitário e resíduos sólidos e drenagem.

O primeiro encontro reuniu em Corrêas representantes do governo, concessionária Águas do Imperador e sociedade civil. De acordo com o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Robson Cardinelli, as audiências são oportunidades para que os cidadãos dêem a sua contribuição para avaliação e inclusão no plano. “Com as audiências, nossa intenção é garantir ainda mais discussão ao tema, permitindo que a população dê sua contribuição. Após essa última fase, vamos finalizar o plano e encaminhar para a Câmara Municipal”, explica o secretário, lembrando que a primeira audiência pública sobre o tema foi realizada em agosto, na Universidade Católica de Petrópolis.

O presidente da Associação de Moradores do Castelo São Manoel, Sérgio Gonçalves, participou da reunião e, na ocasião, destacou a importância da iniciativa. “Essa é uma oportunidade de moradores das comunidades tomarem conhecimento do que está sendo feito pelo poder público para o progresso de todo o município”, disse Sérgio.

O Plano Municipal de Saneamento Básico vai estabelecer diretrizes para as políticas públicas nessa área durante os próximos 20 anos. O texto preliminar está pronto e disponível para consulta no site oficial do governo municipal (www.petropolis.rj.gov.br). Com as audiências públicas, a intenção é que o município possa apresentar o documento e recolha sugestões para, se necessário, complementar o texto, de forma que o plano contemple efetivamente as principais necessidades dos petropolitanos.

Nesta semana, ainda haverá dois encontros. Nesta quarta-feira, dia 12 a audiência será em Corrêas, na Escola Municipal Hercília Moretti, e na quinta, dia 13, em Pedro do Rio, na Escola Municipal Monsenhor João de Deus. Em ambos os dias o encontro começará às 18h30.

A elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico, assim como a política municipal de saneamento básico, está prevista na Lei 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais para os serviços, incluindo a universalidade do direito de acesso, com qualidade e continuidade. A lei também define as obrigações e responsabilidades do poder público e dos prestadores de serviço, além de ressaltar a importância de que todo o processo seja desenvolvido de forma integrada com as políticas sociais, habitacionais, de transporte, de recursos hídricos e de educação.

Entende-se por saneamento básico questões relacionadas ao abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e Drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.

A Prefeitura concluiu na noite de quinta-feira (13/11) o ciclo de audiências públicas para apresentar e discutir a versão preliminar do Plano Municipal de Saneamento Básico. Agora, o governo municipal espera concluir o documento usando a contribuição da participação popular durante os cinco encontros para planejar e preparar a cidade para as próximas décadas nas áreas de saneamento, abastecimento de água, resíduos sólidos e drenagem.

“Todas as propostas cabíveis de serem incorporadas ao plano durante as audiências serão inseridas no documento, que vai se transformar na política municipal de saneamento básico para os próximos 20 anos. Estou muito satisfeito com o trabalho realizado. A população teve a oportunidade de se apropriar do assunto e dar a sua contribuição para a cidade”, disse o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Robson Cardinelli, anunciando ainda que o plano deve ser revisto a cada quatro anos.

O Plano Municipal de Saneamento Básico estabelece diretrizes para as políticas públicas nessa área. O texto preliminar está pronto e disponível para consulta no site oficial do governo municipal (www.petropolis.rj.gov.br) desde julho deste ano. Com as audiências públicas, o município apresentou o documento e recolheu sugestões para, se necessário, complementar o texto, de forma que o plano contemple efetivamente as principais necessidades dos petropolitanos.

A primeira audiência pública sobre o plano foi realizada em agosto, na Universidade Católica de Petrópolis. Nesta semana a Prefeitura promoveu outros quatro encontros, em Corrêas, na Escola Municipal Hercília Moretti, e também em Pedro do Rio, na Escola Municipal Monsenhor João de Deus.

A servidora pública Antônia Santos Amorim mora no bairro Vila Rica, em Pedro do Rio, e considerou importantes os encontros. “Participei de duas audiências e achei os encontros fundamentais para eu saber mais sobre saneamento básico e dar a minha contribuição para a cidade. Precisamos estar cada vez mais atentos nas questões relacionadas ao meio ambiente. Cada cidadão deve fazer a sua parte”, disse, durante a última audiência. “É um assunto fundamental para os petropolitanos. Saneamento básico é tudo o que precisamos para o desenvolvimento local”, destacou a vice-presidente da Associação de Moradores do Vista Alegre, em Araras, Irani Pablo Silva, durante audiência realizada na última quarta-feira (12/11), em Corrêas.

A elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico, assim como a política municipal de saneamento básico, está prevista na Lei 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais para os serviços, incluindo a universalidade do direito de acesso, com qualidade e continuidade. A lei também define as obrigações e responsabilidades do poder público e dos prestadores de serviço, além de ressaltar a importância de que todo o processo seja desenvolvido de forma integrada com as políticas sociais, habitacionais, de transporte, de recursos hídricos e de educação.

Secretaria de Obras, Coordenadoria de Planejamento e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional iniciaram levantamento sobre a Praça e o Centro Cultural que ficam na região

A prefeitura e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional iniciaram um levantamento sobre a Praça e o Centro Cultural de Cascatinha, para obter informações que ajudem o município a elaborar projeto de revitalização desses equipamentos do bairro. A Secretaria de Obras e a Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica estiveram nos dois locais na terça-feira (30.07) para fazer um mapeamento da área ao lado de técnicos do Iphan.

A Praça de Cascatinha recebe manutenção constante, por parte da Comdep, que cuida do chafariz, da jardinagem, dos equipamentos, mas ela não recebe intervenções de grande porte há muito tempo, pelo menos 15 anos. Então a prefeitura está iniciando o processo de estudos e o começo de tudo é ver a realidade dessa área no próprio local, para ter as informações precisas para elaborar um projeto completo.

A área do Conjunto Fabril de Cascatinha é tombada pelo Iphan e, por isso, o órgão é parceiro nesse processo, que está no início. A intenção é que as informações levantadas nessa primeira vistoria realizada no local ajudem o município a elaborar um projeto para valorizar ainda mais a região.

Esse é o primeiro passo. A equipe da prefeitura esteve no local para ver detalhes da infraestrutura da Praça e também fez uma vistoria externa do Centro Cultural, para ver o que é possível fazer para revitalizar, valorizar e proteger ainda mais esses espaços. Por isso que esse contato mais próximo do Iphan é muito importante, a prefeitura tem procurado aumentar a interação com eles e isso é muito importante para o município poder avançar.

Um dos pontos observados na Praça de Cascatinha é a questão do piso, que é todo pavimentado com asfalto. A Secretaria de Obras vai levantar a quantidade de material que será necessário utilizar no projeto de revitalização da área. O projeto também irá englobar melhorias de drenagem, soluções de acessibilidade (como por exemplo, a instalação de piso tátil para orientar pessoas com deficiência visual), além de outros cuidados com o mobiliário que compõe o cenário do local. Já o coreto será reformado à parte – apenas o projeto será elaborado pelo município.

No Centro Cultural de Cascatinha, que abriga exposições, a vistoria constatou a necessidade de pequenas intervenções para solucionar umidade em paredes externas e pintura.

Esse projeto não vai se preocupar apenas com intervenções físicas, mas também em envolver a população local com a questão da conservação do bairro como patrimônio histórico da cidade. Município e Iphan vão criar uma cartilha com orientações para os moradores sobre o que significa o tombamento da área e como cuidar dos imóveis que ficam no entorno da área preservada.

O prefeito Rubens Bomtempo inaugurou na manhã do último domingo (14/9), juntamente com moradores, secretários de governo e outras autoridades municipais, as obras de revitalização da Praça Gustavo Webler e do Espaço Paulo Guerra Peixe, no Morin. Anteriormente abandonada, a área recebeu novos canteiros de plantas, passeios de cascalho, cercas de proteção ao longo da margem do rio e novos equipamentos públicos: um parque infantil cercado e uma academia da terceira idade.

“Hoje devolvemos à comunidade um espaço totalmente revitalizado. As pessoas, agora, poderão se apropriar desta área, que estava completamente abandonada. Essa conquista só foi possível devido à vontade das muitas pessoas que se uniram pela transformação do local: os moradores e toda a equipe da Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep), que assumiu essa responsabilidade e realizou um excelente trabalho. É meta do governo recuperar nossa cidade, que hoje reencontra, cada vez mais, a sua identidade”, afirmou o prefeito Rubens Bomtempo, destacando a importância da união entre o governo e a sociedade para fazer Petrópolis avançar.

Segundo o presidente da Comdep, Hélio Dias, a praça e o Espaço Guerra Peixe – como foi batizada a área com o parque infantil e a academia da terceira idade – possibilita a convivência e a interação social, inclusive entre as diferentes gerações. “Tudo está cada vez mais rápido atualmente, as pessoas quase não se falam. Nesse espaço as pessoas podem conversar enquanto fazem seus exercícios e as crianças brincam no parquinho”, afirmou, lembrando que projetos do mesmo tipo já foram entregues na Vila Rica, no Retiro e em Corrêas. Ele também ressaltou que outros estão sendo implantados em locais como Bosque do Imperador, Condomínio Sérgio Fadel, Comunidade do Contorno, Pedras Brancas, Comunidade São Francisco, Madame Machado e Quitandinha.

Ao som da Banda Marcial Professora Leila da Graça Castro, da Escola Municipal Nossa Senhora da Glória (que este ano comemora 30 anos), o clima era de festa e descontração. Em companhia da mãe idosa, a moradora Mônica Cristina Ribeiro Alves comemorou a entrega da praça. “Essa área estava abandonada. A gente tinha até medo de passar à noite. Agora melhorou muito: as crianças têm onde brincar, nós vamos fazer ginástica”, afirmou, destacando que diariamente um instrutor fica à disposição das pessoas que se exercitam nos aparelhos da academia.

Além de uma homenagem à moradora Liliane Giardini, que recebeu da Prefeitura uma placa em reconhecimento pelos serviços prestados à comunidade, a família do jornalista esportivo Paulo Guerra Peixe também foi homenageada. “Meu avô era um homem atencioso e amoroso. Espero que as crianças possam desfrutar de um ambiente florido e agradável, que tenha a paz e o carinho dele”, comentou a neta de Guerra Peixe, Daniela São Thiago.

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