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Licitação para elaboração do projeto está marcada para 13 de junho; edital estará disponível a partir do dia 24 de maio

Verba de R$ 2,5 milhões de emenda parlamentar vai viabilizar as intervenções

O principal palco cultural de Petrópolis, o Theatro D. Pedro passará por restauração no prédio principal e reformas no anexo, que vai ganhar salas para o desenvolvimento de atividades culturais. A obra será viabilizada com verba de emenda parlamentar no valor de R$ 2,5 milhões. A licitação para elaboração de projetos preliminares, básico e executivo da restauração do Theatro está marcada para dia 13 de junho, às 14h, no Centro Administrativo. O edital estará disponível a partir do dia 24 de maio no site da Prefeitura.

Importante obra em um dos principais equipamentos culturais da Cidade Imperial, a reforma prevê a revitalização elétrica do prédio e da infraestrutura da construção, incluindo a parte dos camarins, além da construção, no anexo, da sala de ensaio do Coral Municipal de Petrópolis e que também servirá para outros grupos musicais que venham a ser criados pelo município. Está prevista ainda de uma sala de dança multifuncional que servirá para corpos artísticos diversos e futuros projetos.

Inaugurado em 2 de janeiro de 1933 pela família D'Ângelo, o Theatro D. Pedro foi construído  unindo estilos arquitetônicos e decorativos de art-nouveau e art-decó. Com decoração e pintura assinadas pelo artista Carlos Schaefer, o espaço já recebeu em seu auge grandes nomes como Alda Garrido, Cacilda Becker, Procópio Ferreira e Bibi Ferreira, Noel Rosa, entre tantos outros. Nos últimos dez anos, o palco recebeu mais de 1.200 espetáculos de dança, música, teatro e diversas manifestações culturais, alguns do circuito nacional.

O Maio é Amarelo, mas a cor que vai predominar no próximo sábado (20.05) é o rosa. Isso porque a mecânica Roseli Oliveira da Silva sobe a Serra de Petrópolis para ensinar técnicas básicas para mexer nos veículos às mulheres. Com macacão e ferramentas estilizados, ela vai levar ao público aspectos importantes para prevenção de acidentes, que podem ser resolvidas sem a ajuda de outra pessoa. A atividade faz parte do Movimento Maio Amarelo e acontece na Praça D. Pedro, a partir das 9h.

A atividade voltada ao público feminino também leva em conta os dados de acidentes de trânsito do município. Os homens representam mais que o dobro de casos de pessoas envolvidas em sinistros, segundo dados do hospital referência em trauma do município, o Santa Teresa. Enquanto as mulheres estiveram envolvidas em 311 acidentes em 2016, os homens deram 664 entradas na unidade de saúde.

A história de Roseli com a mecânica começa ainda na infância. Quando criança, ao sair da escola ela ia direto para uma oficina mecânica próxima à sua casa. Aos 14 anos, fez escondido um curso de mecânica, até que seus pais descobriram. A partir daí ela trabalhou como babá, cozinheira e bancária. Aos 24 anos, resolveu encarar a família e fazer sua própria vontade. No começo da carreira trabalhou na oficina de um amigo, de graça. Depois, atuou em uma concessionária e hoje tem sua própria empresa e dá palestras, cursos e workshops sobre o tema a outras mulheres em todo o país.

“Por serem leigas no assunto, as mulheres têm medo, vergonha de perguntar aos homens como os carros funcionam. Têm medo de serem motivo de gozação. Comigo é diferente. O papo é de mulher para mulher e tudo fica mais simples”, conta Roseli. 

As atividades do Maio Amarelo acontecem ao longo de todo o mês. Um dos destaques da programação é a caminhada que encerra as ações, programada para o dia 27 de maio. Haverá, ainda, palestra sobre pilotagem para motociclistas, no próximo domingo (21). Todas as ações são gratuitas e abertas ao público.

Prefeito acompanhou realização de exames oftalmológicos e emissão gratuita de documentos para mais de 250 pessoas

O bairro Boa Vista recebeu nesta quarta-feira (17.05) a ação “Novo Olhar”, da Fundação Leão XIII, do governo do Estado, que fez exames oftalmológicos e ofereceu óculos grátis para pessoas acima de 40 anos. A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social também fez a emissão gratuita de carteira de identidade, certidão de nascimento e casamento, habilitação para casamento e certidão de óbito.

O prefeito acompanhou a oferta do serviço para mais 250 pessoas na sede da Associação de Moradores com a presença do secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Pedro Fernandes.

Essa ação beneficiou pessoas como a costureira Beta Cunha,  que mora há 30 anos no Boa Vista. Ela queria segunda via de certidão de nascimento e da identidade. “A gente precisa de ações como essa, porque senão fica sem a documentação e não consegue fazer nada, é uma burocracia”, afirmou ela.

Prefeitura homenageia enfermeiros na Semana de Enfermagem do município

A Prefeitura, por intermédio da Secretaria de Saúde, celebrou o Dia da Enfermagem em um grande evento cultural no Theatro D. Pedro nesta quarta-feira (17.05). A comemoração foi marcada pela assinatura do decreto municipal de criação de uma Comissão Permanente de Enfermagem, cujo objetivo é debater a melhoria contínua da área, bem como proporcionar ações de valorização profissional a todos os técnicos de enfermagem e enfermeiros do município.  Dos 2,2 mil servidores da Saúde, são 106 enfermeiros e 91 técnicos de enfermagem, profissionais indispensáveis para funcionamento de PSFs, UPAs e hospitais.

A Semana de Enfermagem reuniu representantes da ABEN – Associação Brasileira de Enfermagem que ministrou uma palestra sobre boas práticas de enfermagem e a construção de uma sociedade democrática. Além de apresentações culturais com a orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí, música e dança.

Homenageando os enfermeiros que estão se aposentando, a diretora da Atenção Básica, Fabíola Heck, afirmou que todos os profissionais deixam um legado de assistência e cuidado à população.

“Nós trouxemos membros da comunidade para agradecê-los, pois o trabalho de enfermagem vai além da assistência em si, dos cuidados com o doente, é um trabalho de carinho, atenção e doação às pessoas que estão diariamente em nossas unidades e por isso prestamos essa homenagem por toda dedicação ao sistema único de saúde”, disse a Diretora da Atenção Básica, Fabíola Heck.

Com imagens de câmeras Guarda vai cobrir áreas como a Praça do Skate e o terminal do Centro

O ônibus de videomonitoramento da Guarda Civil Municipal chegou nesta quarta-feira (17.05) à Praça Marechal Carmona, no Centro. A escolha do novo local foi definida pelo comandante da Guarda, Jeferson Calomeni, que destaca que daquele ponto é possível observar a movimentação na Praça Duque de Caxias (Praça do Skate) e no terminal do Centro, por exemplo. A colocação do veículo naquele local era uma intenção desde o início do ano, quando o equipamento entrou em operação.

“Temos a meta de aumentar a segurança em praças da cidade e, por isso, colocamos o ônibus de videomonitoramento desde o início da operação na Praça da Águia (Praça Visconde de Mauá), que era um ponto bastante crítico naquele momento. Isso fez zerar as ocorrências ali e o espaço foi devolvido para os frequentadores livre de delitos como tráfico de drogas. Em seguida o posto fixo foi levado para a Praça da Liberdade, onde o trabalho também foi positivo. E agora estamos chegando na Praça do Skate”, disse o comandante da Guarda Civil.

No fim do mês passado o ônibus foi deslocado para o distrito de Itaipava. O equipamento foi utilizado no Parque Municipal de Itaipava durante a XXVIII Expo Petrópolis. Por lá, o veículo também ajudou a manter a segurança da festa e garantir que nenhuma ocorrência fosse registrada nos oito dias do evento.

São sete câmeras, incluindo uma que pode ser elevada a 11 metros de altura e consegue captar imagens a uma distância de 300 metros, além de duas em cada lateral e mais duas internas. Do novo local onde está operando, também será possível à Guarda Civil acompanhar o movimento nas ruas Paulo Barbosa e Caldas Viana, além da Souza Franco, que às terças e sábados recebe a feira livre.

“Com o ônibus neste ponto vamos poder coibir delitos de menor potencial ofensivo, como tráfico de drogas, brigas entre pessoas e pichações, por exemplo. A presença do ônibus inibe este tipo pratica e deixa a população mais segura”, afirma Calomeni.

Município tem três casos suspeitos da doença

Vacinação contra gripe segue em 41 unidades de Saúde

A Coordenação de Epidemiologia confirmou o óbito de duas mulheres por influenza este ano e mais três pessoas seguem sob investigação da Secretaria de Saúde. Com menos de duas semanas para o fim da campanha de vacinação contra gripe. A Secretaria de Saúde convoca a população a se imunizar o quanto antes, uma vez que o fim do cronograma de vacinação está marcado para o dia 26 de maio.

 Até o momento 39.050 pessoas foram vacinadas em Petrópolis desde o início da campanha iniciada em (17.04). No sábado (16.05), Dia D de vacinação, 8.929 doses foram aplicadas. Haverá ainda no próximo sábado, dia (20.05), mutirão de vacinação nos postos da Lajinha e Estrada da Saudade, de 8 às 17h.

O número de imunizados no município está muito abaixo do estimado como vem ocorrendo em todo o Estado do Rio. A Secretaria de Saúde esperava vacinar 100 mil pessoas.

Os óbitos por influenza ocorreram em janeiro e em abril, ambos em mulheres com doenças crônicas – hipertensas e por conta disso, tiveram o quadro de saúde agravado com o contágio do vírus influenza.

 A coordenadora da Epidemiologia, Elisaberth Wildberger ressalta que todos os pacientes que estavam sob investigação receberam o tratamento com o medicamento Tamiflu disponibilizado pela Secretaria de Saúde do Estado e disponibilizado 24h na farmácia do Hospital Municipal Nelson de Sá Earp.

 “O medicamento foi iniciado em todos os pacientes em investigação, mas as pacientes que vieram a óbito não responderam ao tratamento por serem hipertensas. Outros três casos já foram descartados e três seguem sob investigação, mas todos os pacientes seguem estáveis”, explica Elisaberth Wildberger. 

 A Epidemiologia alerta ainda que pacientes de doenças crônicas não transmissíveis como a hipertensão e ainda diabetes, asma, enfisema pulmonar e outros fazem parte do público que deve ser vacinado. Pacientes com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar, desde que apresentem prescrição médica.

 A campanha engloba ainda crianças de seis meses a menores de cinco anos, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, professores, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) devem ser imunizadas. A meta da Secretaria de Saúde é vacinar 80% dessa população, estimada em 100 mil pessoas. 

Diariamente, as doses estão distribuídas em 31 Postos da Saúde da Família, seis Unidades Básicas da Família, além da Coordenação de Epidemiologia, Ambulatório Escola em Cascatinha, do Hospital Alcides Carneiro e do Centro de Saúde. O atendimento está disponível de 8 às 15h com o intervalo de 1h para almoço.

Documento lista 234 áreas de risco alto e muito alto, o que equivale a 18% do território do município

Estudo também apontou medidas a serem tomadas para mitigação e necessidade da população compreender mais sobre as situações de risco

O levantamento completo das áreas de riscos do município e das ações para mitigação de desastres foi apresentado pela prefeitura à cidade na noite desta terça-feira (16.05). O Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) lista 234 locais considerados como risco alto ou muito alto para deslizamentos, enchentes e inundações. A área crítica equivale a 18% do território de Petrópolis. O plano é o primeiro da história da cidade a englobar os cinco distritos. O único estudo realizado até então contemplava apenas o primeiro distrito.

São 102 áreas de risco alto e muito alto no primeiro distrito (Petrópolis); 39 no segundo (Cascatinha); 35 no terceiro (Itaipava); 32 no quarto (Pedro do Rio); e 26 no quinto (Posse). O estudo aponta  ainda que 7.177 famílias precisam ser reassentadas, o que corresponde a 25,9% das que moram em locais de risco.

Entre as medidas apontadas para mitigar os riscos estão limpeza de rios e canais de drenagem, obras de drenagem, obras de contenção, reflorestamento de áreas degradadas, desmonte ou fixação de blocos de pedras (ou até mesmo a implantação de barreiras dinâmicas) e reassentamento de pessoas que moram em áreas de risco alto e muito alto, com consequente demolição das moradias e recuperação ambiental do espaço.

“Este estudo tem extrema importância aos olhos da Defesa Civil, porque uma vez se tem o conhecimento do que pode acontecer e, principalmente, o que nós podemos fazer, conseguimos agir preventivamente e reduzir riscos na nossa cidade. O escorregamento de massa (como terra e pedra, por exemplo) é a principal causa de morte nos casos de tragédias”, pontua o diretor de Prevenção e Capacitação da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias, tenente-coronel Gileno Alves, destacando a importância do levantamento para a atuação da Defesa Civil. “Estamos aguardando esse plano há um tempo para efetivamente cumprir essas ações. Todos nós estamos empenhados nisso porque queremos o bem da nossa cidade”, disse.

Conscientização da população

O estudo chegou a outras conclusões, como o crescimento da ocupação de encostas, a falta de conscientização dos moradores sobre o risco em algumas áreas, uma melhor capacidade de resposta em casos de deslizamentos, enchentes e inundações, bem como de captar recursos para obras de reconstrução e prevenção. O levantamento aponta ainda para a necessidade de aperfeiçoar e implantar programas não-estruturais.

Durante a apresentação, o engenheiro civil da Theopratique (empresa que fez o plano), Luiz Carlos Dias de Oliveira, que liderou o estudo, explicou que todo “perigo” ou “ameaça” com potencial de causar consequências (como mortes e danos materiais) se transforma em “risco” quando as pessoas percebem esse potencial.

“Só existe risco se aquele indivíduo que vive naquela área tiver consciência disso. Não adianta o secretário de Obras, a Defesa Civil, o engenheiro reconhecer e apontar que é uma área risco, se o morador não tem essa percepção, se ele não pensa assim. Essa é a tarefa não-estrutural mais difícil de se fazer e o maior desafio, maior paradigma dos tempos atuais”, falou Luiz Carlos.

O engenheiro elencou sobre algumas dicas que podem ajudar a população a identificar uma situação de risco. “Trincas nas paredes ou no piso e portas ou janelas emperrando podem indicar algum tipo de desestabilização do terreno; construções em margens de rios ou córregos, ou próximo a maciço rochoso também representam risco, assim como construções no caminho de águas (mesmo que esse caminho já esteja seco); sequência de casas erguidas em aterros; lançamento de esgoto em valas à céu aberto”, aponta.

O Plano Municipal de Redução de Risco chegou a fazer um recorte especial de um período quando os registros ainda não eram feitos pela Defesa Civil com a tecnologia de hoje para acesso à informação.  Há registros de  741 casos de acidentes em áreas de riscos entre 1938 e 1988, e a maior parte deles (48,7%) aconteceu em áreas de risco médio – enquanto em locais de risco alto e muito alto representam 15,2% dos casos. De acordo com os responsáveis pelo estudo, isso mostra o quanto o mapeamento de risco é dinâmico: a ocupação de encostas através de escadarias, o loteamento em meia encosta e as invasões, consolidadas por melhorias de infraestrutura urbana, contribuíram para esse fenômeno.

IHA é o Centro de Referência em Educação Especial da Rede Municipal da Cidade do Rio de Janeiro

A equipe do Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa (CREI) esteve, na última semana, no Instituto Helena Antipoff., referência em educação especial na rede de ensino do município do Rio.  O objetivo, de troca de experiência, foi aprovado pelo grupo de 19 profissionais petropolitanos que atuam na unidade atendendo a 260 crianças especiais.

Pioneiro no setor, criado em 1977, o instituto produz conhecimentos em educação especial e confecciona recursos multissensoriais que contribuem para a atualização permanente dos professores e desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. A visita teve como objetivo conhecer mais trabalho desenvolvido na Instituição.

“Foi um dia extremamente produtivo de troca de conhecimentos e diálogo na perspectiva do Atendimento Educacional Especializado”, contou Vanessa Siqueira, diretora do CREI.

No Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa, no contraturno, de atividades extracurriculares, os alunos têm atividades como dança, teatro, música, capoeira, esporte adaptado e informática. O local funciona também como centro permanente de capacitação dos professores para a educação inclusiva.

Além das ações fiscalizatórias para garantir a segurança dos estudantes que são levados por vans, ônibus e Kombis às instituições de ensino, a Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) está distribuindo informativo com orientação aos responsáveis sobre o tema. O folder carrega mensagens sobre aspectos que devem ser levados em conta na hora da escolha de quem e qual veículo levará o estudante para a escola. O material é entregue às crianças em portas de escolas e durante fiscalização dos veículos.

O material é um convite aos responsáveis para também agir como fiscais, garantindo a segurança não só das crianças que estejam dentro dos veículos, mas dos demais pedestres e todos envolvidos no trânsito. Isto porque o transporte regular passou por vistoria e está apto a circular efetuando aquela atividade. Atualmente, Petrópolis conta com 93 veículos devidamente regularizados para o transporte de estudantes no Centro e nos distritos.

As ações de fiscalização já aconteceram no Centro, Mosela, Bingen, Itamarati e Corrêas, totalizando 155 abordagens e 60 multas. Além disso, dois veículos foram apreendidos por conta das irregularidades encontradas. As multas são feitas por conta do transporte de passageiros remunerados sem autorização.

A CPTrans solicita aos motoristas que não estiverem em dia com suas obrigações que procurarem à Companhia para regularizar a situação. A CPTrans fica na Rua Alberto Torres, 115 – Centro. O atendimento ao público está disponível de 8h30 às 18h.  Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas pelo telefone: 2237-1703.

Confira algumas dicas na hora de contratar o transporte escolar:

  • Certifique-se se o transporte escolar possui o selo da CPTrans do ano vigente – renovado semestralmente e se o Cartão de Identificação do Condutor está em local visível no veículo;
  • Busque o máximo de informações sobre o motorista e se informe se, além do condutor, há outra pessoa no transporte que auxilie na segurança dos passageiros;
  • Procure saber se o motorista ou o auxiliar leva e busca os alunos até a porta da escola;
  • Verifique se o transporte escolar possui um cinto de segurança para cada passageiro;
  • Veja se o veículo que irá transportar seu filho está em bom estado de conservação e, caso seja uma Kombi, se possui a tela de proteção entre o último banco e a parte do motor.

Parceria entre o Procon Petrópolis e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) traz para o município a partir da próxima segunda-feira (22.05) o ônibus da Comissão de Defesa do Consumidor (Codecon). O veículo ficará estacionado até sexta-feira (26) no entorno da Praça D. Pedro entre 8 e 16h e irá atender gratuitamente as demandas de reclamações dos petropolitanos.

A equipe do ônibus é composta por três atendentes, um advogado e um coordenador. O trabalho consiste em solucionar conflitos entre consumidores e fornecedores por meio de conciliação realizada pelos especialistas. O advogado presente também orienta juridicamente sobre qualquer esfera.          

Para realizar uma reclamação é necessário ter em mãos a carteira de identidade, CPF, nota fiscal ou ordem de serviço quando se tratar de problemas com garantia de produtos. Se o problema for relacionado à prestação de serviços como luz, água, gás, telefonia (fixa ou móvel), assinatura de TV, entre outros, é necessário levar a conta atualizada comprovando a assinatura – independente da conta estar ou não paga. Em casos de plano de saúde é necessário levar a carteira do plano e o contrato.